Total de visualizações

Teste Teste Teste Teste


Marcadores

Marcadores

Seguidores

Mais Notícias$type=three$author=hide$comment=hide$readmore=hide

Imagens de tema por Storman. Tecnologia do Blogger.

POLÍTICA$type=sticky$count=4

Label Manager

ECONOMIA$type=carousel

Mostrando postagens com marcador Imperador Dom Pedro II. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Imperador Dom Pedro II. Mostrar todas as postagens

A melhor lembrança

- Nenhum comentário
Com frequência, o Imperador Dom Pedro II visitava as oficinas de máquinas e estaleiros do Arsenal de Marinha, para analisar e revistar de perto os trabalhos e avanços que lá estavam sendo realizados.

Numa dessas visitas, o Soberano procurou pelo Tenente-Coronel José Carlos de Carvalho, herói na Guerra do Paraguai, ao ter chefiado a Comissão de Engenheiros. O Imperador logo foi informado de que o Tenente-Coronel se encontrava trabalhando nas caldeiras.

Lá chegando, estendeu a mão ao Tenente, que o cumprimentou, mas logo se desconcertou por ter sujado a mão de Sua Majestade, e pediu uma bacia com água e uma toalha. O Imperador disse:

— Não precisa. É a melhor lembrança que posso levar da visita de hoje, onde encontro o Tenente Carvalho com a blusa de operário das oficinas deste arsenal.

- Baseado em trecho do livro "Revivendo o Brasil-Império", de Leopoldo Bibiano Xavier.

Imperador Dom Pedro II


O Imperador Dom Pedro II falece

- Nenhum comentário
O Imperador Dom Pedro II falece no dia 5 de dezembro de 1891 em Paris.

Após a morte da Imperatriz Dom Pedro II sofreu muito. Enquanto a Princesa Dona Isabel se fixou no Castelo d’Eu, e seu neto Dom Pedro Augusto em Viena, no Palácio Coburgo, o Imperador constantemente acompanhado por eles viveu em Paris passando temporadas em Cannes para tratar da saúde, porém sempre em hotéis modestos.

Em seus últimos anos o Imperador Dom Pedo II dependeu de empréstimos de amigos e viveu depressivamente sem quase nenhum recurso longe da terra que amava.

Instalado no hotel Bedford em Paris, Dom Pedro II caiu doente com pneumonia após um passeio ao longo do Sena. Falecendo após uma piora de seu quadro às 00:35 de 5 de Dezembro de 1891. Suas últimas palavras foram “Deus que me conceda esses últimos desejos, paz e prosperidade para o Brasil”, com o pedido que fosse enterrado com um pacote que continha terra de todas as províncias brasileiras, mantido por ele em seu quarto.

Seu funeral foi um dos maiores da capital francesa, com honras de Estado e contando com o comparecimento de grande parte da realeza europeia, entre eles o Rei Francisco II das Duas Sicílias, a Rainha Isabel II da Espanha e Luís Filipe, Conde de Paris. Diplomatas representando todos os países, com exceção do Brasil, os membros do Senado e da Câmara de Deputados da França, com diversas outras autoridades, entre eles o General Joseph Brugère, representando o Presidente Sadi Carnot estiveram presentes, assim como praticamente todos os membros da Academia Francesa, do Instituto de França, da Academia de Ciências Morais e da Academia de Inscrições e Belas-Artes. Ao todo o cortejo fúnebre foi acompanhado por 300 mil pessoas. O imperador foi enterrado no Panteão dos Bragança dia 12 de Dezembro.

No Brasil a comoção foi geral, apesar das tentativas do governo republicano abafar. Foram realizadas missas solenes, o povo fechou o comércio e colocou bandeiras do Império a meio pau, assim como andou com trajas e laços pretos nas roupas para prestar homenagens ao “Órfão da Nação”.



Imagem: Dom Pedro II morto, Félix Nadar, 1891.

Dom Pedro II trata da saúde na Europa

- Nenhum comentário
Dom Pedro II trata da saúde na Europa no dia 30 de Junho de 1887.

O Imperador Dom Pedro II com a saúde frágil partiu do Brasil em 30 de Junho de 1887, acompanhado da Imperatriz Dona Teresa Cristina e de seu neto Dom Pedro Augusto de Saxe-Coburgo e Bragança, para sua última viagem ao exterior como Imperador do Brasil. Dom Pedro II visitou Portugal, França, Alemanha, Bélgica e Itália.

Na Europa o Imperador Dom Pedro II ficou aos cuidados dos médicos Charles-Joseph Bouchard e Jean-Martin Charcot, passando dois meses na cidade Alemã de Baden-Baden, uma estação de tratamento por águas termais. O Imperador Dom Pedro II inicialmente respondeu ao tratamento obtendo significativa melhora.

Em 3 de Maio de 1888, em Milão, Dom Pedro II teve uma recaída fortíssima na qual agonizou por muito tempo. Seu médico particular o Visconde Cláudio Velho da Mota Maia, futuro Conde da Mota Maia, foi chamado com urgência, assim como um padre que lhe deu a extrema-unção.

O Imperador Dom Pedro II ao receber a notícia da assinatura da Lei Áurea em Milão, enquanto ainda se recuperava, chorou profudamente de emoção. Dom Pedro II retornou ao Império, ainda muito doente, em 22 de Agosto de 1888 a bordo do navio Congo,

Imagem: Dom Pedro II, Dona Teresa Cristina e Dom Pedro Augusto partindo para Europa, Arsênio Neumão da Câmara, 1887.

Dom Pedro II inaugura a Exposição Universal da Filadélfia

- Nenhum comentário
Dom Pedro II inaugura a Exposição Universal da Filadélfia no dia 25 de maio de 1876 em Filadélfia.

Dom Pedro II ao lado do Presidente dos Estados Unidos Ulysses S. Grant inaugurou a Exposição Universal da Filadélfia em 25 de Maio de 1876, nas comemorações do centenário da independência dos EUA.

O Brasil era o único país da América Latina participando regularmente do evento, contando com um magnífico pavilhão, a intenção era a propaganda nacional, mostrando além do lado exótico um país tão civilizado quanto qualquer outro Europeu.

Entre os inúmeros pavilhões, o Imperador Dom Pedro II notou o inventor Alexander Graham Bell, com quem já tinha contato e não estava recebendo atenção do público. Dom Pedro II resolveu experimentar o seu invento, o telefone e chocado exclamou a famosa frase “Céus, Isto fala!”. O Imperador Dom Pedro II agiu como “garoto propaganda” despertando a curiosidade dos outros participantes contribuindo para o sucesso e a disseminação do invento.

O interesse de Dom Pedro II por novas tecnologias em especial pelo telefone era tanto que de volta ao Brasil fez o Brasil ser o segundo país a ter telefones, ligando o Palácio Imperial de São Cristóvão à Fazenda de Santa Cruz e criando em 29 de novembro de 1877 a primeira estação telefônica do país, no Rio de Janeiro.

Imagem: Dom Pedro II e Ulysses Grant inauguram a Exposição Universal de 1876.

Dom Pedro II chega à Nova York em sua viagem pelos EUA, Europa e Oriente

- Nenhum comentário
Dom Pedro II chega à Nova York em sua viagem pelos EUA, Europa e Oriente no dia 15 de abril de 1876 em Nova Iorque.

O Imperador Dom Pedro II novamente parte em viagem chegando a Nova York no dia 15 de Abril de 1876, o motivo era além do comparecimento do Imperador Dom Pedro II na Exposição Universal da Filadélfia, na comemoração do primeiro centenário da independência dos EUA, o tratamento da saúde da Imperatriz Dona Teresa Cristina nas águas de Gastein, na Áustria, além das visitas aos seus familiares e amigos no exterior.

Dom Pedro II foi aclamado por onde passava e era recebido sempre com muito entusiasmo. Nos Estados Unidos fez um tour completo visitando o interior do país, passou por além de Nova York na Costa Leste, por São Francisco na Costa Oeste, Nova Orléans na Costa Sul e Washington D.C, percorrendo ao todo 15 mil Km. Dos EUA visitou o Canadá e partiu para Europa e Oriente Médio, visitando Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia, o Império Otomano, a Grécia, a Terra Santa, Egito, Itália, Áustria, Alemanha, França, Grã-Bretanha, Países Baixos, Suíça e Portugal.
Retornou ao seu Império em 25 de Setembro de 1877, mais popular do que nunca no exterior e em seu próprio país.

Imagem: Dom Pedro II em Jerusalém, 1876.

Dom Pedro II viaja à Europa e norte da África

- Nenhum comentário
Dom Pedro II viaja à Europa e norte da África no dia 25 de maio de 1871.

Dom Pedro II parte em 25 de Maio de 1871 para uma grande viagem pela Europa e pelo norte da África.

O Imperador Dom Pedro II viajava somente como “Pedro de Alcântara”, uma vez que não eram de caráter oficial, mas viagens de férias para encontros familiares e enriquecimento cultural, porém era sempre reconhecido e tratado com grandes honras.

Dom Pedro II levava consigo uma comitiva composta da Imperatriz, assistentes pessoais como a dama de companhia e amigos, além de especialistas nos temas locais e também um fotógrafo. Todas as despesas com a viagem foram pagas do seu bolso, ao recusar-se receber uma verba extra oferecida pela Assembleia.

O Imperador Dom Pedro II iniciou sua viagem por Portugal, onde visitou em um encontro emocionado com sua madrasta, já muito velha e doente, Dona Amélia de Leuchtenberg, em seguida visitou Espanha, a Grã-Bretanha, a Bélgica, a Alemanha, Áustria, Itália, Egito, Grécia, Suíça e França. Em Coburgo na Igreja de Santo Agostinho visitou o túmulo de sua filha Dona Leopoldina.

O resultado da viagem foi um sucesso, Dom Pedro II fez contatos com muitos cientistas, artistas e intelectuais que manteria por sua vida toda, além de ter sido recebido com grande prestígio por onde passasse.

Retornou ao Brasil em 31 de Março de 1872

Imagem: Dom Pedro II com sua comitiva na Grande Esfíngie de Gizé cercado de locais, M. Delie & E. Bechard, 1871.

Rendição de Uruguaiana

- Nenhum comentário
Rendição de Uruguaiana no dia 18 de setembro de 1865 em Uruguaiana.

Com a chegada do Imperador Dom Pedro II uma semana antes e com número quase dobrado de soldados Brasileiros, o cerco de Uruguaiana chega ao fim.

Dom Pedro II entregou os termos de rendição que foram aceitos pelo Exercito Paraguaio, que estava doente, desnutrido e em farrapos. Foram feitos cinco mil prisioneiros, que foram divididos igualmente entre os aliados.

Ainda em Uruguaiana, o Imperador Dom Pedro II recebeu o Embaixador Britânico Edward Thornton, com pedido de desculpas do Governo Britânico ao Imperador pela Questão Christie, levando ao retorno das relações diplomáticas entre o Reino Unido e o Império do Brasil em 23 de Setembro.

Ao chegar no Rio de Janeiro Dom Pedro II foi recebido como herói com grandes celebrações.

Imagem: Rendição de Uruguaiana à Dom Pedro II, Victor Meirelles, 1865.

Dom Pedro II visita as Províncias do Norte

- Nenhum comentário
Dom Pedro II visita as Províncias do Norte no dia 2 de outubro de 1859.

O Imperador Dom Pedro II acompanhado da Imperatriz visita as Províncias do Norte do País. Dom Pedro II já havia realizado uma visita parecida ao Sul do Império em 1845, agora visitava as Províncias de Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba, tanto no espírito político, quando de seu interesse acadêmico em conhecer o território nacional, suas culturas e povos etc. Durante a viagem ele realizou em seus cadernos uma série de desenhos das paisagens e dos objetos.

O Imperador foi recebido calorosamente com cerimônias públicas por onde passava, resultando no imenso sucesso da viagem, popularizando o Imperador e consolidando a Monarquia, que vinte anos antes sofria no Período Regencial ataques e revoltas na Região Norte.

O Imperador e sua comitiva somente retornaram à Corte em 11 de Fevereiro de 1860.

Imagem: Vila de Linhares desenhada pelo Imperador Dom Pedro II, 5 de Fevereiro de 1860.


O Imperador Dom Pedro II sanciona a Lei de criação do Banco do Brasil

- Nenhum comentário
O Imperador Dom Pedro II sanciona a Lei de criação do Banco do Brasil no dia 5 de julho de 1853 em Rio de Janeiro.

Dom Pedro II sanciona a Lei nº 683, de 5 de Julho de 1853, que cria o Banco do Brasil, iniciativa do Presidente do Conselho de Ministros e Ministro da Fazenda, Joaquim José Rofrigues Torres, futuro Visconde de Itaboraí. Esta foi a terceira criação do Banco do Brasil, a primeira feita pelo Príncipe Regente Dom João em 1808 e a segunda por Irineu Evangelista de Sousa, futuro Barão e Visconde de Mauá, em 1851.

Esta terceira criação, que é a do atual Banco do Brasil, resulta da fusão de dois maiores bancos particulares da época, o Banco Comercial do Rio de janeiro, responsável pela emissão de papel moeda, e o Banco do Brasil do futuro Visconde de Mauá.

O Banco do Brasil seria um “Banco de depósitos, descontos e emissão, estabelecido na cidade do Rio de Janeiro”, segundo a própria Lei.

Imagem: Sede do Banco do Brasil, Pieter Godfred Bertichem, 1856, atualmente na Biblioteca Nacional.