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Mostrando postagens com marcador Alemanha Nazista. Mostrar todas as postagens
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O Massacre da Fossa Ardeatine

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24 de Março de 1944.

Neste dia decorria o Massacre da Fossa Ardeatine.

A fossa Ardeatine era um conjunto natural de grutas e cavernas na região de Roma, tendo sido no passado utilizado como pedreira para as grandes construções da Roma antiga.

As forças alemãs na Itália em 1944, país cuja metade sul estava sob o domínio aliado e a metade norte sob o domínio nazista, viviam sob constantes ataques dos rebeldes partisans.

E no dia 23 de Março, uma coluna formada pela 11ª Companhia alemã, pertencente ao 3º Batalhão do Regimento de Polícia das SS "Bozen", foram atacados numa emboscada enquanto se deslocavam por uma estreita rua em direção à Piazza di Spagna, em Roma.

O ataque foi conduzido por 16 rebeldes italianos, que fizeram explodir uma bomba, atacando os soldados em seguida com tiros de fuzil e pistola, resultando na morte de cerca de 28 soldados das SS.
O chefe de segurança de Roma, o SS Obersturmbannführer Herbert Kappler, visitou o local e, impressionado pela cena, ordenou imediatamente que fossem tomadas medidas de retaliação.
Iniciou a criação de uma lista de nomes de italianos que deveriam ser mortos e, na tarde do dia seguinte tinha listado 271 civis, muitos deles presos políticos, para além de 57 judeus.

Na tarde do dia 24 de Março foram colocados em caminhões e levados para a fossa Ardeatine, sob a supervisão dos oficiais das SS Erich Priebke e Karl Hass.

Eram levados para o interior das grutas em grupos de 5 e os soldados, muitos deles bêbados para cumprirem as ordens de execução mais facilmente, matavam as vítimas com tiros na nuca.

Para que os corpos coubessem melhor na gruta, as vítimas eram obrigadas a deitarem-se sobre os corpos dos mortos na leva anterior.

Após a execução das 335 vítimas, engenheiros militares alemães detonaram explosivos na entrada, soterrando-a parcialmente.

Os corpos foram encontrados e identificados após a guerra, com o local tendo sido transformado num Cemitério e num Monumento Nacional aberto à visitação pública.








Fonte - Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts


Documentário - A Megalomania de Hitler

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Sinopse: A megalomania de Hitler não tinha limites. Desde o começo da guerra, suas estratégias planejavam atacar os Estados Unidos. No mais audacioso dos planos, bombardeiros alemães desabariam sobre os arranha-céus de Manhattan como bombas. Hitler compreendia o enorme poder simbólico dos arranha-céus de Manhattan. Ele estava convencido de que estas missões suicidas teriam um impacto psicológico devastador nos Estados Unidos e, com este plano, o regime nacional-socialista esperava mudar o curso da guerra. Através de relatos de testemunhas contemporâneas, material de arquivo e os planos originais de construção, mostraremos como esta destrutiva fantasia e seu monstruoso produto, o America Bomber transformaram-se em um desejo coletivo e indiscriminado de destruição.

A Megalomania de Hitler (Dublado) Documentário Completo National Geographic.

Adolf Hitler

Documentário - A Megalomania de Hitler



O Pacto Anti-Comintern

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No dia 25 de Novembro de 1936, seria assinado o Pacto Anti-Comintern entre o Terceiro Império Alemão (mais conhecido como Alemanha Nazista, já que "Reich" designa "Império" ou "Reino", mas na Alemanha de Hitler não existia Imperador ou Rei nenhum) e o Império Japonês, marcando uma das diversas etapas da revolução diplomática alemã na década de 30 do século XX, e o início de uma série de tratados que culminariam em criar a aliança militar conhecida como Eixo (ou Eixo Roma-Berlim-Tóquio). Este pacto buscava a união de diferentes nações mundo afora (geralmente regimes autoritários) com o objetivo de impedir a entrada do comunismo em seus países, ou seja, bloquear a "Comintern", sigla de "Internacional Comunista". Esta organização internacional, fundada por Lenin, buscava a integração dos diversos partidos comunistas de todos os continentes em torno do mesmo objetivo: a queda do capitalismo e a ditadura do proletariado sendo cada vez mais difundida entre os diferentes países.

Adolf Hitler, enquanto declarado anti-comunista e nacionalista exacerbado, comandaria esforços para que o avanço do comunismo pela Europa e demais continentes fosse barrado, assinando inicialmente com o Japão o Pacto, que previa a ajuda mútua para defender os interesses comuns em caso de um ataque da URSS. Um dos empecilhos que os nazistas encontraram foi que a Alemanha era, historicamente, uma aliada chinesa, e o Japão era, também historicamente, o pior inimigo dos chineses, com conflitos recentes (para a época) entre os dois. Numa vitória diplomática, eles imporiam o conceito do nacionalismo e da proteção da pátria contra os comunistas (que preocupavam o Partido Nacionalista Chinês assim como o Império Japonês, e fariam ambas as nações assinar o Pacto Anti-Comintern.

A Alemanha Nazista, em 1939, viria a romper com este tratado, assinando um Pacto de Não-Agressão com a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, mais conhecido como Pacto Molotov-Ribbentrop. Como poderia assinar um acordo de não agressão com a União Soviética, enquanto com os demais países do mundo fazia tratados para se proteger de um possível ataque soviético? Mas os japoneses compreenderam a política externa alemã: tratando com o Reino Unido para isolar a URSS e com estes para isolar os britânicos,

Adolf Hitler tentava ganhar tempo num possível ataque à França ou à Polônia, visando que a luta em duas frentes não ocorresse: acabaria com as democracias ocidentais antes de enfrentar as garras do urso soviético, ou vice-versa. Assim, o Pacto duraria os cinco anos pelos quais foi proposto, até que no ano de 1941 fosse renovado por mais cinco. Infelizmente para os membros deste acordo, a Alemanha Nazi não duraria mais cinco anos após 1941 para que renovassem a aliança.

IMAGEM= O Pacto Anti-Comintern, fotografado nos arquivos do Ministério das Relações Exteriores do Japão.

Horten Ho 229

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Baseado no conceito da 'Asa Voadora', foi um avião de guerra (caça) supersônico da Alemanha Nazista, com asas fixas e fuselagem definida, tripulação, equipamento e cargas ficam alojados no interior protegido da sua estrutura.

Foi projetado pelo Major da Luftwaffe Walter Horten e seu irmão Oberleutnant Reimar Horten, que tinham experiência com planadores sem cauda desde 1931. Os irmãos Horten estavam convencidos que tal "asa voadora" seria um desenho de aeronave fora de série uma vez que proporcionaria o mínimo arrasto. Eles descobriram que, se a asa tivesse uma curvatura correta (em forma de sino), ela seria tanto estável como controlável. Seus primeiros protótipos propelidos foram construídos no final da década de 1930 e foram equipados com dois motores voltados para ré.

Durante o início da década de 1940 eles encontraram dificuldades para obter suporte financeiro oficial para seu projeto, até que relatórios da inteligência sobre os Estados Unidos revelaram que a Northrop Corporation estava desenvolvendo sua própria "asa voadora".

Em 1943 os irmãos Horten iniciaram o trabalho num protótipo de asa voadora impulsionada por turbo-jatos, o Horten Ho IX V2. Este caça-bombardeiro foi feito seguindo as especificações gerais de Hermann Göring, de que toda nova aeronave deveria carregar 1.000 kg de bombas, voar a 1.000 km/h e ter um alcance mínimo de 1.000 km. Devia também poder carregar canhões de 30mm.

O primeiro protótipo desta aeronave foi inicialmente feito com madeira compensada e cola, principalmente na seção das asas, para que seu peso diminuísse, além do que os suprimentos de duralumínio já estavam ficando escassos, e os custos de produção precisavam ser reduzidos. Os irmãos Horten também acreditavam que uma asa de madeira seria menos danificada que uma de metal quando atingida por um disparo de canhão. A construção em madeira, pintada com uma mistura de cola e carvão difundiria as ondas de radar, tornando o Ho-229 indetectável aos radares da época. Uma vez que o protótipo do Ho IX V2 não possuia cauda, dois flaps de mergulho, acima e debaixo de cada extremidade de asa, providenciavam o controle direcional.

