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Mostrando postagens com marcador Exército Vermelho. Mostrar todas as postagens
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A tortura em Orcha, Rússia

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Orcha, Rússia, 1918. Depois de inúmeras torturas, um oficial do exército polonês é pendurado em uma árvore e empalado vivo por soldados do exército vermelho. Vê-se na foto, uma estaca introduzida no ânus da vítima. Dois anos depois, Lênin envia tropas soviéticas para invadir a Polônia, sofrendo uma flagorosa derrota do patriótico exército polonês. A propaganda comunista não surtiu efeito entre os poloneses, que viam na expansão do bolchevismo, não somente como o terror em massa, como também a perda da soberania tão buscada contra o domínio do Império Russo. Em 1939, a Polônia seria o palco das piores atrocidades totalitárias: esmagada pelos nazistas a oeste, e pelos russos, a leste, sentirá o extermínio de uma boa parte de sua população civil e, depois da guerra, as amarras da tirania soviética, só desbaratada, a partir dos anos 80.




Massacre de Katyn

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Massacre de Katyn:

Em 1940, cerca de 20 mil oficiais do exército polonês foram chacinados pela polícia política soviética, num dos crimes mais covardes da segunda guerra mundial. Capturados pelo exército vermelho, sob a batuta de Lavrenti Beria, chefe da NKVD, os poloneses foram liquidados em nome da luta de classes: os oficiais eram "reacionários" e deviam ser executados. Em 1943, o exército alemão encontrou os corpos em uma vala comum na floresta de Katyn e chamou a Cruz Vermelha para averiguar a tragédia. Apesar dos indícios envolverem os comunistas no episódio, tanto o governo de Moscou, como o governo polonês pró-comunista, atribuíram aos homicídios em massa aos nazistas. Somente em 1990, para vergonha e mentira histórica geral, o governo russo reconheceu o envolvimento soviético nos assassinatos.

Se quiser saber mais leia o 'Livro Negro do Comunismo' e assista o filme 'Katyn' no Netflix.




O maior estupro em massa da História foi praticado por Socialistas

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Aos 80 anos, Gabriele Köpp tem problemas com sono, por vezes, simplesmente não consegue comer. Aos 15 anos, ela foi repetidamente violada por soldados soviéticos, sendo virgem e não tendo nenhum conhecimento prévio sobre o sexo.

A revista "Spiegel" escreve que não existem os dados exatos sobre a quantidade de mulheres alemãs violadas pelo exército soviético, o número que aparece em várias publicações aponta para dois milhões de mulheres. Segundo a investigação do Dr. Philipp Kuwert, o especialista de traumas e o chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia do Hospital universitário de Greifswald, a idade média das vítimas de violações soviéticas era de 17 anos e cada mulher foi violada em média 12 vezes. Quase metade das vítimas possui os sintomas pós – traumáticos, incluindo os pesadelos, tendências de suicídio, anestesia emocional. Cerca de 81% destas mulheres adquiriram o efeito negativo direto sobre a sexualidade.

A historiadora Birgit Beck-Heppner escreve que os soldados soviéticos usavam as violações para intimidar as populações alemãs, mostrando que o seu governo e exército já não lhes conseguiam garantir a segurança. Por isso, muitas destas violações eram executados em público.

Em 1945, os soviéticos foram os primeiros a chegar em Berlim. Mesmo após a rendição dos nazistas, o sofrimento do povo alemão parecia não ter fim. Os soldados do Exército Vermelho invadem casas, arrancam mães e filhas de suas famílias e as estupram em praça pública, algumas foram estupradas várias vezes por grupos de até 10 soldados. Mais de 2 milhões de mulheres alemãs foram estupradas só em 1945, desde crianças de 8 anos à idosas de 80. O livro “Anônima, Uma Mulher em Berlim”, é um relato perturbador sobre os abusos sexuais sofridos pelas mulheres da Alemanha em 1945.

A “doença russa”

Gabriele Köpp lembra na conversa com o jornalista de "Spiegel" que a sua menstruação parou por completo durante os 7 anos. Naquela época era um sintoma bastante comum entre as alemãs e era chamado pelos ginecologistas de “doença russa”.

Quando Gabriele Köpp é perguntada se conheceu o amor, se teve alguma vez relações sexuais, ela responde: “Não, não tive nada disso. Para mim existia apenas uma coisa – a violência”.


SAIBA MAIS:

Mulher alemã escreve livro inédito sobre estupros que sofreu na Segunda Guerra Mundial: http://goo.gl/EriEjF

Exército Vermelho violava até as mulheres russas, libertadas dos campos de concentração: http://goo.gl/dd07B9

2 Milhões de Mulheres Alemãs foram estupradas pelos Russos: http://goo.gl/l5ydGR


A morte de Leon Trotsky

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21 de Agosto de 1940.

Neste dia morria Leon Trotsky, teórico e revolucionário marxista, fundador do Exército Vermelho.
No dia anterior Trotsky tinha sido atacado por Ramón Mercader, agente do NKVD, que o atingiu na cabeça com uma machadinha de gelo daquelas utilizadas pelos alpinistas.

Em Maio Trotsky já tinha sofrido um ataque do NKVD, mas tinha sido salvo graças à atuação rápida dos seus guarda-costas.

Trostsky vivia na cidade mexicana de Coyoacán, onde tinha chegado em 1936 a convite do presidente mexicano Lázaro Cárdenas, que lhe ofereceu exílio.

Tinha sido banido da União Soviética em 1929 após duras divergências com Joseph Stalin, que tinha assumido o poder após a morte de Vladimir Lenin em Janeiro de 1924.

Há muitos anos que Stalin tentava matar Trotsky, que era visto como uma ameaça para a consolidação do seu poder.

E no dia 20 de Agosto o agente soviético Ramón Mercader, fazendo-se passar por um jornalista, conseguiu estar a sós com Trotsky no seu escritório e, aproveitando-se de um momento de distração, atingiu-o em cheio na cabeça com a machadinha.

Trotsky ainda conseguiu se defender do ataque, derrubando Mercader e chamando a ajuda dos seus guarda-costas. Foi levado para o hospital local onde foi operado, mas não resistiria à grande perda de sangue, vindo a morrer neste dia com 60 anos.

Num dos seus últimos momentos de consciência teria dito:
"Não vou sobreviver. Stalin finalmente conseguiu."

Trostsky em 1921.

Trotsky, ao centro, em 1940.

O escritório onde foi atacado por Mercader.

Fonte.Hoje na História da Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts 


A grande ofensiva do Exército Vermelho contra a Finlândia

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9 de Junho de 1944.

Neste dia o Exército Vermelho iniciava uma grande ofensiva contra a Finlândia no âmbito da Guerra da Continuação.

A Guerra da Continuação começou no dia 25 de Junho de 1941, apenas 3 dias após a invasão alemã da União Soviética. O objetivo dos finlandeses com essa guerra era recuperar os territórios perdidos para os soviéticos no fim da Guerra de Inverno, que decorreu entre Novembro de 1939 e Março de 1940.

Naquela guerra os finlandeses, apesar de causarem incríveis baixas na força soviética invasora (perto de 50% dos soldados soviéticos foram mortos ou feridos), foram obrigados a assinar um armistício com os soviéticos pois já não tinham recursos para mantê-la por mais tempo.
Nesse armistício os finlandeses foram obrigados a ceder vastas extensões territoriais para os soviéticos.

Mas no dia 22 de Junho de 1941, quando Adolf Hitler invadiu a União Soviética no âmbito da Operação Barbarossa, os finlandeses viram aí a oportunidade para recuperar esses territórios. Por esse motivo, no dia 25 de Junho, uniam-se aos alemães na invasão soviética.

Nos primeiros meses o ataque finlandês correu muito bem e antes do inverno de 1941 já tinham reconquistado os territórios perdidos, para além de grandes extensões adjacentes, no entanto, no inverno de 1942 a situação começaria a mudar para as forças do Eixo, algo que afetaria também a Finlândia.

Apesar da ajuda material e logística da Alemanha, os finlandeses não tinham capacidade de manter uma guerra defensiva por muito tempo, mas mesmo assim entrincheiraram-se e, à semelhança do que aconteceu na Guerra de Inverna, causaram muitas baixas às forças soviéticas que avançavam.

E neste dia o Exército Vermelho, em coordenação com a invasão aliada na Normandia (Dia D), lançava uma grande ofensiva contra o Istmo Kareliano, ao norte de Leningrado.

Do lado soviético a força de ataque era composta por 451 mil soldados, 10.500 peças de artilharia, quase 1.000 blindados e 1.600 aviões.

Do lado finlandês as defesas eram formadas por 300 mil soldados, 2 mil peças de artilharia, 110 blindados e 250 aviões.

A ofensiva resultaria em grandes baixas para ambos os lados, mas principalmente para os soviéticos, e acabaria com um armistício no dia 19 de Setembro de 1944.

Nesse armistício a Finlândia perderia mais territórios do que já tinha perdido no fim da Guerra de Inverno, mas ao menos permaneceria independente e fora da esfera de influência soviética.

Soldados finlandeses passando ao lado de um T-34 soviético destruído.
Reparem que os equipamentos finlandeses eram idênticos aos equipamentos alemães.

    O auge da expansão finlandesa durante a Guerra de Continuação (território marcado a vermelho).

A situação da frente finlandesa em Setembro de 1944, poucos dias antes do fim da guerra.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts