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Mostrando postagens com marcador Trump. Mostrar todas as postagens
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Polônia manifesta total apoio parabenizando Trump pelo ataque à Síria

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O presidente polonês, Andrzej Duda, conservador, expressou nesta sexta-feira, 07 de abril, "apoio total" a ação militar efetuada pelos EUA contra uma base militar síria. Local de onde partiram os ataques com armas químicas.

Duda disse que a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump de atacar a base aérea de Shayrat na Síria foi uma resposta ao uso de armas químicas pelas forças do regime do presidente Bashar al-Assad contra civis no início desta semana.

"Diante de um ato inimaginável de barbárie, o mundo civilizado não poderia permanecer indiferente", disse Duda em um comunicado, referindo-se ao ataque químico.


"A Polônia condena veementemente os crimes cometidos contra civis, e apela para que toda a comunidade internacional se empenhe ainda mais na restauração da paz na Síria, para deter loucura desta guerra e interromper a espiral de violência", disse o presidente polonês.


Enquanto isso, o Ministério das Relações Exteriores polonês disse que o ataque norte-americano foi "uma resposta proporcionada e adequada ao ataque químico bárbaro que, de acordo com compartilhamento de informações, da inteligência dos Estados Unidos com seus aliados, havia sido realizada pela força aérea síria perto da cidade de Idlib , alegando a morte de pelo menos 78 civis, incluindo mulheres e crianças ".


O Ministério das Relações Exteriores acrescentou que a iniciativa do presidente Trump "enviou um sinal forte e claro, de que a proliferação e o uso de armas químicas, inclusive contra civis indefesos na Síria, não serão tolerados".


Israel também manifestou apoio ao presidente Trump.

Com informações de Radio Poland, tradução e adaptação Natan Falbo - Conservadores
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Kremlin: Ataque à Síria é um estrago considerável nas relações entre EUA e Rússia

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Interfax, uma agência russa de notícias, divulgou nesta sexta-feira 07 de abril, declarações do governo russo sobre o ataque dos Estados Unidos contra uma base aérea na Síria.  O Kremlin, se pronunciou sobre o ataque “agressão à soberania de um Estado que viola leis internacionais”.
 

O governo russo, segundo a nota, nega que o exército da Síria tenha armas químicas. Estas estariam nas mãos dos rebeldes que se opõem ao governo do presidente Bashar al-Assad
O Kremlin deu sua versão da história, que o governo de Assad bombardeou por acidente um depósito de armas químicas de propriedade dos rebeldes, o que teria provocado vazamento do gás. 

Ainda segundo a Interfax, o governo russo afirmou que o ataque desta sexta-feira à Síria “é estrago considerável nas relações entre EUA e Rússia”. 

Interfax news


Com informações de Interfax, tradução e adaptação Natan Falbo - Conservadores

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Pronunciamento de Donald Trump sobre o ataque à Síria [em português]

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Discurso de Donald Trump sobre o ataque que ordenou a base aérea Síria de onde partiu o ataque químico.

Washington, DC. Quinta-feira, 04 de abril de 2017


"Meus compatriotas americanos, na terça-feira, o ditador sírio Bashar al-Assad lançou um terrível ataque com armas químicas contra civis inocentes. Usando um agente neurotóxico mortal, Assad sufocou homens, mulheres e crianças indefesas. Foi uma morte lenta e brutal para muitos - até bebês foram cruelmente assassinados neste ataque bárbaro. Nenhum filho de Deus jamais deve sofrer tal horror. "

"Hoje à noite eu ordenei um ataque militar direcionado a uma base aérea na Síria, de onde o ataque químico foi lançado. É interesse de segurança nacional para Estados Unidos, prevenir e impedir a disseminação e o uso de armas químicas. Não pode há desculpas de que a Síria usou armas químicas, descumprindo suas obrigações com a Convenção de Armas Químicas, ignorando os avisos emitidos pelo Conselho de Segurança da ONU. Anos de tentativas  para que Assad mudasse seu comportamento falharam, e falharam dramaticamente. Como resultado, temos uma crise de refugiados que continua a se aprofundar, a região [Síria] continua desestabilizada, ameaçando os Estados Unidos e seus aliados ".