O piloto obtinha controle lateral e longitudinal movendo placas centrais e distais montadas no bordo de fuga da asa. Para melhor visibilidade, o compartimento do piloto foi colocado o mais adiante possível. Os primeiros testes com o protótipo designado Ho-229V1 ainda sem motores, foram feitos em Göttingen em março de 1944. Após estes testes a aeronave viria a ser equipada com motores Jumo 004B.

Como piloto de testes foi escolhido o Leutenant Erwin Ziller, e após o primeiro vôo motorizado do protótipo Ho-229V2, em 2 de fevereiro de 1945, o piloto relatou que a aeronave tinha excelentes características aerodinâmicas. Satisfeito com o vôo inicial o Ministério do Ar alemão encomendou 40 exemplares que seriam produzidos pela Gothaer Waggonfabrik e designado 8-229. Porém ainda em fevereiro de 1945, noutro dia de testes tendo novamente como piloto o Leutenant Ziller, a aeronave durante o vôo apresentou falha no motor de estibordo e na tentativa do pouso, a aeronave tocou o solo, deslizou e tombou, ocasionando a morte de Ziller.

Apesar do protótipo Ho-229V2 ter acumulado apenas duas horas de vôo, o projeto foi posto em produção na fábrica da Gotha para ser avaliado pela Luftwaffe, onde seria designado de Gotha Go 229. Várias versões produzidas, incluindo caças e aeronaves de treinamento biposto para qualquer condição de tempo, bem como os monopostos A-0 caça-bombardeiros, estavam quase completos inclusive os modelos Ho-229V3 e V4, quando a fábrica Gotha foi capturada pelo exército americano em abril de 1945. O protótipo Ho-229V3 foi levado para os Estados Unidos e hoje se encontra na coleção do Smithsonian Museum para fins de restauração.

Os irmãos Horten também tinham sido contratados para desenvolver um bombardeiro propelido por seis turbojatos com alcance de 6.500 km, bem como trabalhavam num projeto de asa voadora super-sônica e num outro para transporte de passageiros. Se a guerra com a Alemanha tivesse se prolongado, o Go 229A-0 provavelmente teria entrado em serviço na Luftwaffe no final de 1945 ou início de 1946.

Imagem: Ilustração de um esquadrão de Horten atacando durante a Segunda Guerra Mundial.

O General Werner von Fritsch, o 2º General alemão a ser morto na Segunda Guerra Mundial

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26 de Setembro de 1939.

Neste dia o General Werner von Fritsch era enterrado em Berlim. Foi o 2º General alemão a ser morto na guerra.

O General von Fritsch, apesar de um grande apoiante do nazismo, via nas SS de Heinrich Himmler uma grande ameaça para a Werhmacht (as Forças Armadas alemãs).

A sua rivalidade com Himmler cresceu a tal ponto que em 1938 o General von Fritsch convocou Himmer para um duelo de pistolas, uma convocação que acabou por não ser entregue pelo General Gerd von Rundstedt, o oficial que tinha ficado responsável pela tarefa.

Toda essa rivalidade tinha começado algum tempo atrás quando Himmler e Hermann Göring acusaram o General von Fritsch de ser homossexual.

Apesar de aparentemente infundada, essa acusação levou ao fim da carreira do General von Fritsch.
Com essa acusação Himmler e Göring eliminaram um grande entrave nas Forças Armadas alemãs para o crescimento das SS.

E no dia 22 de Setembro de 1939, enquanto inspecionava a frente de combate, o General von Fritsch foi atingido por um tiro na coxa esquerda. De acordo com o seu ajudante de campo:
"Eu estava conversando com o General von Fritsch quando ele foi atingido por um tiro ou estilhaço na coxa esquerda.

Caiu imediatamente ao solo e quando nos aproximamos para prestar-lhe ajuda, limitou-se a dizer: 'Não se preocupe, está tudo bem.'
Menos de um minuto depois já estava morto."

E neste dia, 29 de Setembro, o General von Fritsch era enterrado em Berlim. Nem Himmler, nem Göring e nem Hitler estiveram presentes no enterro.

Com a sua morte as SS de Himmler tinham o caminho completamente aberto para crescerem como uma autêntica força paramilitar no interior das Forças Armadas alemãs.

General Werner von Fritsch

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/

O piloto alemão Hans-Joachim Marseille, o "Estrela da África"

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24 de Agosto de 1940,

Neste dia o piloto alemão Hans-Joachim Marseille, que mais tarde seria conhecido como o "Estrela da África", alcançava a sua primeira vitória aérea.

Marseille, pilotando um Messerschmitt Bf 109, envolveu-se num combate de 4 minutos sobre o Canal da Mancha contra um Hurricane britânico, perto da costa de Kent.

Num movimento rápido Marseille fez subir o seu Bf 109, iniciando logo em seguida uma rápida e acentuada descida, momento no qual disparou as suas armas, atingido o motor do Hurricane e provocando a sua queda no mar.

Ao retornar à base Marseille recebeu uma dura reprimenda do seu comandante, já que a sua vitória foi alcançada após abandonar o seu ala. Ao violar uma das regras mais básicas da aviação de caça, Marseille ficou muito mal visto pelos seus companheiros.

Mais tarde neste mesmo dia Marseille escreveria no seu diário:
"Não me sinto feliz por essa vitória. Em breve uma mãe receberá a notícia da morte do seu filho e isso não me pode deixar contente."

Marseille acabaria por alcançar 158 vitórias combatendo exclusivamente pilotos britânicos sobre o Canal da Mancha ou na África do Norte, sendo por isso o piloto com o maior número de vitórias combatendo exclusivamente na Frente Ocidental, já que na Frente Oriental era frequente encontrarem-se pilotos com mais do que 100 ou 200 vitórias, com o recordista Erich Hartmann tendo alcançado 352 vitórias aéreas, 345 das quais contra pilotos soviéticos, na sua maioria inexperientes e mal equipados.

Marseille morreria num acidente aéreo na África do Norte no dia 30 de Setembro de 1942, aos 22 anos, ao comando de um Bf 109.

Hans-Joachim Marseille.

Hans-Joachim Marseille.

Hans-Joachim Marseille.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/ 

A morte de Hanna Reitsch, a mais famosa aviadora alemã da história

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24 de Agosto de 1979.

Neste dia morria em Frankfurt, aos 67 anos, Hanna Reitsch, a mais famosa aviadora alemã da história.

Hanna interessou-se pela aviação muito cedo, dedicando-se aos planadores quando tinha apenas 20 anos.

Abandonou o curso de medicina em Kiel para dedicar-se integralmente à aviação, aceitando um emprego de instrutora de planadores.

Em 1935 tornou-se piloto de testes, tendo se destacado no teste e no aperfeiçoamento do famoso bombardeiro alemão de mergulho Junkers Ju 87 Stuka.

Durante a guerra continuou a sua rotina de piloto de testes, tendo sido uma das primeiras pessoas a voar no Messerschmitt Me 163 Komet, o primeiro caça movido a foguetes da história, com o qual sofreria um grave acidente em 1942 que a obrigaria a permanecer 5 meses em recuperação.

Em Fevereiro de 1944 apresentou pessoalmente à Adolf Hitler uma idéia para a criação de uma unidade especial na Luftwaffe de pilotos suicidas, mas a idéia não agradou a Hitler.

Em Outubro de 1944 chegou às suas mãos um panfleto lançado por bombardeiros britânicos que denunciavam a execução de milhões de judeus, ciganos, comunistas e prisioneiros de guerra em câmaras de gás nos campos de concentração e extermínio alemães.

Hanna, que tinha livre acesso a Heinrich Himmler, confrontou-o com o panfleto. Himmler limitou-se a perguntar se ela acreditava naquilo e a sua resposta foi:
"Claro que não, mas você precisa fazer algo para acabar com essas mentiras."
Era, portanto, uma nazista fervorosa, algo que sempre fez questão de frisar mesmo depois do fim da guerra em estrevistas a revistas e programas de televisão.

No dia 26 de Abril de 1945, com a capital alemã completamente cercada pelo Exército Vermelho, conseguiu a proeza de pousar em Berlim à bordo de um pequeno avião de observação Fieseler Fi 156 Storch. Esteve com Hitler nos dois dias seguintes, alcançando no dia 28 de Abril uma nova proeza ao decolar e fugir da cidade à bordo desse mesmo aparelho.

Após a guerra continuou a dedicar-se à carreira da aviação, estabelecendo vários recordes ao comando de planadores.

Foi convidada por diversos líderes mundiais, inclusive pelo Presidente John F. Kennedy em 1961.
Morreu neste dia, 24 de Agosto de 1979, aos 67 anos, de ataque cardíaco.
Numa entrevista dada em 1970 disse que:
"(...) Eu ainda acredito no nacional socialismo e ainda uso a Cruz de Ferro que me foi dada por Hitler. (...)"
Essa sua submissão à um regime tirano e désposta perseguiu-a e acabaria por manchar a sua memória após a sua morte.

Hanna Reitsch recebendo a Cruz de Ferro de 2ª Classe das mãos de Adolf Hitler em Março de 1941

Hanna Reitsch logo após receber a sua Cruz de Ferro de 2ª Classe das mãos de Adolf Hitler em Março de 1941.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/


O Tenente General Friedrich-Wilhelm Müller, conhecido como o "Carniceiro de Creta"

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22 de Agosto de 1944.

Neste dia o Tenente General Friedrich-Wilhelm Müller, conhecido como o "Carniceiro de Creta", ordenava o início daquilo que viria a ser conhecido como o "Holocausto de Kedros".
O objetivo dessa ação era intimidar a população local e desestimular ações de guerrilheiros diante do iminente recuo das forças alemãs para Chania.

Nesta ação as ordens emitidas por Müller eram claras:
. Pilhar e queimar todas as aldeias na região de Kedros e executar qualquer civil que aparentasse ter relações com os movimentos guerrilheiros locais.
Nos dias seguintes seriam destruídas as seguintes aldeias: Gerakari, Gourgouthi, Kardaki, Vryses, Smiles, Drygies, Ano Meros, e Chordaki.
No total seriam executados 164 civis, 25 dos quais crianças com menos de 12 anos.

O massacre foi executado pelo 16º Regimento da 22ª Divisão de Infantaria Luftlande.

Nesta fotografia vemos o Tenente General Friedrich-Wilhelm Müller, responsável pelo massacre.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/


A rendição da Alemanha Nazista

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7 de maio de 1945.

Há 71 anos, o general Alfred Jodl - representando o Alto Comando Alemão e com a autorização do Almirante Karl Dönitz, sucessor de Hitler - assinou os termos da rendição incondicional alemã perante as tropas aliadas. De início, o objetivo do general Jodl era restringir os termos da rendição alemã apenas às forças que ainda lutavam contra os aliados ocidentais, mas o general Eisenhower exigiu a rendição completa de todas as forças alemãs. Caso a exigência não fosse aceita, Eisenhower fecharia toda a frente ocidental, deixando os alemães à mercê do Exército Vermelho.

Após alcançar sua extensão máxima em 1942, o Terceiro Reich começou a declinar e a sofrer grandes baixas. Após uma série de fracassos, motivados principalmente por delírios do ditador nazista e por suas interferências no exército alemão, o tão sonhado Reich nazista se via, em 1945, restrito à apenas uma fração do território originalmente alemão. Delirante com uma vitória impossível, Hitler, desobedecendo aos conselhos de todos os seus generais, optou por se manter em Berlim até o último minuto, provavelmente devido à sua política de "nunca recuar".

Enclausurado em seu bunker e sendo alvo constante da artilharia soviética, Hitler cometeu suicídio no dia 30 de abril, deixando Joseph Goebbels como Chanceler e o Almirante Karl Dönitz como presidente. Goebbels se suicidou junto de sua família no dia seguinte. Após uma semana de luta por uma causa perdida, Jodl assinou, com o consentimento de Dönitz, o primeiro ato da capitulação alemã. Um dia depois, no dia 8 de maio, uma cerimônia foi realizada - exigência de Stalin - e uma nova ata foi assinada, garantindo a liquidação do Partido Nazista, o desarmamento alemão e a libertação dos prisioneiros de guerra.

Há exatos 71 anos, o general Alfred Jodl - representando o Alto Comando Alemão e com a autorização do Almirante Karl Dönitz, sucessor de Hitler - assinou os termos da rendição incondicional alemã perante as tropas aliadas. De início, o objetivo do general Jodl era restringir os termos da rendição alemã apenas às forças que ainda lutavam contra os aliados ocidentais, mas o general Eisenhower exigiu a rendição completa de todas as forças alemãs. Caso a exigência não fosse aceita, Eisenhower fecharia toda a frente ocidental, deixando os alemães à mercê do Exército Vermelho.

Após alcançar sua extensão máxima em 1942, o Terceiro Reich começou a declinar e a sofrer grandes baixas. Após uma série de fracassos, motivados principalmente por delírios do ditador nazista e por suas interferências no exército alemão, o tão sonhado Reich nazista se via, em 1945, restrito à apenas uma fração do território originalmente alemão. Delirante com uma vitória impossível, Hitler, desobedecendo aos conselhos de todos os seus generais, optou por se manter em Berlim até o último minuto, provavelmente devido à sua política de "nunca recuar".

Enclausurado em seu bunker e sendo alvo constante da artilharia soviética, Hitler cometeu suicídio no dia 30 de abril, deixando Joseph Goebbels como Chanceler e o Almirante Karl Dönitz como presidente. Goebbels se suicidou junto de sua família no dia seguinte. Após uma semana de luta por uma causa perdida, Jodl assinou, com o consentimento de Dönitz, o primeiro ato da capitulação alemã. Um dia depois, no dia 8 de maio, uma cerimônia foi realizada - exigência de Stalin - e uma nova ata foi assinada, garantindo a liquidação do Partido Nazista, o desarmamento alemão e a libertação dos prisioneiros de guerra.

7 de maio de 1945. Há 71 anos, o general Alfred Jodl - representando o Alto Comando Alemão e com a autorização do Almirante Karl Dönitz, sucessor de Hitler - assinou os termos da rendição incondicional alemã perante as tropas aliadas.


Operação Barbarossa

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''Quando a Operação Barbarossa começar, o mundo irá segurar a respiração e fazer nenhum comentário''
--Adolf Hitler em sua última reunião com seus generais antes da invasão à Rússia.

A Operação Barbarossa foi a grande jogada da Alemanha Nazista contra a União Soviética em dezembro de 1941 e foi sua grande derrota na Segunda Guerra Mundial. Embora as baixas dos russos tenha sido 4x maiores, esta operação foi um fracasso para os alemães devido ao inverno russo.

À época do ataque, os soviéticos eram praticamente aliados dos nazistas, pelo chamado Tratado Molotov-Ribbentrop (sobrenome dos diplomatas russo e alemão respectivamente), que garantia a não-agressão entre estas nações, ou seja, que Hitler não atacaria Stalin e vice-versa. Este tratado é quebrado pelo Führer com a Operação Barbarossa, que visava uma guerra rápida para quebrar com as defesas soviéticas antes que o inverno daquelas terras chegasse (para tal a Operação se iniciou no verão). O sucesso da determinação defensiva russa em Stalingrado, Leningrado e Moscou estagnaria o front oriental, tirando a vantagem da surpresa aos alemães e lhes tirando recursos e homens que poderiam estar sendo usados contra os ingleses no Oeste.

Foram perdidos cerca de 500.000 soldados nazistas
Enquanto a URSS perdeu cerca de 3 milhões de soldados.

O nome "Barbarossa" ou Barba-Ruiva é homenagem a Frederico I, lendário Imperador do Sacro Império Romano-Germânico.




O juramento dos soldados alemães para o ditador Adolf Hitler

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8 de Agosto de 1934.

Neste dia, num ato bastante controverso e criticado por muitos comandantes militares alemães, o ditador Adolf Hitler exigia que o juramento dos militares da Wehrmacht deixasse de ser feito ao país e que passasse a ser feito diretamente à ele.

A versão anterior do juramento especificava que a lealdade do soldado era devida à Alemanha e à construição do país, mas o texto da nova versão dizia que:
"Eu faço diante de Deus esse sagrado juramento ao Líder do império Alemão e do povo, Adolf Hitler, comandante supremo das forças armadas, ao qual renderei obediência incondicional e que, como um bravo soldado, estarei preparado para dar a minha vida por esse juramento."

A Alemanha passava assim a ser um dos únicos países do mundo onde o juramento dos militares era feito diretamente ao líder e não ao país.

Ao fazer esse juramento os soldados alemães deixavam de lado os interesses do país e passavam a lutar pura e simplesmente pelos interesses pessoais de Adolf Hitler.



Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts 

O Príncipe Nazista

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Josias Georg Wilhelm Adolf
Herdeiro do Principado de Waldeck e Pyrmont de 1896 até 1946; Príncipe de Waldeck e Pyrmont e Chefe da Família Principesca de 1946 até sua morte em 1967

Sua Alteza Sereníssima Josias, o Príncipe de Waldeck e Pyrmont

A Vida do Príncipe Josias é de grande importância no Terceiro Reich. Ele se juntou ao Partido Nazista e acabou se tornando um General na Waffen-Schutzstaffel.

Ele era supervisor do Campo de Concentração de Buchenwald, mas não foi o comandante dele. Nesta função, ele resolveu algumas das injustiças que Karl-Otto Koch, comandante de Buchenwald havia cometido. Tal como a execução de Dr. Krämer e Karl Peixof que foram condenados à morte simplesmente por esconder que Koch estava sofrendo de sífilis; e o assassinato de um prisioneiro pela tentativa de fuga apenas descoberta que Koch ordenou-lhe para obter água de um poço fora do acampamento, e também estava envolvido no tratamento da sífilis.

Uma investigação completa foi lançada pelo Príncipe Josias e acusou-se Koch de assassinato e desvio de bens roubados de prisioneiros. Koch e alguns outros oficiais do acampamento foram considerados culpados e foram executados.

Apesar de não ser o comandante do campo de concentração de Buchenwald, o Príncipe Josias foi considerado culpado dos crimes no campo de concentração por um tribunal americano em Dachau. Ele foi condenado à prisão perpétua, mas adoeceu e foi liberado depois de cumprir apenas três anos de sua sentença. Ele recebeu anistia do Ministro Presidente da Hesse, que reduziu a multa drasticamente.

Antes de ser um Waffen-SS Geral, foi nomeado ajudante de Sepp Dietrich, e mais tarde tornou-se ajudante e chefe do pessoal de Heinrich Himmler. Ele também atuou como membro do Reichstag para Düsseldorf-Oeste neste momento ele era tenente-general da SS. Hitler, pessoalmente, fez dele um membro da Ordnungspolizei e nomeou-o Alto Comissariado da Polícia na França ocupada pelos alemães.

Príncipe Nazista Josias Georg Wilhelm Adolf





A princesa louca e o campo de concentração

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Uma pequena curiosidade:
Dona Maria Carolina, nascida em 1899 na Áustria, era filha de Augusto Leopoldo de Saxe-Coburgo e Bragança, Príncipe do Brasil, e de Carolina Maria de Habsburgo-Lorena, Arquiduque da Áustria.

A Princesa Maria Carolina sofria de um distúrbio psiquiátrico e foi internada em uma clínica psiquiátrica em Schladming, na Áustria.

Em 1938, a Alemanha Nazista anexou a Áustria como parte de seu território. Em 1941 a Princesa foi levada para o Campo de Concentração de Hartheim, na Áustria. A princesa e os demais pacientes foram executados em câmaras de gás, vítimas do Aktion T4, programa de eugenesia e eutanásia obrigatória da Alemanha Nazista.

Imagem: Dom Augusto Leopoldo, seus filhos e sua esposa a Arquiduquesa Carolina Maria, carregando em seu colo a Princesa Maria Carolina, 1901.