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O fim da Guerra Cisplatina

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Termina a Guerra Cisplatina no dia 27 de agosto de 1828.

É realizada sob mediação inglesa a Convenção Preliminar de Paz entre 11 e 27 de Agosto, para o acordo diplomático entre o Império do Brasil e a Argentina pondo fim à Guerra Cisplatina.

A Convenção culminou com a assinatura do Tratado do Rio de Janeiro de 1828 e do Tratado de Montevidéu que deu independência à província que passou a ser a República Oriental do Uruguai.

O resultado final da Guerra, apesar de ser considerado um empate, foi favorável ao Brasil, pois a Marinha Imperial teve supremacia, bloqueando o Rio da Prata e causando severos problemas econômicos na Argentina e reconhecendo a soberania brasileira sobre os “Sete Povos das Missões”, porém foi desfavorável na medida em que se perdeu a Província Cisplatina.

Imagem: "Combate de Punta Colares", José Murature, 1865.


O início da Guerra Cisplatina

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Início da Guerra Cisplatina no dia 19 de abril de 1825.

Um movimento emancipacionista da Província Cisplatina apoiado pela Argentina e liderado pelo militar Juan Antonio Lavalleja leva à Guerra quando ele e seu grupo chamado “Trinta e Três Orientais” desembarcam na Província Cisplatina. Oficialmente o Imperador declara guerra em 10 de Dezembro de 1825.

O início dos conflitos se dá no final de 1826 e Dom Pedro I parte para o front em 29 de Novembro, moralizando e reorganizando as tropas e a administração, tendo que retornar pouco tempo depois devido ao falecimento da Imperatriz Dona Leopoldina.

Imagem: "Segunda posición del combate naval de los pozos. Guerra contra el Imperio del Brasil", José Murature, sec. X