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Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens
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O porta-aviões norte-americano USS Midway CV-41, o maior navio de guerra do mundo até 1955

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20 de Março de 1945.

Neste dia foi batizado o porta-aviões norte-americano USS Midway CV-41, o primeiro da sua classe.
O Midway foi comissionado na Marinha dos EUA apenas 1 semana após o fim da guerra no Pacífico.
Esteve em operação durante impressionantes 47 anos, tendo combatido na Guerra da Coreia, Guerra do Vietnã e na Guerra do Golfo.

Foi considerado o maior navio de guerra do mundo até 1955.

Foram construídos no total 3 navios da classe Midway.

Fotografia tirada neste dia, 20 de Março de 1945.

Fonte - Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts


Discurso do Presidente Ronald Reagan contra o aborto legal

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Discurso do presidente Ronald Reagan em 1984 contra o aborto legalizado nos EUA, onde um bebê em gestação pode ser assassinado legalmente desde a concepção até o momento do parto. Em sua infame decisão Roe versus Wade, o Supremo Tribunal dos EUA impôs o aborto em todo o território americano.

Ronald Reagan


Discurso do Presidente Ronald Reagan contra o aborto legal



Israel corta repasses à ONU e opta por investir dinheiro em países aliados

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Jerusalém, porta-voz do Ministério do Exterior de Israel, Emmanuel Nahshon, informou nesta quarta-feira (29/03) que Israel decidiu cortar U$ 2 milhões em repasses à ONU. A medida é uma retaliação à aprovação de uma resolução contra os assentamentos em território "palestino". De acordo com Benjamin Netanyahu, o dinheiro será repassado para projetos que envolvem países aliados a Israel.

O ministro Nahshon informou que essa decisão foi tomada, com apoio de aliados como os EUA, pois consideraram a decisão da ONU radical em contra partida a outras questões humanitárias ao redor do mundo.

Entenda mais sobre o que é Globalismo, lendo Introdução a Nova Ordem Mundial

A ONU aprovou uma resolução interncional, obrigando Israel a ceder imediatamente os assentamentos na palestina, isso inclui Jerusalém.

Vale lembrar que Barack Obama, optou por abster-se, deixando de lado, seu poder de veto. Neste caso, prejudicando Israel, o aliado mais importante dos EUA, no Oriente Médio.

Israel retalhou, fechando suas embaixadas e cancelando ajuda a 12 países que votaram a favor dessa resolução.

Após o início do mandato de Donald Trump, os EUA, voltou a ter boas relações com Israel, e apoiou as políticas de seu aliado de longa data.

Por Natan Falbo - Conservadores


https://apoia.se/conservadores

Ativista de esquerda é morta a facadas por imigrante nos Estados Unidos

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El Hadji Alpha Madiou Toure, de 28 anos, foi acusado de homicídio por esfaquear Corrina Mehiel, de 34 anos, uma proeminente ativista da esquerda americana e artista de rua cujo corpo foi encontrado dentro de uma casa no norte de Washington, D.C.

"É uma política de longa data do Departamento de Polícia Metropolitana de não aplicar a lei de imigração civil", disse Peter Newsham, chefe da Polícia Metropolitana de Washington . "Acreditamos que a aplicação das leis de imigração civil, cria uma divisão entre nós e a comunidade que servimos mas no final do dia acreditamos que fará nossa comunidade menos segura".

Não deixe de ler o livro O Que Há de Errado Com o Mundo

"Como chefe de Polícia, eu não acho que deveria estar envolvido em qualquer ação que permita com que nossa cidade se torne menos segura".

Peter Newsham se recusou a comentar sobre a regularidade da imigração de Toure, mas um jornalista apontou que seu sobrenome é comum no Senegal - e Corrina Mehiel foi "provavelmente um alvo aleatório" de suas informações bancárias.

(El Hadji Alpha Madiou Toure em uma loja de conveniência)

A prefeita Muriel Bowser disse que a imposição de leis de imigração é da responsabilidade do Departamento de Segurança Interna Imigração e Alfândega (DSIA), mas também disse que em Washington era uma "cidade santuária" e que funcionários públicos são conhecidos por negar pedidos de detenção do DSIA. 

