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Doutrinação Marxista nas escolas brasileiras

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Doutrinação Marxista nas escolas brasileiras:

A imaturidade política do povo brasileiro assegura aos engenheiros sociais esquerdistas enorme espaço para todo tipo de doutrinamento ideológico disfarçado de “saber” que o status quo fez espalhar e se instalar não só na universidade, mas também nas escolas fundamentais.

“Tenho um amigo que é dono de uma grande indústria e cuja filha estuda em um colégio de São Paulo que nem é desses chiques de esquerda. É uma escola bastante tradicional. Um dia, uma professora falava da Revolução Cubana, como se esse fosse um grande tema. Ela citou Che Guevara, e a menina perguntou: ‘Ele não matou muita gente?’. A professora se vira para a menina e responde: ’O seu pai também mata muita gente de fome.’ O que autoriza um professor a usar esse tipo de argumento é o status quo que se instalou também nas escolas, e não só na universidade. O infantilismo político dá vazão a esse tipo de julgamento moral sumário.”

Testemunho do Filósofo Luiz Felipe Pondé foi retirado da Revista Veja, edição de 29 de julho de 2011.




Uma definição sobre educação moral: Você educa seus filhos, eu educo os meus

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Tempos atrás a esquerda colocava em prática a engenharia social de novo mundo através de massacres; quem não se tornasse um NOVO HOMEM para a NOVA SOCIEDADE não era bem vindo no "Paraíso Terreno" e acabava morto.

Hoje, eles não cometem mais genocídios mas continuam em busca de MOLDAR a sociedade a seu bel-prazer.

E para atingir esse objetivo, tentam a todo custo impor sua agenda cultural "progressista" em escolas geralmente de crianças bem pequenas, atropelando a autonomia dos pais em nome de um projeto "iluminado" de sociedade.

Fique atento!



Família, casal e filhos


A Educação Atual

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Hoje em dia vivemos no “reino” da deseducação. Ou seja, da falta de uma boa e correta educação para os estudantes brasileiros, que são carentes de uma legítima educação e instrução para sua vida, não tendo hoje em dia um estudo sobre os grandes intelectuais e literatos. Uma completa falta de conhecimento do passado glorioso de nosso país.

Se formos investigar sua definição, educação vem da palavra latina Educare, que é uma derivação de Ex, que seu significado é “fora” ou “exterior” e a palavra Ducare, que tem o significado de “guiar”, “instruir”, e “conduzir”. Ou seja, em latim, educação tinha o significado literal de “guiar para fora”, e sua compreensão pode ser conduzida tanto para o mundo exterior quanto para fora de si mesmo.

O filósofo Armindo Moreira, em seu belíssimo livro Professor não é Educador, deixa claro que educação deve ser obrigação dos pais, e não um dever dos professores. Muitos pais acham que é, e infelizmente encontramos até professores que acreditam nisso.

Vejamos bem. Um estudante, até os 15 anos de idade, terá tido, no mínimo, uns 20 professores. Entre eles, será natural que muitos sejam religiosos, ateus, fanáticos, moderados, indiferentes, competentes, incompetentes, castos, desregrados etc. Há possibilidade de um estudante ser educado por uma turma tão contrastante e contraditória em hábitos e convicções? É claro que não.

É evidente que esses professores, mesmo se pedir, não irão conseguir esconder essas qualidades e imperfeições dos estudantes. Não há como educar vários estudantes com um comportamento hipócrita durante anos e até uma vida inteira. Haveria como um professor ateu comportar-se durante as aulas como um religioso? Poderia um professor fanático comportar-se durante as aulas como um moderado?

Se esses professores todos quiserem influir na educação e formação moral e cívica dos estudantes terão de fazer com suas virtudes e defeitos, criando um tremendo caos na sala de aula. Eis aqui um grande motivo para que os professores não se tornem educadores dos filhos alheios.

Educação, caros leitores, é obrigação e missão restrita dos próprios pais. A educação precisa ser dada por quem conhece o educando, por quem realmente o ama!


Por: Salomão Campina