"Esta noite eu chamo todas as nações civilizadas para buscar um fim à matança e ao banho de sangue na Síria, e também para acabar com todo tipo terrorismo. Pedimos a sabedoria de Deus quando enfrentamos o desafio de nosso mundo que está perturbado. Oramos pela vida dos feridos e pelas almas dos que foram. "

 
Com informações de Daily Caller, tradução Natan Falbo - Conservadores

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Coreia do Norte dispara míssil no mar do Japão como ato de provocação a visita de Trump

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Terça-feira, 04 de abril. A Coreia do Norte disparou um míssil balístico no mar do Japão, em um último gesto provocativo de Pyongyang, poucos dias antes de o presidente dos EUA, Donald Trump, se encontrar com o presidente chinês, Xi Jinping.

O Pentágono disse que a Coréia do Norte disparou o míssil às 6h42 (horário local) e que caiu no Mar do Japão nove minutos depois. O foguete, que se acredita ser um míssil de médio alcance não poderia chegar aos EUA, foi disparado de uma instalação terrestre perto de Sinpo.

O lançamento ocorreu quando Donald Trump se prepara para hospedar o presidente chinês Xi em seu resort Mar-a-Lago, na Flórida, para uma primeira reunião. A Coreia do Norte deverá ser uma das principais questões da agenda.

"A Coreia do Norte lançou mais um míssil balístico de alcance intermediário", disse Rex Tillerson, secretário de Estado norte-americano, em um comunicado na terça-feira. "Os Estados Unidos já se pronunciaram o suficiente sobre a Coreia do Norte. Não temos mais comentários. "

O Financial Times no domingo informou que Trump planeja dialogar com a China para que precione Pyongyang para abandonar seu programa nuclear.


Trump fez da Coreia do Norte sua principal prioridade na política externa após Barack Obama lhe ter dito após sua eleição que Pyongyang representava a ameaça de segurança nacional mais iminente para os EUA. Em uma entrevista separada na última sexta-feira, KT McFarland, da Segurança Nacional da Casa Branca, disse que a ameaça da Coreia do Norte havia chegado a uma conjuntura crítica."Há uma possibilidade real de que a Coreia do Norte seja capaz de atingir os Estados Unidos com um míssil nuclear, até o final do primeiro mandato de Trump", disse ela ao Financial Times.As autoridades norte-americanas disseram que as políticas nas últimas duas décadas não conseguiram impedir a Coreia do Norte de desenvolver seu programa nuclear de mísseis, e que era hora de uma nova abordagem.

 
Com informações de Financial Times, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores



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Trump: Se China não colaborar, EUA podem agir sozinhos contra Coreia do Norte

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Presidente americano ameaça agir unilateralmente, caso a China não coopere para acabar com a ameaça nuclear de Pyongyang. Além de sanções econômicas, ações militares não estariam descartadas.

Donald Trump, afirmou no domingo (02 de abril) que os Estados Unidos estão prontos para agir sozinhos, caso a China não aumente a pressão contra o programa nuclear norte-coreano. Trump conversou com o jornal americano Financial Times dias antes de receber o presidente chinês, Xi Jinping, em encontro agendado para quinta e sexta-feira no resort Mar-a-Lago, na Flórida.

"A China tem grande influência sobre a Coreia do Norte. A China é que vai decidir se nos ajuda com a Coreia do Norte ou não. Se o fizer, será muito bom para a China, e se não o fizer, não será bom para ninguém. Se a China não resolver [a questão com a] Coreia do Norte, nós vamos."

Questionado sobre como o faria, Trump não limitou-se a afirmar que não seria como "os Estados Unidos de antes, que anunciavam onde iam atacar no Oriente Médio".

Membros da política externa do governo Trump emitiram comentários semelhantes em relação à China. Em entrevista ao show político This Week, da emissora ABC, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, concordou que a China precisa cooperar na abordagem com Pyongyang. "Eles precisam pressionar a Coreia do Norte. O único país que pode detê-la é a China. E eles sabem disso."

Atualmente a China é a única aliada declarada publicamente da ditadura Norte Coreana. A China fornecem recursos importantes para a Coreia do Norte, inclusive alimento. As relações comerciais entre China e Coreia do Norte, se baseiam principalmente no carvão importado de Pyongyang.

Desde fevereiro de 2017, houve uma interrupção temporária na importação de carvão, como uma "retaliação" dos testes de um míssil balístico feita por Kim Jong-un.

Com informações de DW, por Natan Falbo - Conservadores



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Israel corta repasses à ONU e opta por investir dinheiro em países aliados

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Jerusalém, porta-voz do Ministério do Exterior de Israel, Emmanuel Nahshon, informou nesta quarta-feira (29/03) que Israel decidiu cortar U$ 2 milhões em repasses à ONU. A medida é uma retaliação à aprovação de uma resolução contra os assentamentos em território "palestino". De acordo com Benjamin Netanyahu, o dinheiro será repassado para projetos que envolvem países aliados a Israel.

O ministro Nahshon informou que essa decisão foi tomada, com apoio de aliados como os EUA, pois consideraram a decisão da ONU radical em contra partida a outras questões humanitárias ao redor do mundo.

Entenda mais sobre o que é Globalismo, lendo Introdução a Nova Ordem Mundial

A ONU aprovou uma resolução interncional, obrigando Israel a ceder imediatamente os assentamentos na palestina, isso inclui Jerusalém.

Vale lembrar que Barack Obama, optou por abster-se, deixando de lado, seu poder de veto. Neste caso, prejudicando Israel, o aliado mais importante dos EUA, no Oriente Médio.

Israel retalhou, fechando suas embaixadas e cancelando ajuda a 12 países que votaram a favor dessa resolução.

Após o início do mandato de Donald Trump, os EUA, voltou a ter boas relações com Israel, e apoiou as políticas de seu aliado de longa data.

Por Natan Falbo - Conservadores


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Conselheiro da ONU diz que Trump não completará seu mandato

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Um membro do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas prevê que Donald Trump será forçado a deixar o cargo antes de seu mandato de 4 anos terminar, devido a "problemas psiquiátricos" ou "pressão".

Segundo o CNS News, Jean Ziegler disse ao jornal austríaco Kurier - Ele [Trump] têm uma história de simpatizar com regimes despóticos. Continua, "não acredito que o Trump permanecerá no cargo por quatro anos".

"Ou ele terá problemas psiquiátricos ou a pressão vai se tornar tão grande, que ele não poderá mais governar", acrescentou.

Ziegler acredita que os esquerdistas levantarão uma "insurreição moral" contra a retórica "xenófoba, vulgar, anti-feminista e anti-solidária" de Trump.

A queixa do conselheiro contra o presidente parece resultar da proposta de Trump em cortar o financiamento das Nações Unidas.


Leia o livro de Donald Trump: América Debilitada


"As pessoas estão traumatizadas", afirma Ziegler, acrescentando: "Se a Trump reduzir os pagamentos massivamente, a UNO pode paralisar".

Ziegler não é a primeira voz na extrema esquerda a afirmar que Trump não será capaz de completar seu primeiro mandato.

O cineasta Michael Moore clamou inúmeras vezes para seus amigos partidários e aos Democratas que lancem um golpe sob a desculpa de uma "emergência nacional", para então derrubar Trump da Casa Branca.
 


O Daily Mail também informou no início deste mês que Barack Obama e seus aliados estão conspirando para expulsar Trump da presidência por meio de impeachment ou forçando-o a renunciar.

Tanto Salon e Huffington Post também publicaram artigos prevendo que Trump será retirado da presidência antes de 2020.

O bilionário Mark Cuban disse à TMZ no mês passado: "Eu não acho que ele vai durar 4 anos".
 


Tradução de InfoWars e adaptação por Natan Falbo - Conservadores 

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