"Nós celebramos a diversidade e respeitamos todos os que vivem em Washington, não importa o seu "status de imigração"", disse Bowser em uma declaração de 14 de novembro. "Somos uma cidade suntuária porque sabemos que nossos bairros são mais seguros e mais fortes quando ninguém tem medo de pedir ajuda ao nosso governo e quando a nossa polícia pode concentrar-se em proteger e servir". 
 
Com informações de InforWars, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores

https://apoia.se/conservadores

História do terror - A Ku Klux Klan

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A famigerada organização terrorista americana Ku Klux Klan, ou KKK.

O termo Ku Klux Klan é utilizado para se designar pelo menos três grupos de ideologia racista e segregacionista norte-americanos no decorrer do final do século XIX, todo o século XX e o início do nosso século, o XXI. As "Três Ku Klux Klan" não são divisões espaciais ou ideológicas de um mesmo grupo, e sim divisões cronológicas. Tudo bem, vamos explicar esta história direito. Apenas saibamos de início que temos conhecimento hoje da aparição no mundo, deste grupo, em apenas três períodos distintos de tempo. A "Primeira Ku Klux Klan" dura do Natal de 1865 até o ano de 1969, a "Segunda Ku Klux Klan" se inicia nos anos 20 do século passado, se mantendo abrangente em todos os Estados Unidos até 1944, quando se desmantela, e a "Terceira Ku Klux Klan" é composta por controversos grupos de neonazistas, racistas, homofóbicos, anticomunistas e anti-miscigenação de maioria jovem, que se utilizam da sigla ou de referências a ela para cobrir suas ideologias. O termo "Ku Klux" provavelmente vem do grego "κύκλος", que designa um "círculo" ou "anel", e acredita-se que "Klan" derive da palavra inglesa "clan" (clã) escrita com "K" para efeito de marketing (não, provavelmente não era pra esse efeito, mas convenhamos que KKK é uma sigla bem mais forte do que KKC).

Com o fim da Guerra de Secessão Americana e a libertação de todos os negros da América do Norte, os latifundiários escravistas dos Estados Confederados, derrotados em batalha, aceitam que todas as "raças" são iguais, devem ter os mesmos direitos aos olhos da lei e que os afro-americanos têm que ser inseridos plenamente na sociedade após séculos de escravidão, e todos ficam felizes para sempre, certo? Errado. A História não nos dá visões tão felizes das circunstâncias, então vamos à verdadeira reação dos derrotados sulistas e também dos racistas dos estados do Norte (ou da União): após o fim oficial da Guerra Civil Americana, em 1865, os Estados Unidos têm que começar a reconstrução da parte sul de seu território, nos territórios da derrotada Confederação, onde ocorreu a grande parte das batalhas e onde foi perdida grande infraestrutura. O governo estadunidense, com isto, buscava também influenciar a cultura dos sulistas, onde a escravidão e a supremacia branca estavam muito entranhadas. Esta reconstrução vai ter início ainda durante a guerra, de fato, com a migração em massa de habitantes do Norte, como abolicionistas e missionários religiosos, que lutavam para exibir a igualdade entre as raças como pilar básico da sociedade, e também muitos aventureiros buscando enriquecimento fácil na quebrada economia da região (à época conhecidos como carpetbaggers). As primeiras ações da Organização "Kuklux Clan" (primeiro nome da KKK, o que reforça a etimologia proposta acima) se originariam de oficiais veteranos de guerra dos Estados Confederados, que, não podendo mais juridicamente atestar a superioridade dos brancos, se utilizariam de seus conhecimentos militares de guerrilha para tentar humilhar, aterrorizar e impedir, "extrajudicialmente", a igualdade entre os libertos e os brancos. Assassinavam negros e brancos que os apoiassem, impediam que votassem, queimavam casas inteiras (às vezes com os moradores dentro), queimavam igrejas e escolas de negros; enforcavam, linchavam, e realizavam torturas. Veteranos do Exército da União da montanhosa região do Condado de Bount, defensores dos direitos dos libertos e dos "carpetbaggers", reuniram-se na "A Anti-Ku Klux", e começaram a exercer represálias aos ataques cometidos contra os pró-União e os afrodescendentes. Na cidade de Bennettsville (no Nordeste do Estado Americano da Carolina do Norte) foi formada uma milícia armada pelos próprios afro-americanos, que realizavam constantes patrulhas para defender seus lares, suas famílias e seus direitos. Esses atos, entre outros, demonstram que os atos terroristas da KKK, embora sem resistência do governo inicialmente, foram respondidos pelas mãos da própria população. Com a influência do grupo se alastrando, diversos estados do Sul dos Estados Unidos começaram a decretar ilegal a organização, assim como o Governo Federal a declarou uma "organização terrorista", que caiu na clandestinidade. Seus membros passaram a ser perseguidos, e começaram a fugir para áreas rurais e interioranas, onde o poder público não os encontraria com tanta facilidade. Nathan Bedford Forrest, "Grande Feiticeiro", o Líder Nacional da KKK, em meio à crise, pede a todos que debandem, dissolvam seus grupos regionais, com o argumento de que a organização estava "sendo pervertida de seus propósitos honoráveis e patrióticos, tornando-se nociva à paz pública ao invés de subserviente a esta". Termina, a partir daí, gradualmente, a Primeira Klu Klux Klan.

