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Manifesto de 1935

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[Publicamos o “Manifesto de 1935”, escrito a 23 de outubro daquele ano, em Mandelieu, por S.A.I.R. o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 a 1981. Transcrevemos o referido documento a partir da cópia publicada no livro “Dom Pedro Henrique, o Condestável das Saudades e da Esperança”, de autoria do Prof. Armando Alexandre dos Santos, extraído “Correio da Manhã”, órgão republicano do Rio de Janeiro, em sua edição de 26 de janeiro de 1936, que intitulou a matéria “Um manifesto do sr. Pedro Henrique contra a República” e a fez preceder da seguinte nota: “A título apenas de informação, publicamos abaixo o manifesto que de Mandelieu acaba de dirigir aos brasileiros o sr. Pedro Henrique, herdeiro presuntivo do trono brasileiro”. O “Manifesto” foi amplamente difundido em todo o Brasil, com exceção somente do Estado de São Paulo, onde foi proibido pela censura governamental, que alegou sua “linguagem forte”, conforme noticiado pelo “Diário de Pernambuco”, do Recife, em sua edição de 12 de fevereiro de 1936.]

Aos Brasileiros
Em seu Manifesto de 12 de janeiro de 1896, os venerandos chefes do partido monarquista dirigiam à Nação as seguintes palavras:
“A subversão do nosso regime político a 15 de novembro, rápida e instantânea como efeito de cataclismo, não permitiu que se lhe opusesse imediata resistência ativa... Suprimidas desde logo as liberdades públicas, as amplas liberdades sob as quais nasceu e vivia o Império Brasileiro, e mais tarde destruída ou reduzida ao silêncio a imprensa que se aventurou a moderadas censuras, era de fato inútil qualquer esforço para que a vontade nacional saísse de urnas eleitorais cavilosamente preparadas para as mais ousadas burlas por regulamentação ‘ad-hoc’. Nestas circunstâncias, só restava aos monarquistas esperar pelas promessas da República, ruidosamente afirmadas na mesma ocasião em que se fazia retumbar por toda parte a infamação da Monarquia. Se aquela, apesar do vício original, entregue a si mesma, sem cooperação suspeita, nem o menor entrave dos adversários naturais, conseguisse mostrar-se benéfica, não haveria, a começar pela Família Imperial, um só obstinado que se recusasse e deixasse de agradecer a melhoria. Mas, decorridos quase sete anos, a consciência pública, o foro íntimo dos próprios republicanos de boa fé compara os fatos e só registra decepções e desastres.”
“Essas palavras de justiça e de patriotismo, escritas em 1896, poderíamos repeti-las hoje, com a autoridade que lhes conferem mais dezoito anos de desvarios e de desmandos, dezoito anos de uma experiência desastrosa para as instituições implantadas no Brasil pelo ato inconseqüente de alguns revoltosos” – acrescentava em 1913 o meu inolvidável e saudoso Pai, o “Príncipe Perfeito”, assim chamado pela generosidade dos nossos patrícios.
Pacientes, esperamos mais 22 anos em vão. Ao invés, assistimos aos vexames sem conta infligidos à nossa Pátria estremecida.
Hoje, porém, faz-se sentir um sopro de reação contra tantas misérias; o povo, farto de ser explorado pelo atual regime, procura novo caminho, e muitos volvem saudosos as vistas para os tempos felizes do Império; acudindo ao apelo dos seus chefes legítimos, os monarquistas erguem a cabeça. Chegou a hora de pedir-se contas à República, pondo nas conchas da balança os serviços que ela tem podido prestar ao País e os sacrifícios que dele tem exigido. Infelizmente para a nossa Pátria, a experiência das instituições que lhe forma impostas não lhe têm trazido, no largo período que medeia de 1889 a 1935, senão desastres e decepções. Se despirmos o corpo da Nação das roupagens ilusórias com que os nossos adversários a têm adornado, encotra-lo-emos cheio de fundas chagas que urge curar para lhe restituirmos a formosura primitiva.
O Brasil não precisa somente de homens que compreendam a situação e possam encaminhar a solução dos grandes problemas que se impõem ao nosso estudo. Precisa, também, de instituições que permitam a esses homens realizar os seus programas. Não necessitamos de estéreis lutas pessoais ou políticas, mas sim de idéias claras, lógicas, definitivas e proveitosas – Gesta, non verba! (atos, não palavras!) – que importem na satisfação exata de nossas conveniências atuais e futuras. O que nos importa não é a vitória de tal ou tal grupo, mas a formação de um Brasil grande, forte e próspero.
A Monarquia não é um partido, é uma solução nacional. Nós, os monarquistas, não exibimos nomes, mas idéias claras e princípios definidos.
Temos um programa, já delineado no primeiro Manifesto, de 1909, do meu saudoso Pai, cujas diretrizes parecem ter por vezes influído nos constituintes de 1934, mormente no que se refere à justiça e à legislação social.
Esse programa esperamos realizá-lo nas suas linhas gerais, alterando-o somente no que for necessário e chamando a nós todos os brasileiros de boa vontade, sem distinção de partido, preocupados unicamente com o bem do País, com o seu desenvolvimento material, intelectual e moral.
Nossas diretivas gerais devem constituir a caudal em que vêm se fundir as aspirações das diversas facções nacionais, que partilham dos nossos postulados ou com eles simpatizam. Nessa caudal, ainda que por vezes agitada pela tormenta, não há lugar para lutas entre seus afluentes, pois ela os vai unificando no decorrer da sua rota. As águas se interpenetram e se fundem de tal modo que, pouco depois de vencida a sua foz e por mais violentamente coloridas que sejam, constituem um todo homogêneo, em que não se distingue mais as divergências originais, mas sim uma grande mole coesa, em que cada elemento contribui para o fim comum.
A grave lição de 45 anos de regime inadaptável está a indicar que, dentro das instituições vigentes, não há solução possível para a nossa Pátria. A República está morta, não somente por nós, monarquistas, mas pelos próprios republicanos. A nossa principal propaganda tem sido a evidência dos fatos, a força da verdade.
Se, livres de preocupações quanto ao futuro da nossa nacionalidade, nos devêssemos contentar com a abolição de um regime desastrado, só teríamos que cruzar os braços e esperar. Há, porém, grande interesses nacionais, de ordem moral e econômica, que correm risco de ser sacrificados, se continuarmos a ficar arredados de toda discussão e intervenção nas cousas públicas, pois devemos partir do princípio que tudo quanto é nacional é nosso.
A Monarquia não deve erguer-se sobre cinzas. Para que seja benéfica deve encontrar ainda os alicerces necessários à sua ação. Para isso contamos com o valor e o bom senso do povo brasileiro, que, nas crises difíceis que nosso País já atravessou e está atravessando, sempre soube guardar intactas a integridade e a honra nacionais.
As boas causas têm força intrínseca e tão grande que, sem o concurso de uma imprensa partidária, sem propaganda persistente e metódica, assistimos hoje ao renascimento triunfante da ideia monarquista, considerada antes de 1909 como mera utopia. A Monarquia não se traduz por saudosismo, como tentam fazer crer os nossos adversários, pois é justamente por ser instável que o Estado falta em competência e meios, material e economicamente, e pelo mesmo motivo será sempre tentado a confiscar as liberdades, que não está em condições de orientar com autoridade bastante. Por não estar em condições de concebê-lo e assegurá-lo, o Estado confunde o interesse geral com o seu interesse político, identificando-o com o interesse sempre variável, da facção dirigente.
Eis o papel que cumpre à Monarquia, pois o Chefe de Estado não tem partido, nem ambições pessoais distintas da universalidade; não tem eleitores nem bairrismo. Compreendido na própria entidade nacional, o bem público é o seu próprio bem. Quanto a mim, colocado pelo falecimento do meu inolvidável Pai, à testa do nosso partido, representante, depois dele, do princípio monárquico no Brasil, estarei sempre à disposição da nossa Pátria para desempenhar o papel que, por unânime consenso da Nação, nos foi outrora atribuído.
Deus vos preste o seu auxílio, para o maior bem do Brasil!
Viva o Brasil!

Pedro Henrique
Mandelieu, 23 de outubro de 1935

Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 a 1981



Quero meu Império de volta

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Quero meu Brasil como primeira economia do mundo, como caminhava rapidamente para ser no Império.

Quero a média do crescimento econômico em 8,81% ao ano, como no Império.

Quero poucos e baixos impostos, como no Império.

Quero a média da inflação em 1,08% ao ano (ou 0,09% ao mês), como no Império.

Quero a moeda brasileira com o mesmo valor do dólar e da libra esterlina, como no Império.

Quero o Brasil como o maior construtor de navios e estradas de ferro do mundo, como no Império.

Quero que a média nacional do salário de policiais e professores do Ensino Fundamental equivalha a R$ 8.958,00, como no Império. Quero que a imprensa seja totalmente livre, como no Império.

Quero um Monarca que tire do próprio bolso o dinheiro para custear suas viagens, como no Império.

Quero um Monarca que doe 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos à educação, como no Império.

Quero um Monarca que tenha 90% de aprovação, como no Império.

Quero um Monarca com o prestígio internacional do Imperador Dom Pedro II, que, só na Filadélfia (EUA), recebeu 4 mil votos espontâneos nas eleições presidenciais de 1876.

Quero um Monarca que, numa época em que não se falava em ecologia ou desmatamento, endividou-se para comprar e reflorestar áreas degradadas, como o atual Parque Nacional da Tijuca.

ENFIM, QUERO MEU BRASIL GRANDE NOVAMENTE!


Fonte: https://www.facebook.com/promonarquia/?fref=nf


Se a Monarquia foi boa, por que os livros escolares falam tão mal dela?

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Porque os livros didáticos são, na maioria, patrocinados por governos republicanos. Há uma verdadeira pressão psicológica para que os autores escrevam o que os governos querem, caso contrário seus livros não serão adotados.

Entretanto, cada vez mais autores independentes e imparciais relatam a verdadeira História do Brasil, escapando assim da censura governamental.

– Trecho da cartilha "Direita? Esquerda? Siga o melhor caminho: Monarquia" da Pró Monarquia - Casa Imperial do Brasil, disponível no link: http://tinyurl.com/cartilhamonarquica


Fonte: Pró Monarquia


Refutando todos os argumentos contra a Monarquia Parlamentarista

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Primeiro:
Na questão histórica. É inegável que chegamos ao ápice do Brasil durante o império. Vocês analisam um período de 67 anos apenas considerando 8 do primeiro reinado, o que é ridículo, ridículo mesmo.

O período "republicano" do Império, as regências, isso sim, um dos períodos mais conturbados do país. Com a chegada de Pedro II ao poder, especialmente em 1848, encontramos estabilidade como nunca mais houve na história do país.

Éramos uma das poucas monarquias constitucionais do mundo, depois, uma monarquia parlamentar que seria ainda mais aperfeiçoada (sim, é importante relatar isso, já que todo mundo julga o século XIX como se fosse hoje).

Chegamos a ter uma das marinhas mais poderosas do mundo. O único país da América do Sul a participar das feiras universais durante quase 30 anos! O Segundo foi a Argentina já em 1889.

A abolição da escravidão veio de forma gradual, evitando-se uma barbárie como nos Estados Unidos, custou o trono, infelizmente, como Princesa Isabel bem sabia e foi avisada., mas mesmo assim aboliu quando teve chance.

Crescimento da renda per capita maior que o dos EUA no mesmo período. Desigualdade? Que país não tinha?! Agora vocês esquecem quem jogou o país no lixo de crises? Logo nos primeiros anos. Inflação que era em média 1,5% ao ano, sobe absurdos, levando o preço dos produtos a aumentar 300% em apenas 5 anos! Encilhamento mandou lembranças!

Isso como se não bastasse o golpe republicano ter se firmado matando cerca de 100 mil pessoas entre a revolta da Armada, contestado, Canudos, Rev. Federalista e por aí vai...

Enfim, basicamente isso. Agora vamos para o regime em si, porque a monarquia é melhor.

Primeiro, repetir que estou falando de uma monarquia REPRESENTATIVA, ou seja, com democracia. Caso não saibam, monarquia é forma de governo, democracia é regime de poder, uma coisa não anula a outra.

Primeiro: Monarquias são mais baratas, economiza-se milhões/bilhões com eleições, visto que só ocorrem para o legislativo, isso sem contar que com isso, não acontece como nosso lindo país atualmente, onde empresários chegam a dar na casa dos bilhões para financiar campanhas, criando verdadeiros presidentes escravos, além de, claro, conchavos entre políticos também. Segundo: O rei é Chefe de Estado, cabe a ele questões diplomáticas, bem como: Aprovar o orçamento anual; Indicar ou aprovar o primeiro ministro; Desfazer o parlamento em caso de corrupção,ineficiência e pelo pedido do primeiro ministro, convocando novas eleições imediatamente; Entre outras coisas Terceiro: Mas qual a diferença do monarca para uma pessoa normal?

O monarca, por ser vitalício - cuidado com isso, ele pode perder a coroa, desde que vá de encontro à constituição federal- tem mais autonomia, além de ser educado desde sua infância para o cargo, uma família tradicional, como a nossa, tem interesse próprio que o país prospere, pois assim, sua família ganha nome e sua linhagem continuará OU SEJA, não depende apenas dele ser BOM, se ele for bom ótimo, mas é do INTERESSE DELE, logo , é algo natural, além do fato dele ser educado desde a infância, enfim, ou ele trabalha bem, ou cai, talvez até a dinastia dele, a vida da família está em jogo, é algo bem mais objetivo do que depender de puro patriotismo. É o que podemos chamar de "unir o útil ao agradável". Não é por acaso as monarquias são os países com melhores desempenhos nos rankings.

Junte isso a tudo que eu disse no post. Vários mecanismo de democracia direta e semi-direta e um federalismo onde as atribuições nascem da seguinte forma, Município>Estados>União e não o contrário, aproximando o povo do seu governo e descentralizando ao máximo o poder.´


Por: Kristyan Patrick

Um Monarca seria melhor do que um Presidente Republicano? Que diferença faz o país ser governado por um Imperador ou um Presidente?

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– O Monarca, sendo vitalício, pode inspirar e conduzir um projeto nacional, com obras de longo alcance e que visem às futuras gerações. O Presidente tem quatro anos (renováveis uma vez) para elaborar e executar seu projeto, cujo alcance é voltado quase exclusivamente à sua reeleição.

– O Monarca não tem interesse em interromper as obras dos antecessores, das quais participou antes mesmo de subir ao trono. O Presidente quer executar seu próprio projeto, e com freqüência interrompe o dos antecessores.

– O Monarca é o símbolo vivo da nação, personifica sua tradição histórica e lhe dá a unidade e continuidade. O Presidente tem mandato de apenas quatro anos e é eleito por uma parte da nação. Por isso não a personifica nem lhe dá unidade.

– O Monarca representa para o povo a figura de um pai e cria na nação a consciência de uma grande família, com um destino em comum a realizar. O Presidente é um mero funcionário público temporário, e ninguém constitui vínculos psicológicos duradouros com ele, pois é substituído a cada quatro anos.

– O Monarca não está vinculado a partidos nem depende de grupos econômicos; por isso é independente e pode se dedicar ao que é melhor para o país inteiro. O Presidente se elege com o apoio de partidos e depende de grupos econômicos, que influem nas suas decisões.

– O Monarca é educado desde criança para reinar com honestidade, competência e nobreza, e durante toda a sua formação já participa dos problemas e do governo do país. O Presidente não é educado para o cargo, sendo freqüentemente um aventureiro, um improvisado.

– O Monarca trata os súditos com amor, como um pai que ouve e se interessa pelos problemas dos filhos. O Presidente trata o povo de modo impessoal, com se fossem estranhos.

– Trecho da cartilha "Direita? Esquerda? Siga o melhor caminho: Monarquia" da Pró Monarquia - Casa Imperial do Brasil



Infográfico do bem

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O indiciamento do ex-presidente Lula da Silva é mais um acontecimento triste de nossa corrupta República. O Ministério Público afirma com todas as letras que o ex-Presidente era o comandante máximo de uma organização criminosa instalada no Poder. Fez parte das acusações do procurador Dallagnol a projeção de um quadro ilustrativo que viralizou na Internet, um tanto pela simplicidade, outro pela objetividade.

Aproveitando a ocasião, gostaríamos apresentar o nosso infográfico, com as alterações pertinentes, caso estivéssemos numa Monarquia Parlamentarista: o infográfico do bem!


Fonte: https://www.facebook.com/promonarquia/

Dom Pedro I institui os Símbolos Nacionais

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18 de setembro de 1822 em Paço Imperial.

O Escudo de Armas e a Bandeira criados por Jean-Baptiste Debret para o pavilhão pessoal do Príncipe Regente, com a Independência tornam-se símbolos nacionais do então Reino do Brasil pelo Decreto de Dom Pedro. A partir daquele o escudo de Armas nacionall seria “em campo verde uma Esphera Armilar de ouro atravessada por uma Cruz da Ordem de Christo, sendo dirculada a mesma Esphera de 19 Estrellas de prata em uma orla azul; e firmada a Corôa Real diamantina sobre o Escudo, cujo lado serão abraçados por dous ramos das plantas de Café e Tabaco” e a Bandeira Nacional “composta de um paralelogrammo verde, e nelle inscripto um quadrilatero rhomboidal côr de ouro, ficando no centro deste o Escudo das Armas do Brazil”.

Nota-se que a coroa do Escudo de armas não seria mais a do Reino a partir de Dezembro, sendo trocada pela Coroa Imperial.

Imagem: Bandeira do Império do Brasil com 19 estrelas. (1822-1870)

É tempo de conversamos sobre o impeachment da República

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Há 126 anos insiste-se num erro, na manutenção de uma forma e de um sistema de governo que nasceram de um golpe e que há mais de um século promovem instabilidade e rupturas. Um quadro crônico, que desde 1889 impede o progresso do país e de suas instituições.

É preciso dar um basta a isso. É preciso, desde já, conversar sobre o impeachment da República e de seu irremediável presidencialismo.

Saiba mais sobre o parlamentarismo monárquico, o Brasil que tivemos e o Brasil que almejamos, acesse: www.digasimamonarquia.com.br



Monarquia - O Regime Suprapartidário

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Em seu livro, “Le temps de ma Mère” (traduzido no Brasil como “Minha Mãe, a Princesa Imperial Viúva”), a Princesa Dona Pia Maria de Orleans e Bragança, Condessa René de Nicolaÿ pelo casamento, conta que seu irmão mais velho, S.A.I.R. o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 a 1981, “tinha o dom de cativar os corações”.

Em certa ocasião, durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto a Família Imperial Brasileira ainda estava exilada na França, Sua Alteza relata que o Príncipe Dom Pedro Henrique foi procurado por alguns soldados, para lhe pedir que colaborasse com uma festinha que pretendiam organizar em seu quartel, mas já chegaram dizendo: “Sem dúvida, não vamos conseguir nada, já que somos anarquistas...”

No entanto, o então Chefe da Casa Imperial do Brasil se pôs a conversar com os soldados, deixando-lhes fascinados com a sua personalidade. Ao retornarem ao quartel, os soldados comentaram com seus colegas: “E nós, que imaginávamos que os Príncipes fossem orgulhosos e distantes! Esse que encontramos hoje é bem diferente. É gente assim que deveria estar no governo!”

Décadas depois, durante a campanha pelo Plebiscito de 1993, seu filho, S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, foi convidado a participar de uma palestra sobre o regime monárquico em uma sede do Partido dos Trabalhadores (PT) – justamente o partido que na Constituinte de 1987-88 votara pela manutenção da famigerada Cláusula Pétrea, que punha os monarquistas fora da lei. Ao fim do debate, foi calorosamente aplaudido tendo conquistado a simpatia da plateia e um bom número dos presentes apoiando a ideia da restauração da Monarquia, após compreenderem o verdadeiro significado enquanto regime que mantêm viva a ideia de que a Nação é antes de mais nada uma grande família com um destino em comum a realizar.



Fonte: https://www.facebook.com/promonarquia/?fref=ts

O impeachment, a decadência da República e o descontentamento geral da nação

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Saiu o impeachment da presidente Dilma, independente da sua ideologia, o que isso mudou no Brasil? Pra melhor ou pra pior? Tantos meses de instabilidade política - que querendo ou não, piorou a econômica - valeu o esforço? Eu acho que não e sim.

Vivemos nos últimos meses, culminando no impeachment feito pelo Senado toda a podridão que existe na república brasileira, comum desde seu nascimento golpista e antidemocrático, uma verdadeira plutocracia que vem arruinando o nosso país desde 1889, não esqueçamos que um dos motivos do golpe foi o fato da coroa estar planejado a reforma agrária em uma época onde se fazia totalmente necessário, ou seja, caiu por dar certo.

Como dizia Rui Barbosa  (1914, p.86/87) "na república, os tarados são os tarudos", parlamento deixou de ser uma casa de estadistas - como era no império - para se tornar uma balcão de negócios! Praticamente não vimos e nem veremos oposição, apenas uma farsa, uma verdadeira peça teatral para enganar o povo e fingir que se está sendo feito um serviço para a população.

Se você é daqueles que gritava "golpe" eu te digo, não foi golpe, apesar que concordo que a lei foi aplicada de acordo com a vontade deles. O professor e escritor de direito financeiro, Harrison Leite comenta em seu livro sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal (2016, p.36), "dada a sua rigorosidade, as diversas normas ainda não forram plenamente aplicadas. há um verdadeiro processo de acomodação da lei..."

A Dilma foi premiada, teve a aplicação da lei, mas aí aconteceu o verdadeiro golpe, a aplicação pela metade da aplicação da norma constitucional. Ela que deveria ter ficado 8 anos sem poder exercer função pública, se livrou de tal pena. É o efeito "banca de negócios", só não ver quem não quer.

Se o Brasil fosse uma monarquia parlamentar, a crise teria acabado antes mesmo de começar. O governo teria um voto de desconfiança do parlamento, e provavelmente o monarca dissolveria o parlamento para que o povo escolhesse seus representantes. Assim, o povo estaria de fato responsável por dar rumo ao país, e não como a gigante demagogia do Senador Calheiros, em usar do nome da democracia para justificar os funestos atos que ali estavam sendo realizados.

Com tantos fracassos, tanta corrupção, tanta demagogia e não democracia, tanta imoralidade e falta de caráter, é obrigação de todo brasileiro de verdade erguer a bandeira imperial e fazer de tudo pela restauração da monarquia parlamentar brasileira, com nossa família imperial na chefia de Estado, sem isso, serão mais e mais anos de miséria e restos para o povo brasileiro, enquanto os políticos se fartam com nosso dinheiro.


Fontes:
LEITE, Harrison. Manual de Direito Financeiro, Salvador,Juspodvim, 2016.
BARBOSA, Rui. Discursos parlamentares - Obras completas: Vol.XLI Tomo III. 1 ed. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1914.


Parlamentarismo, sim! Mas com Imperador!

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Em meio à crise política atual, surge no debate a ideia do Parlamentarismo, no qual há a divisão entre Chefe de Estado e Chefe de Governo.

A Pró Monarquia – Casa Imperial do Brasil, bem como todos os monarquistas brasileiros, defende o modelo Parlamentarista Monárquico, adotado por alguns dos países mais desenvolvidos e democráticos do mundo.

O Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, em suas "Propostas básicas com vistas à restauração da Monarquia no Brasil", de 3 de maio de 1991, sugere "Poder Moderador como atribuição do Imperador. Poder Executivo exercido através de Primeiro-Ministro, integradamente com os demais membros do Gabinete, que goze de confiança do Imperador e do Parlamento, de acordo com o sistema parlamentar que vigorou com tanto sucesso ao longo do reinado de Dom Pedro II".

Na Monarquia Parlamentarista, a hereditariedade e a vitaliciedade do monarca contribuem para a necessária neutralidade política da Chefia de Estado, atuando como um defensor imparcial e independente da ordem nacional. Além disso, a esmerada educação dada aos príncipes desde a infância traz o benefício de ter na mais alta função do Estado alguém devidamente preparado a exercê-la.


Fonte: https://www.facebook.com/promonarquia/?fref=ts


6 mitos sobre Monarquia que você precisa esquecer

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É muito comum vermos a reprodução desses mitos por aí. É preciso esclarecer que eles não passam disso: são fábulas, meras invenções ou deturpações da realidade.

"NÃO HÁ ELEIÇÕES NUMA MONARQUIA": Relativamente reproduzida, essa ideia não passa de abstração. Numa monarquia parlamentarista só não se vota para Chefe de Estado, que é o cargo ocupado por um monarca. No nosso sistema presidencialista, a chefia de Estado e de Governo ficam concentradas numa só pessoa, o presidente da República. No parlamentarismo monárquico é diferente: o poder é dividido. Ao Chefe de Estado cabe o papel de representar seu país e servir como um moderador do sistema político em momentos de crise. Já a função de governar é papel do primeiro-ministro, que é o Chefe de Governo.

"MONARQUIA É ANTÔNIMO DE DEMOCRACIA": Esse talvez seja o maior mito de todos. Não passa de mentira. Basta ver por exemplo que, dos 10 países mais democráticos do mundo, segundo o Índice de Democracia da The Economist, 7 são monarquias. A maior democracia do mundo, veja só, é uma Monarquia, a Noruega. Talvez surpreenda mais ainda aos leitores saber que o Reino Unido, em 16° lugar, se encontra à frente dos Estados Unidos, em 20° lugar no ranking, de acordo com os dados do último índice (2015).

"REIS SÓ SERVEM DE ENFEITE": Podemos dizer que um monarca atua em duas esferas de poder: a "auctoritas" e a "postestas". Pela "auctoritas", o poder indireto, o monarca, pela presença moral e sabedoria política como chefe de Estado supranacional e permanente, age inspecionando, influenciando, aconselhando e estimulando o Chefe de Governo e seus ministros. Pela "potestas", por sua vez - que é o poder direto e varia de Monarquia para Monarquia, de acordo com a Constituição de cada país -, o monarca exerce, por exemplo, o comando supremo das Forças Armadas, representa seu país no exterior, chefia o Conselho de Estado, sanciona as leis, nomeia e exonera o Governo, dissolve a Câmara dos Deputados, convoca eleições gerais, referendos e plebiscitos, nomeia o corpo diplomático, concede honrarias, indulto penal, dentre outros deveres. Seu papel, como se vê, não é meramente simbólico.

"MONARQUIAS SÃO MAIS CARAS DO QUE REPÚBLICAS": Apesar da divisão entre chefia de Estado e de Governo, uma Monarquia sai mais em conta para os cofres públicos do que uma República. De acordo com matéria recente do jornal O Globo, Dilma custava-nos o dobro do que a Rainha Elizabeth custa aos britânicos, mesmo com toda sua pompa.¹ A monarquia britânica não é a mais cara de todas: a holandesa galga o posto principal. Ainda assim, permanece mais barata do que a dispendiosa presidência da República brasileira.

"A FAMÍLIA IMPERIAL APOIAVA A ESCRAVIDÃO": A escravidão foi uma chaga, um momento lamentável na história do Brasil. A Família Imperial reconhecia isso, e a repudiava, ao contrário do que muitas vezes se imagina. Nosso primeiro Imperador, Dom Pedro I, declarou: "Eu sei que o meu sangue é da mesma cor que o dos negros". Segundo a historiadora Isabel Lustosa, "D. Pedro I foi um governante muito à frente da elite brasileira do seu tempo" ². O Imperador desejava abolir de uma vez só a escravidão, mas sabia que não detinha meios para acabar com a chaga da escravidão, a não ser convencendo a sociedade brasileira - Sua Majestade era, afinal, um monarca constitucional, e não um rei absolutista. Poucos brasileiros eram, naqueles tempos, contrários à escravidão, e ainda menos opunham-se publicamente a ela. No Segundo Reinado, D. Pedro II tomou a dianteira na luta pela abolição, promovendo gradualmente, como propora o pai, sua extinção, e publicamente: em 1850, por exemplo, ameaçou abdicar do Trono a menos que a Assembleia Geral declarasse o tráfico negreiro no Atlântico ilegal. O Imperador mesmo jamais possuiu escravos. Sua filha, a Princesa Isabel, teve papel mais destacado ainda no processo. Seu envolvimento com o movimento abolicionista foi notável: financiava grupos abolicionistas, era muito envolvida com o quilombo do Leblon e sabemos, pelo testemunho insuspeito do engenheiro negro André Rebouças, que chegou a proteger mais de mil escravos fugidos em Petrópolis.

"O BRASIL VOLTARÁ A SER COLÔNIA DE PORTUGAL": Resultado da deficitária educação brasileira, essa confusão é mais difundida do que se imagina. É preciso deixar claro: o Brasil separou-se de Portugal em 1822 e nasceu, enquanto nação independente, como uma Monarquia, o Império do Brasil. Embora o primeiro Imperador tenha sido português, com o Império uma nova dinastia, brasileira, nasceu. Os herdeiros do Trono, portanto, não são portugueses, mas brasileiros. Não confunda: Brasil Império e Brasil Colônia são duas coisas completamente diferentes. O que defendemos é a restauração do Império do Brasil, não da condição colonial ou de um Reino Unido com Portugal.


Fontes: 1. CASADO, José. Dilma custa aos brasileiros o dobro da rainha Elizabeth II para os britânicos. O Globo, Rio de Janeiro, 18 out. 2015.
2. LUSTOSA, Isabel. D. Pedro I. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 129.
3. SILVA, Eduardo. As camélias do Leblon e a abolição da escravatura. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.


Entrevista de Dom Rafael ao Jornal Alemão

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"Vamos para o povo na rua" Uma vez que o Brasil era um império. 
Alguns anseiam em tempos politicamente instáveis ​​colocar o monarca de volta. Dom Rafael , tetra  neto do Imperador Pedro II.  Saiba como ele iria governar o seu país melhor.

Dom Rafael como seus colegas falando com você ? Sua Alteza Real ?
Definitivamente não no trabalho. Desde que eu sou apenas Rafael . Oficialmente , mas alguém diz "Sua Alteza Real " , em Português " SUA alteza real" , caso contrário, a maioria Dom Rafael .

Seu nome completo é Rafael Antônio Maria José Francisco Miguel Gabriel Gonzaga de Orléans e Bragança e Ligne . Isso é um monte de nomes.
Sim. Os nomes são parte de nossa tradição da família e nossa fé católica. Meu nome real é Rafael Antônio . Maria José representará Maria e José, Francisco é o nome do meu padrinho , irmão do meu pai . Miguel e Gabriel, juntamente com Rafael , os três arcanjos , Gonzaga de Orléans e Bragança e Ligne é uma composição do nome de família.

Como é a vida de um membro da família imperial do Brasil?
 Eu levo uma vida muito normal. Claro que tenho uma certa responsabilidade, e eu tenho a minha família regularmente representada em eventos. Mas por outro lado eu tenho que ganhar meu sustento como qualquer outro brasileiro. E eu tenho um chefe que me diz o que tenho que fazer e não fazer.

Dom Rafael, tetra neto do último imperador do Brasil, D. Pedro II. (1825-1891), os últimos seis anos trabalhando para o maior grupo cervejeiro do mundo, a Anheuser-Busch Inbev, inicialmente no Rio, dois anos em São Paulo. Entre as marcas globais do Grupo incluem a Budweiser americana e mexicana Corona, também bebidas não-alcoólicas, como o Guaraná Antarctica brasileiro, produzido a partir das sementes da fruta amazônica de mesmo nome. Dom Rafael cursou até 2010 Engenharia da Pontifícia Universidade Católica ( "PUC") do Rio de Janeiro. Em AB Inbev, aos Trinta Anos é o "Pricing Manager" responsável pelo preço de Gestão de refrigerantes.

As tradições da família são importantes para você?
 Sim. Muito.

Atualmente, ocupa a quarta posição na "sucessão". Seu pai, Dom Antônio, tem dois irmãos sem filhos mais velhos, Dom Bertrand e Dom Luiz, o oficial Luiz I, Imperador do Brasil chama. Quando foi que você soube que você não é um brasileiro comum?
Tenho acompanhado o meu pai como um menino para eventos oficiais. Então eu cresci sobre a história da família. Mas, por um momento, não estava na escola, o que eu particularmente lembro. Falamos sobre a história do Brasil e do Império. Eu acho que eu tinha doze anos quando meu professor chamou para a frente e disse-me para contar o tempo de minha família. Isso não foi particularmente agradável, porque é claro que eu sabia um pouco mais sobre meus ancestrais que os outros. Mas eu sempre fui tímido e mesmo assim nervoso quando eu deveria falar para a classe.

 Hoje você tem situações em que muitas vezes precisa falar?
Sim. Especialmente no congresso anual dos monarquistas e o aniversário do meu tio Luíz.

Quantos irmãos possui o seu pai?
Sete irmãos e quatro irmãs.

Na verdade, você originalmente não foi destinado para o sucessor como chefe da Casa Imperial . Isso é certo. Mas o meu irmão mais velho, Pedro Luiz se foi em 2009, na queda do avião da Air France do Rio de Janeiro para Paris. Eles cresceram como o segundo -nascido, como uma espécie de príncipe Harry Brasil .
Nós, na verdade , por vezes, em comparação com os príncipes britânicos, que são apenas um pouco mais velho do que nós. Mas também sei o quão sério o meu irmão tomou a tradição. Mais de uma vez ele me disse : Você não pode tomar de ânimo leve , você nunca sabe se eu nem sequer algo acontecerá. Meu pai me avisou que estar preparado para qualquer coisa.

O que mudou com a morte de seu irmão?
De repente eu estava na fila da frente . Especialmente nestes tempos politicamente instáveis ​​em que é também sobre se um sistema presidencialista é realmente bom para o nosso país, eu tenho que estar disposto a assumir a responsabilidade.

Você sente isso como uma honra?
Sim. E como um fardo.

Qual sistema de governo que você prefere?
A democracia parlamentar com uma monarquia hereditária.

 Assim como em muitos países europeus?
Exatamente. Um imperador ou rei não pertence a nenhum partido político ou grupo econômico. Ele seria completamente independente. Ele iria garantir a continuidade e ordem, enquanto uma popularmente eleito primeiro-ministro, o governo.

Você realmente acredita que o Brasil volte a ser novamente uma monarquia?
Havia sempre forças que lutaram para a monarquia. Eu acho que os brasileiros sabem tudo pouco sobre o fato de que existe essa alternativa. Teríamos, assim, retornar a uma forma de governo que existia antes. Brasil foi criado como uma monarquia.

 23 anos atrás, os brasileiros tiveram a oportunidade de apresentar a monarquia. Naquela época, Fernando Collor de Mello foi forçado a renunciar depois de alegações de corrupção como presidente. O tio de Dom Rafael tentou lançar para promover o referendo. O referendo, mas passou de clara: 86,6 por cento votou a favor da República, 13,4 por cento para uma monarquia.

O que o impede de ter de se tornar um político?
Como político, eu perderia minha independência. Gostaria de participar de uma festa ou criar um partido. E o monarca deve permanecer imparcial - especialmente na situação atual.

Seu tio Dom Bertrand foi visto nas manifestações contra Dilma Rousseff na estrada, quando ele veio para o impeachment.
Eu também fui às ruas. Mas não têm protestado apenas contra Dilma ou Lula, mas contra a corrupção. É inaceitável, como de forma irresponsável e desrespeitosa os governantes se comportar para com o
povo. Eles carecem de moral e ética.

A família imperial vive uma vida modesta, você tem um pequeno apartamento aqui no Itaim Bibi, seu tio vivem juntos em uma casa em São Paulo. E sobre as posses do passado?
Depois de Pedro II. Em 1889 foi exilado para a Europa, o governo confiscou todos os bens. Por um
longo tempo um processo está em tribunal, em que se trata do retorno de algumas parcelas. É, por isso, até onde eu sei, a mais longa batalha legal no Brasil. Mas é tudo sobre um, dois palácios, que não são particularmente grandes. Temos sido educados para sermos modestos. Modesto foi Pedro II., Que disse que seu salário era muito alto. Então, ele doou metade para a caridade.

Fugindo de tropas de Napoleão, a corte real Português se tinha estabelecido em 1808 no Rio de Janeiro. 1816 foi coroado o príncipe regente João da casa de Bragança, rei de Brasil e Portugal. João VI. voltou em 1821 de volta para Lisboa, deixando seu filho, Pedro I, o trono brasileiro. 1825 reconheceu a independência da ex-colônia de Portugal. Filho de Pedro I, ascende em 1841 Imperador Pedro II. Crown. Sua filha Isabel foi a última Princesa do Brasil. Com o marido Gastão, um príncipe da Casa de Orléans, ela fundou a linha presente Orléans e Bragança.
 Sua irmã mais velha há dois anos se casou com um plebeu e, portanto, omitido seu título e todos os direitos ao trono. Como o príncipe do Brasil e futuro chefe da Casa Imperial, você deve se casar com uma princesa real.
Isso faz parte da nossa tradição da família. Eu ainda estou procurando a noiva certa. E não existem no Brasil. Você tem que ir para a Europa para uma mulher. Isso é certo.

Sua mãe vem da Grão-Ducal Família de Luxemburgo, sua avó era uma neta de Luís III., O último rei da Baviera. Quão perto são os seus laços familiares com a aristocracia européia?
Especialmente para os meus primos e primas em Luxemburgo e Baviera eles estão apertados. Somos amigos, mas não tenho planos de se casar. Na Europa, muitos se casaram herdeiros, agora plebeus.

Por que a sua família firmemente à reivindicação de um casamento digno?
Porque faz parte da nossa tradição dinástica.

Quer mudar esta tradição ultrapassada como chefe da casa?
Eu não posso dizer facilmente. Eu precisaria do consentimento de toda a família para mudar nossa lei.

Sentem-se forçados a partir de sua família para algo que você não quer possuir?
Não, eu não sou forçado. Meu pai acha que devemos ser especialmente feliz. Mas ele também diz que seria bom para mim e para o nosso país, se eu pudesse encontrar uma princesa.

Que você quis dizer mais cedo, com carga?
Tão fácil não é.

Faria uma princesa alemã em causa?
Se ele sair, por que não?

Você fala alemão?
(Em alemão :) Um pouco. Eu estou tentando aprender alemão.

E que línguas você fala de outra forma?
Inglês, Francês, Português e Espanhol também o suficiente para me fazer entender.

Quantas vezes você está na Europa?
Antes de estudar eu vivi durante seis meses com a irmã de minha mãe em Paris. Agora eu passar minhas férias na Europa todos os anos. Uma das minhas irmãs está em Madrid, o outro em Bruxelas, onde minha avó vive. Em meados de junho eu estava no casamento do meu primo Alix de Ligne, na Bélgica. A mãe de Dom Rafael, Cristina de Orléans e Bragança é uma princesa nascida de Ligne. Sua mãe, Alix do Luxemburgo é a irmã do ex-Grão-Duque Jean e, assim, a tia do atual Grão-Duque Henri do Luxemburgo. Eles nasceram no Rio de Janeiro.

O que tem que ser visto quando visitar a cidade apenas um dia?
Uma vez que existem tantos. Mas você deve tomar o teleférico para a estátua do Cristo no Corcovado, o Bondinho do Pão de Açúcar e, claro, ir à Copacabana.

O que é tão especial sobre Rio?
Os habitantes do Rio, chamados Cariocas tem uma forma única de vida. Isto é principalmente, nas praias e do sol, todos os Cariocas são como ao ar livre. Ele vai nadar em Ipanema, jogar vôlei de praia na Copacabana ou jogos na lagoa. Em São Paulo, a capital financeira do país, que é bastante diferente. Aqui estamos a trabalhar, ganhar dinheiro quem quer fazer uma carreira. Uma ou duas vezes por mês eu vou ver meus pais no Rio.

O que é que gosta de viver em cidades onde são roubo e assassinato na ordem do dia?
Em São Paulo eu não tive quaisquer más experiências, no Rio I já fui atacado. Um homem queria meu celular, e eu dei a ele. É isso aí. É como em muitas grandes cidades: Você tem que olhar para onde está indo e em que momento. Em Nova York você não caminhar à noite ainda melhor pelo Bronx.

Como pode a elevada taxa de criminalidade no Brasil ser explicada? É principalmente porque alguns são muito ricos e existem outros, tanta pobreza no seu país?
Acho que não. O ressentimento entre ricos e pobres é mantido vivo artificialmente. Os brasileiros são pessoas graciosas que querem o bem do próximo. Ainda menos privilegiados têm, naturalmente, o direito a uma vida melhor. Deve haver igualdade de oportunidades. Embora eu acredite que alguns nascem para liderar e outros para ser liderado. Dizer que é pobre em nossa sociedade de duas classes, é provável ser criminoso, eu acho que isso é errado.

Parece que muitos dos ricos estaria aqui cometendo crimes. O Brasil nunca vai chegar a ter a corrupção sob controle?
Estou convencido. O que está acontecendo é bom para o nosso país. Ninguém pensou que ele era tão ruim. Mas agora mostra toda a extensão da corrupção, e as pessoas andando na rua.

 Mas, por outro lado é protestado por ano. Antes da Copa do Mundo de 2014, centenas de milhares tomaram as ruas.

Mas você provavelmente não tinha ideia de quão ruim ele realmente é. Agora conclusões foram tiradas pela primeira vez. 
Eu acredito que a corrupção em nosso país vai ser cada vez menos tolerada nos próximos anos. E isso vai levar a menos corrupção - na política, bem como nos esportes.

Ansiosos para os Jogos Olímpicos em sua cidade natal?
Oh, sim. Eu sou um grande fã de esportes.

Você vai para o estádio? 
Eu estou tentando. Na Copa do Mundo Tenho visto alguns jogos ao vivo.

Além disso, a 7: 1 da equipe alemã contra o Brasil? 
Não. Eu vi com os amigos na TV. Para cada gol, os alemães me enviavam, meus primos do Bayern de
SMS e perguntou: O que está acontecendo com os brasileiros?

Você vê o jogo como uma humilhação? 
Foi realmente embaraçoso, mas o futebol é assim. O que nos surpreendeu: como justo os alemães
se comportando. Todos os jogadores foram respeitosos, havia piadas rachadas sobre o jogo, mas não havia sangue ruim entre as duas nações. Entre Brasil e Argentina, no entanto, não tem sido uma rivalidade assim. Tal como foi, por exemplo, Neymar na Copa do Mundo gravemente ferido por um colombiano no jogo,
os argentinos comemoraram abertamente.

Joga o futebol? 
Como bons brasileiros têm de jogar futebol. Eu jogo todas as semanas.

O que mais? 
Golfe, tênis, squash. E como uma criança eu andava com os meus avós.

É o Rio preparado para os Jogos Olímpicos? 
Estamos em um bom caminho, eu diria. Os brasileiros têm comparado aos alemães uma maneira mais relaxada, quando se trata de planejamento e organização. Aqui alguns fora de mão, alguns vão ser concluída mais tarde, mas no final tudo vai ficar bem. Como eu tenho certeza.

Fonte: http://www.faz.net/aktuell/stil/kaiserfamilie-in-brasilien-wir-gehen-mit-dem-volk-auf-die-strasse-14346108.html

Príncipe Dom Rafael do Brasil

Por: Kristyan Patrick

Por que ser monarquista no Brasil? O correto seria "como não ser monarquista?"

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Por que ser monarquista no Brasil? Como disse na legenda de uma postagem, o correto seria "como não ser monarquista?". Mas, claro, se vivêssemos em um país, ou melhor, em uma república que tivesse o mínimo de respeito pela história da nação, por suas tradições e conquistas.

Obviamente, esse não é o caso da República Federativa do Brasil, que curiosamente de república só tem o nome, e de federação, um "remendo" com Estados que necessitam da União, uma autonomia mais no papel do que na realidade, mas esse não é o tema do texto, e sim explorar os motivos para ser um monarquista no Brasil, de forma mais sucinta possível.

O Brasil, naturalmente se firmou como uma monarquia. É praticamente consenso entre os historiadores (nunca vi o contrário) que se o Brasil tivesse se tornado uma república, ele na verdade teria se desmembrado em vários países e não nesse colosso da América do Sul, isso sem falar de que obviamente, seriam repúblicas do mesmo nível das demais, dominadas por oligarquias, como inclusive, veio a ocorrer durante a república velha com mais força, mas que até hoje em várias localidades ainda existe, porém, mais fracas.

Na escola aprendemos sobre nossa monarquia de forma tão rápida que chega a ser ridículo, independência, noite das garrafadas, abdicação, regência, "golpe" da maioridade, guerra do Paraguai, proclamação (um eufemismo para golpe, como deveria ser chamado) da república...

O que eles esquecem de ensinar é que Pedro I abdicou por causa dos preconceitos contra portugueses, inclusive contra ele, que mesmo assim, a maioria não queria sua abdicação, esquecem ainda que as revoltas durante o Império do Brasil se deram justamente pela ausência do monarca, que após falecer em Portugal, se voltou para Pedro II, que mesmo criança, queriam que ele assumisse o trono, e consequentemente, o "golpe" nada mais foi do que uma forma de dar ao povo o que eles queriam, e precisavam! Pois depois disso, veio o período mais estável de nossa nação.

A própria Guerra do Paraguai, como disse José Murilo:
Testemunho inequívoco do patriotismo do imperador, a guerra serviu também como poderosos instrumento de construção da identidade brasileira. Antes dela, nenhum episódio havia unido tanto tantos brasileiros contra um inimigo comum. Calcula-se que 135 mil soldados, vindos de todas as províncias, participaram da guerra .(CARVALHO, 2008, p.124-125)

Mas até isso tentam distorcer, com mentiras como o Paraguai ser rico na época e várias outras sandices que carecem de documentação para provar, pura invenção de um descendente do ditador Solano Lopez. Desse período, quase nada é contado, esquecem de dizer que o país cresceu cera de dez vezes em 49 anos, que não existiram movimentos separatistas, que o Brasil era o único país do mundo a participar das exposições universais na América Latina, desde a década de 60, sendo o segundo a Argentina, já em 1889! Esquecem de informar que a Armada Imperial, o nome de nossa marinha, estava entre as mais poderosas do mundo, temida até pela Europa, entre vários outros feitos que mostram que já fomos um país influente e respeitado, que temos um período para realmente nos orgulharmos.

Isso tudo, sob uma monarquia parlamentar, com um parlamento de notáveis, uma elite que nunca mais vimos no país, como Nabuco de Araújo, Barão e Visconde de Rio Branco, Visconde de Ouro Preto, Joaquim Nabuco, Visconde de Taunay e outros...Isso sem falar da escravidão, que se não fosse pela posição da Casa Imperial desde o início, não duvido nada que durasse até a Segunda Guerra mundial, afinal até os EUA que se independeram antes do Brasil só libertaram os negros após uma sangrenta guerra com quase um milhão de mortos, aqui, o fim da escravidão veio com festas por todo o país, pena que isso custou a coroa, e consequentemente, uma enorme perda para o país.

É apenas um resumo dos motivos para ser monarquista, junte isso, e se pergunte, o que a república trouxe para nós, além de miséria, vergonha, e corrupção desenfreada? É com certeza um regime naturalmente mais frágil e que dá margem pra isso tudo, mas, será abordado em textos futuros...
 Fonte:

CARVALHO, José Murilo De. Perfis brasileiros: D. Pedro II, São Paulo, companhia das letras, 2008,


Dom Pedro II


Por: Krystyan Patrick




Fatos sobre a Monarquia Parlamentarista

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Você ainda acha a Monarquia uma coisa ruim?
Será que no Japão, Canadá, Austrália, Inglaterra, Espanha, ...as pessoas também acham isso? 
Você sabia que 18 dos 25 Países mais desenvolvidos do mundo são Monarquias?
Nós poderíamos estar entre eles!
Mas fomos enganados e saqueados pela República!

Fazem 127 anos que somos doutrinados a acreditar que o Império foi ruim! Sendo que na verdade foram os anos mais prósperos. Não tínhamos inflação e o crescimento anual era mais de 8%! Graças aos nossos dois Imperadores as fronteiras do Brasil foram preservadas e os separatistas não conseguiram dividir nosso País em vários outros. 

Em 1889 Dom Pedro II tinha mais de 90% de aprovação popular! Mesmo assim os 9% de Escravocratas descontentes com a recém libertação dos negros e os míseros 1% de Republicanos conseguiram convencer alguns Militares a dar o golpe da República! Expulsaram a Família Imperial e proibiram os jornais e o povo a tocar no assunto! Ainda assim mais de 200 mil pessoas foram assassinadas por defenderem a volta da Monarquia!

Dom Pedro II falava 23 diferentes idiomas sendo fluente em 17, inclusive o Tupi Guarani.
Até hoje é considerado o maior defensor da Educação. Construiu escolas com seu próprio salário e pagou os estudos de muitos inclusive em renomadas universidades estrangeiras! O Próprio traidor Deodoro da Fonseca foi bancado por ele, além de importantes nomes como Carlos Gomes, Victor Meirelles, Pedro Américo, Gonçalves Dias e Gonçalves Magalhães. 

Dom Pedro II criou a segunda escola do Mundo para pessoas com necessidades especiais. Construiu a Escola de Engenharia de Minas Gerais. Transformou o Colégio Pedro II em padrão para ser seguido por todas as Províncias e multiplicou as Escolas Primárias. Ele próprio também ministrava aulas. 
A educação foi apenas uma das várias outras qualidades do Império.

Fomos o segundo País do mundo a ter o telefone e o primeiro das Américas a ter um cabo submarino para comunicação com a Europa. Tínhamos a segunda maior malha ferroviária. A segunda maior marinha. Eramos a quarta economia do mundo...sem inflação, com uma moeda equivalente a Libra e até superior ao Dólar.

A Constituição do Império até hoje é considerada a terceira mais duradoura do Mundo e fomos o nono Império mais grandioso da história da Humanidade! 
Graças a Dom Pedro II temos a maior área urbana reflorestada do mundo, a Floresta da Tijuca.

Encerro com as últimas palavras de um poema de Dom Pedro II no exílio...
"Sereno, aguardarei no meu Jazigo a Justiça de Deus, na voz da História".

Pavilhão pessoal dos príncipes reais, adaptado com bandeira do Reino do Brasil de setembro a dezembro de 1822.

Bandeira do Império do Brasil durante o Primeiro Reinado (19 estrelas).

Bandeira do Império do Brasil durante o Segundo Reinado (20 estrelas).

Por: Everthon Garcia