Já a Segunda Ku Klux Klan é a mais lembrada atualmente e a que teve mais reconhecimento e poder por todos os EUA. Ela é fundada em 1915, por William Joseph Simmons e outros quinze membros fundadores. Muito influenciados pelo filme "The Birth of a Nation", de D. W. Griffith, que glorificava a primeira KKK (e foi o mais rentável da História até o ano de 1925), acabaram adotando como uniforme figurinos usados no filme (os trajes brancos com máscaras em formato de cone). Pregavam o preconceito a imigrantes, sendo anti-católicos, antissemitas e pró-Lei Seca (uma Lei que proibia a produção, distribuição, venda e consumo de bebidas alcoólicas nos Estados Unidos) além de racistas. Estas outras crenças além do ódio aos negros faziam com que a nova KKK fosse muito famosa e crescesse rapidamente, visto que se baseavam em conflitos sociais polêmicos ao seu tempo. Defendiam a supremacia dos "WASP", sigla em inglês para "Brancos, Anglo-Saxões e Protestantes", àquela época ainda maioria no país. Chegaram a quase cinco milhões de membros em seu auge, dentre estes muitos políticos, principalmente do Partido Democrata. Se distinguiam do Primeiro KKK por diversos motivos como, além dos supracitados, a organização mais forte em áreas urbanas, o uso de cruzes em chamas como método de intimidação (hábito também vindo do filme "The Birth of a Nation") e a incorporação de mulheres ao grupo. Professores católicos eram demitidos de escolas de áreas da Ku Klux Klan, negros eram silenciados em eleições, políticos e líderes de movimentos negros eram assassinados por mascarados da KKK e a propaganda, atrelando a imagem de todos os estadunidenses à ideologia do grupo e todas as minorias odiadas por eles como anti-americanas. Desfiles eram muito comuns, ostentando pelas avenidas das grandes cidades os singulares trajes da organização. Provavelmente, foi a maior e mais influente organização terrorista que já vimos na História. Seu declínio nas graças populares começa com a Grande Depressão, e se acentua deliberadamente com o início da Segunda Guerra Mundial, visto que seus líderes admiravam o trabalho de Adolf Hitler e sua pregação de uma raça superior, assim como seus discursos antissemitas e os ataques de seu governo contra a Igreja Católica na Alemanha, e que o Japão, do Eixo, atacaria Pearl Harbor, o porto americano no Oceano Pacífico que geraria o conflito da Segunda Guerra conhecido como "Guerra do Pacífico". Para lutar na Guerra do Pacífico contra o "perigo amarelo", a ameaça nipônica à segurança da América, muitos e muitos membros da KKK sairiam da Organização rumo aos navios da Marinha dos Estados Unidos, rumo ao Extremo Oriente, deixando os seus ideais em casa e levando o ódio aos japoneses à trincheira. Assim, sem o apoio de boa parte dos seus membros e já sem o apoio dos políticos e da população, a Ku Klux Klan como a conhecemos hoje se dissolve e acaba.

A Terceira KKK não é, de fato, uma organização terrorista de credo único nem de líderes definidos, e sim um conjunto de pequenos grupos de maioria jovem anticomunistas, anti-imigração, anti-católicos, racistas e homofóbicos que se espalham por todo o território estadunidense, e usam-se da sigla para aterrorizar e como inspiração para seus atos. Muitas vezes podem ser divergentes, o que não os caracteriza, repito, como uma nova organização terrorista como a Ku Klux Klan foi. Ainda assim, são alarmantes as estimativas de que em 2012 estes grupos possuíam entre cinco e oito mil membros.

OBS: Com este artigo do blog não busca fazer apologia ao crime de preconceito, discurso de ódio, intolerância religiosa, homofobia, et cetera. Apenas buscamos que partes obscuras de nossa História sejam "passadas a limpo", estudadas, conhecidas, e não ignoradas como são atualmente.

IMAGEM= Membros da Ku Klux Klan realizam desfile na Avenida Pensilvânia, considerada o coração de Washington D.C., a capital dos Estados Unidos da América. Esta avenida liga a Casa Branca ao Capitólio [note o Capitólio ao fundo da fotografia.

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Ronald Reagan

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Ronald Wilson Reagan (Tampico, 6 de fevereiro de 1911 — Los Angeles, 5 de junho de 2004) foi um ator e político norte-americano, o 40.º presidente dos Estados Unidos e o 33.º governador da Califórnia. Nascido e criado em pequenas cidades de Illinois, formou-se em economia e sociologia no Eureka College e em seguida trabalhou como radialista esportivo. Mudou-se para Hollywood em 1937, onde trabalhou como ator por quase três décadas, se tornou presidente da Screen Actors Guild (SAG) e porta-voz da General Electric (GE). Sua carreira política tem suas origens durante seu trabalho para a General Electric. Originalmente membro do Partido Democrata, mudou para o Partido Republicano em 1962, creditando tal atitude a mudanças ideológicas do Partido Democrata durante a década de 1950.

Após realizar o seu famoso discurso em apoio a candidatura de Barry Goldwater à presidência dos Estados Unidos em 1964, tornou-se um fenômeno no Partido Republicano, ganhando forte apoio entre os eleitores do partido e sendo persuadido a candidatar-se ao cargo de governador da Califórnia. Foi eleito para este cargo dois anos depois, em 1966. Como governador, transformou um déficit orçamentário em um excedente, ordenou que tropas da Guarda Nacional atuassem nos protestos do período, e foi reeleito em 1970. Participou das primárias republicanas para a escolha do candidato do partido à presidência em 1968 e 1976, sendo derrotado em ambas as vezes. No entanto, em 1980, foi escolhido como candidato republicano e elegeu-se presidente dos Estados Unidos após derrotar o candidato a reeleição Jimmy Carter.

Na presidência, implementou uma série de iniciativas econômicas e novas políticas. Sua política de recuperação econômica através do estímulo a oferta, popularmente conhecida como "Reaganomics", incluiu medidas de desregulamentação, redução dos gastos governamentais e cortes de impostos. Até o final do governo, a inflação reduziu significativamente, dezesseis milhões de empregos foram criados e o país cresceu a uma taxa média anual de 7,93%, mas a dívida pública quase triplicou. Em seu primeiro mandato, sobreviveu a uma tentativa de assassinato, defendeu a oração nas escolas, enfrentou sindicatos e iniciou uma guerra contra as drogas. Em 1984, foi reeleito com uma vitória esmagadora. Seu segundo mandato foi marcado principalmente por assuntos internacionais, tais como o término da Guerra Fria, o bombardeio da Líbia e a revelação do Caso Irã-Contras. Embora a relação com a União Soviética mudou em seu segundo mandato, descreveu publicamente o país em seu primeiro mandato como um "império do mal" e apoiou movimentos anti-comunistas em todo o mundo. Negociou com o líder soviético Mikhail Gorbachev, culminando no Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário e na diminuição dos arsenais nucleares de ambos os países. Durante seu famoso discurso no Portão de Brandemburgo, desafiou Gorbachev a "derrubar este muro!" Logo após o fim de seu mandato, o Muro de Berlim foi derrubado e a União Soviética entrou em colapso logo depois.

Reagan deixou a presidência no início de 1989, sendo sucedido por George H. W. Bush, seu vice-presidente. Em 1994, revelou que estava sofrendo da doença de Alzheimer e apareceu em público pela última vez no funeral de Richard Nixon, em abril daquele ano. Morreu dez anos depois, aos 93 anos de idade. Considerado um ícone entre os republicanos, ocupa um lugar de destaque nas classificações históricas dos presidentes dos Estados Unidos, e seu mandato contribuiu para o renascimento ideológico da direita norte-americana.

Ronald Wilson Reagan


O fuzil, atrás de cada árvore

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Consta da História que, durante os preparativos japoneses para a guerra foi sugerido realizar uma invasão da costa oeste dos EUA antes que este pudesse mobilizar seus recursos, ao que se opôs o Almirante Yamamoto:"Seria impossível!" disse ele. "Encontraríamos um homem com um fuzil atrás de cada árvore"

Yamamoto conhecia bem a alma dos Estados Unidos (pelo menos a daquele tempo). Sabia que lá os caçadores e os atiradores esportivos formavam o maior exército mobilizável do mundo, que cada família costumava ter mais de uma arma pronta em casa, um verdadeiro exército sempre de armas na mão, sem necessidades logísticas, conhecedor como ninguém do terreno e que tornaria impossível a ocupação inimiga do território pátrio.

Ainda hoje, mais de 750 mil caçam nos bosques da Pensilvânia e mais de 700 mil em Michigan. Só no estado de Wisconsin, seus 600 mil caçadores formam o oitavo maior exército do mundo, com mais homens em armas do que tem o Irã. Mais do que o tem a França e a Alemanha somados. Somando mais 250 mil caçadores em West Virginia se percebe que os caçadores desses quatro estados, por si só, já constituem o maior exército do mundo. E acrescentando os atiradores e caçadores de outros estados serão muitos milhões!

Claro, aconteça o que acontecer, os EUA estarão a salvo de uma invasão estrangeira enquanto contarem com esse "exército territorial". Por isso que todos os inimigos, estrangeiros e nacionais, querem vê-los desarmados. O controle de armas é estratégia fundamental para quem quer dominá-los
De forma geral, os caçadores possuem as mesmas habilidades individuais necessárias aos soldados, possuem eficácia de tiro, estratégias de combate, sobrevivência e camuflagem. Mesmo sem contar com as Forças Armadas, são um invencível exército no solo de sua pátria, que garante também os direitos dos cidadãos, à liberdade, à ordem pública e até à democracia, mas principalmente garante soberania territorial contra qualquer aventura de invasão.
- Qual o exército invasor por grande que seja que gostaria de enfrentar 50, 60 ou 90 milhões de cidadãos armados?

Para o bem da sua liberdade, os americanos nunca permitirão o controle ou o confisco de suas armas. Aqui no nosso País quando os cidadãos de bem se desarmaram, as taxas de homicídios cresceram e as organizações criminosas estenderam seus tentáculos e se instalaram no aparelho do Estado. Submetemo-nos ingenuamente, caindo na balela da propaganda oficial de redução da criminalidade, ao devolvermos até nossas armas de autodefesa num desarmamento imposto pelo Governo, aumentando ainda mais a nossa vulnerabilidade. Claro, com um pouquinho de bom senso comum usaríamos também a caça e o tiro ao alvo como implemento à segurança nacional. Poderíamos contar com milhares de caçadores e atiradores se não os desarmássemos e se não os hostilizássemos. Ainda bem que no Rio Grande do Sul ainda existem caçadores.

Tal como nos EUA, nossos inimigos querem nos desarmar. Só que aqui eles estão conseguindo, e nos convencendo a não resistir para preservar a vida. Quanto à segurança pública, a simples expectativa de reação armada já evitaria grande parte dos crimes comuns.

Povo desarmado é povo submisso! E facilmente se torna povo submetido.




O pronunciamento de Harry Truman, antes da segunda bomba atômica ser lançada em Nagasaki

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8 de Agosto de 1945.

Neste dia o Presidente dos EUA, Harry Truman, fazia um novo pronunciamento no rádio, pedindo aos japoneses que aceitassem a rendição incondicional ou, caso contrário, seriam alvo de novos ataques nucleares.

A Fat Man, a segunda bomba atômica norte-americana, armada com uma carga de 6,2 quilos de plutônio, estava pronta para ser lançada sobre o Japão.

O pedido público de Truman, o segundo desde o lançamento da bomba atômica sobre Hiroshima, no dia 6 de Agosto, foi mais uma vez ignorado pelo governo japonês.

A bancada militar do governo japonês acreditava que mesmo com as cidades sendo atacadas e destruídas por bombas atômicas, os soldados seriam capazes de resistir à uma eventual invasão anfíbia aliada.

Harry Truman

Fat Man, a segunda bomba atômica norte-americana, que seria lançada no dia seguinte sobre Nagasaki.

Fonte. Hoje na História da Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts 

A situação do Japão 1 dia após o ataque atômico sobre Hiroshima

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7 de Agosto de 1945.

Neste dia, 1 dia após o ataque atômico sobre Hiroshima, este era o estado da frente de combate na Ásia e no Pacífico.

Como podem reparar, neste dia o Japão ainda ocupava grandes extensões territoriais na região, com destaque para grande parte da China, toda a Coréia, o Vietnam, a Tailândia, a Malásia e Singapura.

Nas ilhas principais do Japão entrincheiravam-se cerca de 4,5 milhões de soldados, acompanhados por cerca de 30 milhões de milicianos, com outros 5 milhões de soldados espalhados pelas vastas regiões ainda ocupadas.

Esse mapa serve também para refutar a "teoria" de que uma opção viável para acabar com a guerra seria com o bloqueio marítimo do país, com muitas pessoas tendo sido mal informadas a respeito da real situação militar japonesa em Agosto de 1945.

Muitas pessoas ainda acreditam que nessa época o Japão estava reduzido às suas ilhas principais, o que essa mapa vem mostrar que não era verdade.


Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts 


O último panfleto lançado pelos EUA sobre o Japão, na Segunda Guerra Mundial

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7 de Agosto de 1945.

Neste dia, 1 dia após o ataque atômico de Hiroshima, os norte-americanos lançavam milhões de panfletos sobre diversas cidades japonesas.

Os panfletos informavam que a cidade de Hiroshima tinha sido destruída por uma bomba atômica e que outros ataques similares seriam feitos nos dias seguintes.

Indicava que os civis deveriam afastar-se dos centros urbanos e pedia que a população exigisse do seu governo o fim imediato da guerra.

Seria o último panfleto lançado pelos EUA sobre o Japão, algo que vinha sendo feito de forma contínua desde 1944, quando a Força Aérea dos EUA iniciou uma nova e devastadora fase de bombardeios sobre o país.


Fonte. Hoje na História da Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts 


Aos 12 anos, este menino pegou 25 anos de cadeia nos EUA

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No Estado norte-americano de Indiana, crianças podem ser julgadas em tribunais para adultos. 

Se tivéssemos punições mais severas por aqui, o menor infrator pensaria 10 vezes antes de cometer um crime, ao invés de debochar da polícia, da justiça e das vítimas.

Alguns esquerdistas defendem que o sistema e as punições não recuperam. Mas a flexibilidade da lei tem se mostrado senão inútil, incentivadora de crimes. As “medidas sócio-educativas” não impõem medo, pelo contrário, são um convite para o jovem se valer da flexibilidade da lei ao mesmo tempo que não educam ou ressocializam o adolescente.

É preciso leis que façam com que o jovem pense, não uma, mas dez vezes antes de praticar um crime. É preciso que ele saiba que será punido, que há leis, que há justiça. O jovem não tem que ser recuperado pelo sistema carcerário. Cadeia é local para se retirar da sociedade o estuprador, homicida, sequestrador, etc ...Os EUA têm uma das maiores concentrações de presos do mundo e, dessa forma, tem 10 vezes menos mortes violentas que o Brasil.

Aos 12 anos de idade, Paul foi julgado como adulto e condenado a 25 anos de prisão por sua participação na morte do padrasto de um amigo, em 2010.


A carta enviada do Primeiro Ministro britânico Winston Churchill para Presidente dos EUA Franklin Roosevelt

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8 de Julho de 1942

Neste dia o Primeiro Ministro britânico Winston Churchill enviava uma carta ao Presidente dos EUA Franklin Roosevelt, pedindo que aceitasse a proposta britânica para um desembarque conjunto na África do Norte.

Dos 3 grandes aliados, Churchill era o único que se posicionava claramente contra um desembarque anfíbio na costa francesa em 1942.

Joseph Stalin insistia para que o Reino Unido e os EUA abrissem uma segunda frente na Europa, mas Churchill sabia que nesse ano eles ainda não estavam prontos para enfrentar o exército alemão na França.

Por isso nesse dia Churchill tentava convencer Roosevelt a mudar de idéias, algo que eventualmente conseguiria, resultando na famosa Operação Tocha, o desembarque aliado em Marrocos e na Argélia em Novembro de 1942.


Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?ref=ts&fref=ts&qsefr=1


O último bombardeiro de longo alcance B-24 Liberator construído pelos EUA durante a guerra

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E a fotografia do dia é...

O último bombardeiro de longo alcance B-24 Liberator construído pelos EUA durante a guerra.

Fotografia tirada neste dia, 28 de Junho de 1945.

Tratou-se do B-24 de número 18.482 e foi construído na fábrica da Ford em Willow Run, uma das maiores fábricas de aviões dos EUA.

O B-24 foi o avião mais construído pelos EUA, com a Ford tendo produzido 6.972 unidades em 776 dias de produção, o que dava uma média de quase 9 por dia.


Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts


21/12/1945 - Morre George S. Patton

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Após sucessivas vitórias sobre as tropas nazistas ao redor do globo na Segunda Grande Guerra, após revolucionar as estratégias militares com veículos de combate e após libertar boa parte da Península Itálica do jugo alemão, o general estadunidense George Smith Patton ainda queria um embate contra a União Soviética. 

"Com o 3º Exército, varreríamos o que restou dos soviéticos", disse certa vez, num discurso. Considerado por muitos paranóico, o anti-comunista era fiel patriota e foi muito diminuído pelos Aliados em diversas situações, por se mostrar contrário às políticas de amizade que as democracias ocidentais tinham para com a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e sempre levantar a voz para dar a própria opinião - fosse esta a favor ou contrária às ordens de seus superiores. Inegável e polêmico herói, cansou de ser ignorado por seus líderes e, em 1945 adiantou a própria aposentadoria. 

No dia 21 de Dezembro sofreu um acidente automotivo - ironicamente - envolvendo seu carro e um caminhão que transportava soldados que voltavam de uma festa noturna. Seria enterrado em Luxemburgo, sendo o único general norte-americano sepultado fora de sua terra natal.

George S. Patton




Hasteamento da bandeira americana no Castelo Shuri, em Okihawa

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E a fotografia do dia é...

O Tenente Coronel Richard P. Ross hasteando a bandeira americana no Castelo Shuri, em Okinawa.

Fotografia tirada neste dia, 30 de Maio de 1945.

O assalto contra o Castelo Shuri tinha sido ordenada no dia anterior pelo Major General Pedro del Valle, comandante da 1ª Divisão de Fuzileiros Navais.

O assalto coube à Companhia A, do 1º Batalhão do 5º Regimento de Fuzileiros Navais.

Antes do ataque o Castelo Shuri foi bombardeado por 3 dias seguidos pelo couraçado USS Mississippi, o que enfraqueceu o 32º Exército japonês estacionado na zona.

Quando o ataque da 1ª Divisão de Fuzileiros ocorreu, os japoneses, enfraquecidos, encurralados e quase sem munição, foram obrigados a recuar durante a noite, aproveitando-se das fortes chuvas que se abateram sobre toda a ilha.

A Batalha de Okinawa durava desde o dia 1 de Abril de 1945 e já tinha resultado em quase 20 mil mortos norte-americanos e mais de 50 mil feridos. Os combates eram tão duros e intensos que pelo menos 26 mil soldados receberam baixa psiquiátrica.

Do lado japonês os mortos já ultrapassavam os 100 mil.

O Castelo Shuri foi completamente destruído, com a sua reconstrução tendo começado em 1992.


Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts

Memorial Day nos Estados Unidos

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"Memorial Day"


Neste dia comemora-se nos EUA o "Memorial Day", um dia dedicado a recordar todos aqueles que morreram enquanto serviam as forças armadas norte-americanas.

O Memorial Day é comemorado em toda a última segunda-feira de Maio e é um dos feriados nacionais mais importantes dos EUA. Também serve para marcar o início das férias de verão no país.

O feriado começou a ser celebrado em 1868 após a Guerra Civil Americana. Naquela época era chamado de "Decoration Day".

Ao contrário do "Veterans Day", que homenageia todos os veteranos ainda vivos, o "Memorial Day" dedica-se a honrar os que tombaram no campo de batalha.

O dia é marcado por centenas de paradas militares em praticamente todas as cidades norte-americanas, cujas casas são decoradas com grandes símbolos patrióticos (tipicamente bandeiras e faixas).

Um dos eventos mais esperados do dia é o "plantar bandeiras", quando as famílias se juntam nos muitos cemitérios militares do país e plantam pequenas bandeiras norte-americanas ao lado das campas em sinal de respeito.

Não se trata de um feriado religioso, motivo pelo qual é atendido e respeitado por praticamente todas as religiões presentes nos EUA. 

Memorial Day

Memorial Day

Memorial Day

Memorial Day

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts