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Documentário - Primeira Guerra Mundial - O Fim de Uma Era

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''Primeira Guerra Mundial - O Fim de Uma Era'' mostra por que este conflito teve mais impacto na civilização do que qualquer outra Guerra até então. Este documentário mostra a história de batalhas como a de Verdun, na França, e apresenta comentários de especialistas que explicam os efeitos das novas tecnologias no front. A produção analisa, ainda, as enormes mudanças que o fim da Guerra trouxe, incluindo o inevitável renascimento da Alemanha como potência militar. Mediante depoimentos de sobreviventes e imagens de arquivo o documentário torna possível visitar os lugares onde a história aconteceu e entender a importância do conflito para o nascimento do século XX e de tudo o que ele trouxe consigo.

Este documentário dublado mostra por que a 1ª Guerra Mundial teve mais impacto na civilização do que qualquer outra guerra até então.
Conheça a história de batalhas como a de Verdun, na França, com comentários de especialistas que explicam os efeitos das novas tecnologias no front. A produção analisa, ainda, as enormes mudanças que o fim da Grande Guerra trouxe, incluindo o inevitável renascimento da Alemanha como potência militar.
Mediante depoimentos de sobreviventes e imagens de arquivo o documentário torna possível visitar os lugares onde a história aconteceu e entender a importância do conflito para o século XX e de tudo o que ele trouxe consigo.

As perdas causadas pela Primeira Guerra Mundial são maiores do que se pode perceber. Juntamente com 22 milhões de pessoas, entre militares e civis, desapareceram para as gerações participantes a esperança na inteligência, gentileza e grandeza humanas.
O que foi perdido em riquezas, arte, gênio, alegria e confiança na civilização não seria mais recuperado, e feridas abertas preparam o terreno para a Segunda Guerra Mundial.

Documentário produzido pelo History Channel.

A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra ou Guerra das Guerras até o início da Segunda Guerra Mundial) foi uma guerra global centrada na Europa, que começou em 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918. O conflito envolveu as grandes potências de todo o mundo, que organizaram-se em duas alianças opostas: os Aliados (com base na Tríplice Entente entre Reino Unido, França e Império Russo) e os Impérios Centrais (originalmente Tríplice Aliança entre Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Itália).
Mais de 70 milhões de militares, incluindo 60 milhões de europeus, foram mobilizados. Mais de 9 milhões de combatentes foram mortos, em grande parte por causa de avanços tecnológicos que determinaram um crescimento enorme na letalidade de armas, mas sem melhorias correspondentes em proteção ou mobilidade.

Ao final da guerra, quatro grandes potências imperiais - os impérios Alemão, Russo, Austro-Húngaro e Otomano - deixaram de existir e o Império Britânico foi irremediavelmente enfraquecido. O mapa da Europa Central foi redesenhado em vários países menores. A Liga das Nações (organização precursora das Nações Unidas) foi formada na esperança de evitar outro conflito dessa magnitude.

1ª Guerra Mundial

Primeira Guerra Mundial - o fim de uma Era



1º de Agosto do ano de 1914 - A Alemanha declara guerra à Rússia

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Na metade do ano de 1914, as declarações de guerra estão à toda no Velho Continente. No dia 1º de Agosto, o Império Alemão, aliado do Império Austro-Húngaro, declararia guerra ao Império Russo, aliado da Sérvia. Estes dois países lutariam no front oriental até o ano de 1917, na Grande Guerra ou Primeira Guerra Mundial.

IMAGEM= "Soldado francês preparando sua correspondência" escrevendo numa mesa de madeira, na comuna francesa de Soissons, no ano de 1917.

Dom Antônio, o Príncipe do ares na Guerra Mundial

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Dom Antônio Gastão Filipe Francisco de Assis Maria Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança, nasceu em Paris no dia 9 de agosto de 1881, sendo o filho caçula da Princesa Isabel do Brasil e de seu marido francês o Conde d'Eu.

Nasceu na casa alugada por seus pais enquanto permaneciam em Paris devido a tratamentos de saúde, vindo para o Brasil logo depois.

Quando da proclamação da República no Brasil, mudou-se com sua família em exílio para Paris e mais tarde para o Castelo d'Eu na Normandia francesa, onde viveu sua adolescência.

Anos mais tarde, não podendo ingressas nas Forças Francesas por ser membro da realeza da França também, Antônio alistou-se como tenente dos hussardos do exército Imperial e Real do Império Austro-Húngaro, atividade que exerceu de 1908 a 1914. Antônio e sue irmão Luís cumpriram suas carreiras militares nas fileiras austríacas sem imaginarem que os dois países, a França com a qual se identificavam e a pátria que passaram a defender, entrariam em choque na maior guerra conhecida pelo mundo até então. Ao perceber que a guerra na qual incluiria-se sua pátria de coração e a pátria a qual servira era inevitável, Antônio pediu desligamento do Exército Imperial Austro-Húngaro.

Então, com o advento da Primeira Guerra Mundial, sem poder servir diretamente à França, porém almejando defende-la, o Príncipe Dom Antônio alistou-se na Marinha Real britânica, aliada da França, servindo como piloto de aviões. Seu irmão, Príncipe Dom Luís, serviu também o Exército Real Britânico.

O Príncipe Dom Antônio tinha 33 anos quando entrou na guerra que influenciaria amplamente a geopolítica mundial dali em diante. Ele se tornou capitão do regimento Royal Canadian Dragoon, junto com os canadenses que foram defender a bandeira britânica.

Alguns autores afirmam que D. Antônio participou de batalhas aéreas, extremamente novas naquele período. O que se sabe é que o príncipe era hábil e que muitos o consideravam bastante corajoso.

O Príncipe recebeu, em 1917, um título de destaque do Exército Britânico. Devido a sua participação, considerada de alto nível nos relatos de superiores, Dom Antônio mereceu a Military Cross e foi incorporado às forças armadas britânicas oficialmente.

Com a guerra já terminada, o príncipe sofreu um acidente de avião nos arredores de Londres. Ele ainda foi levado vivo para um hospital próximo, mas morreu em decorrência dos graves ferimentos sofridos, no dia 29 de novembro de 1918.

Imagem: Retrato pintado do Príncipe Dom Antônio por William Orpen, 1918.



Francisco José I, Imperador da Áustria

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Francisco José I, nascido em Viena a 18 de agosto de 1830, foi o Imperador da Áustria e Rei da Hungria de 1848 até sua morte. De maio de 1850 a agosto de 1866, também foi presidente da Confederação Germânica. Reestabeleceu a ordem no império e restaurou o domínio da Áustria na Confederação Germânica. Seu reinado, que durou 68 anos, é o terceiro mais longo da história europeia, depois de Luís XIV da França e de João II de Liechtenstein. Casado com a Duquesa Isabel da Baviera em 1854, por quem era apaixonado, teve rês filhas e um filho.

Francisco José nasceu nos arredores de Viena em 18 de agosto de 1830. Foi o filho primogênito do arquiduque Francisco Carlos, o segundo filho do Imperador Francisco I e de Sofia da Baviera. Foi educado como herdeiro do trono do Império Austríaco, na qualidade de sucessor de seu tio, Fernando I.

Francisco José teve três irmãos mais novos: Arquiduques Fernando Maximiliano (Imperador do México), Carlos Luís, e Luís Vítor, e uma irmã também mais nova: Maria Ana, que não sobreviveu a infância.

Aos 13 anos, o jovem arquiduque Francisco José começou uma carreira como um coronel do Exército Austríaco.

Subiu ao Trono Imperial Austríaco aos dezoito anos, em 1848, durante os movimentos revolucionários do Reino da Hungria e da unificação italiana, após a abdicação de seu tio Fernando I e da renúncia de seu pai. Não possuindo a envergadura de um homem de Estado, demonstrou parcialidade na sua governação do Império.

Até 1852, seu reinado sofreu influência do príncipe Karl Philipp de Schwarzenberg, que defendia uma política absolutista e centralizadora.

Com o apoio do exército, estabeleceu na primeira década do reinado um regime autoritário, que terminou em 1859 com a derrota da Áustria frente aos exércitos da França e do Reino de Sardenha, ao qual a Áustria teve de ceder o território da Lombardia. Francisco José teve de adotar, então, uma política liberal.

Em 1849, restabeleceu a dominação austríaca na Lombardia e na Hungria, beneficiando-se do apoio do Império Russo. Tentou reorganizar o seu império sob o sistema do federalismo. As reivindicações nacionais de algumas regiões do império obrigaram-no a estabelecer novas instituições, menos opressoras. Apesar disso, em 1866, antes de conseguir seu intento de restaurar o prestígio internacional da Áustria, deflagrou contra a Prússia a Guerra dos Ducados (1863-1865). A derrota em Sadowa, em 1866, eliminou definitivamente os Habsburgos da política alemã.

A rebeldia dos húngaros obrigou Francisco José, no ano seguinte, a abandonar a orientação absolutista e reaproximar-se dos húngaros, fazendo concessões substanciais à Hungria, e reconhecendo o regime dualista , no qual a Hungria era reconhecida como Estado em pé de igualdade com a Áustria, unidos sob o mesmo monarca. Em 1867, foi coroado rei da Hungria, em Budapeste. Foi criado oficialmente o Império Austro-Húngaro. Os eslavos, entretanto, não aceitaram a dupla submissão, a austríacos e húngaros. A dependência da Áustria-Hungria com relação ao Império Alemão foi aumentando gradualmente e selou-se com a assinatura, em 1879, da dúplice aliança com o Império Alemão, à qual se juntou o Reino de Itália em 1882, criando-se assim a Tríplice Aliança, entidade política de grande importância até a Primeira Guerra Mundial. Em 1908, anexou a Bósnia e a Herzegovina.

A divisão étnica do Império Austro-Húngaro teve como consequência a reivindicação de independência dos checos, croatas, húngaros, sérvios e muitas outras nacionalidades. Após breve retorno à política opressiva, o imperador teve de instaurar o voto universal para a eleição do parlamento.

Francisco José governara praticamente por decretos até que, em 28 de junho de 1914, o arquiduque Francisco Fernando foi morto num atentado em Sarajevo. Persuadido por um de seus ministros, Francisco José I consentiu em enviar um ultimato ao Reino da Sérvia. Foi declarada guerra à Sérvia (1914), o que desencadeou a Primeira Guerra Mundial. O Império Austro-Húngaro desmembrou-se e Francisco José I morreu, em 21 de novembro de 1916, dois anos antes de o seu império entrar em derrocada total, no castelo de Schönbrunn, onde nascera.

O seu sucessor foi jovem Imperador Carlos I, neto do seu irmão Carlos Luís.


Francisco José I, nascido em Viena a 18 de agosto de 1830, foi o Imperador da Áustria e Rei da Hungria de 1848 até sua morte



Erwin Rommel, a raposa do deserto

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Nascido em 1891, Erwin Johannes Eugen Rommel foi um Marechal-de-Campo do exército alemão na Segunda Guerra Mundial. Devido ao seu grande senso de justiça e incomum habilidade no campo de batalha, Rommel era altamente respeitado, tanto por seus aliados quanto por seus inimigos. 

Sua carreira militar se iniciou na Primeira Guerra Mundial, atuando na Romênia, França e Itália. Rommel liderava pequenos e sorrateiros grupos atrás das linhas inimigas, que flanqueavam e atacavam com maestria as retaguardas inimigas. Feitos como capturar 7000 soldados inimigos com apenas 100 homens renderam a Rommel a mais alta honraria germânica, chamada Pour le Mérite.

Em 1938, Rommel foi encarregado do comando do batalhão de proteção pessoal de Hitler, o Führerbegleitbataillon. Em uma de suas viagens, o então Coronel conheceu Goebbels, que se tornaria seu amigo e profundo admirador. Apesar de incontáveis esforços tanto de Goebbels quanto de Hitler, Rommel nunca se filiou ao Partido Nazista, frustrando inúmeros planos do Ministro de Propaganda do Reich.

Sem uma participação efetiva na Polônia, Rommel teve sua primeira grande atuação na Segunda Guerra Mundial durante a invasão à França. A 7ª divisão de Panzer, sob seu comando, ficou conhecida por “Divisão Fantasma”. Seus ataques eram tão furtivos que, por várias vezes, sua divisão ficou sem comunicação com o Alto Comando Alemão, que não sabia, ao certo, seu posicionamento.

Após terminada a invasão à França, Rommel deu início à preparação para a Operação Sealion, que visava atravessar o Canal da Mancha e invadir o Reino Unido. Todavia, como a Luftwaffe não seria capaz de garantir uma superioridade aérea sobre a RAF, a operação foi abortada e Rommel foi transferido para o Norte da África, teatro de operações que lhe rendeu seu apelido de “Raposa do Deserto”.

O Exército Italiano se provou incapaz de combater os ingleses com meios próprios, se fazendo necessária a atuação alemã na África para concretizar o sonho de Hitler de estabelecer o domínio do outrora Mare Nostrum. Todavia, após inúmeras ofensivas bem sucedidas, Rommel enfrentou, no Norte da África, um inimigo muito maior que as forças aliadas – as falhas de logística.

Mesmo com incontáveis falhas de comunicação, de interceptação de informações e de coordenação de ataques, Rommel conseguiu desequilibrar o combate a favor do Eixo, quase conseguindo uma vitória sobre as forças aliadas. Mas apesar de todo o empenho e brilhantismo da Raposa do Deserto, as forças ítalo-germânicas foram derrotadas. Sem a ênfase necessária no Supremo Comando, sem uma logística eficiente e com contingente muito menor que o do inimigo, Rommel foi mandado de volta para a Europa.

De volta ao seu continente natal, Rommel passou um breve momento nos países baixos e foi, posteriormente, designado para a França. Lá, ele efetuou uma série de melhorias na Muralha do Atlântico, que consistia em uma série de fortificações costeiras para impedir um possível desembarque aliado. Ao contrário da grande maioria dos generais nazistas, Rommel acreditava que o desembarque aliado ocorreria na Normandia – onde ele realmente ocorreu – e, por isso, fez deu àquelas praias uma atenção especial.

No dia D, Rommel havia voltado para casa, para comemorar o aniversário de sua esposa. Este tempo entre o desembarque e a volta do general garantiu aos aliados o prazo necessário para seu estabelecimento na região, tornando sua reconquista quase impossível.

Apesar de seu envolvimento inicial com a guarda pessoal do Führer, Rommel se mostrou, com o tempo, um ferrenho crítico de Hitler e do regime nazista. Todavia, ele acreditava que o assassinato do ditador implicaria em uma guerra civil e o transformaria em um mártir. Apesar de não estar envolvido diretamente na Conspiração de 20 de Julho, um atentado à bomba que visava matar Hitler, seu nome foi levantado durante o interrogatório dos conspiracionistas.

Após um breve intervalo de tempo, dois generais da SS foram à sua casa e lhe ofereceram duas opções - Ser julgado e, inevitavelmente, condenado à morte, com sua família enviada à campos de concentração ou se suicidar e garantir a integridade de seus familiares. Rommel escolheu a segunda opção, se despediu de sua família e entrou em um carro sob o comando da SS, que seria seu local de seu suicídio.

Como Rommel era um herói nacional, a história contada ao público foi que ele morreu em decorrência de ferimentos causados por um ataque aéreo. Seguindo seus desejos, A Raposa do Deserto foi enterrada com as máximas honrarias militares. 


Erwin Johannes Eugen Rommel foi um Marechal-de-Campo do exército alemão na Segunda Guerra Mundial



O primeiro encontro de Adolf Hitler e Benito Mussolini

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14 de Junho de 1934.

Neste dia Adolf Hitler e Benito Mussolini encontravam-se pela primeira vez em Veneza, na Itália.

Apesar da suntuosa recepção e das boas maneiras de Mussolini para com o seu convidado, em privado a reunião foi tudo menos amistosa.

Ao chegar ao aeroporto de Veneza Hitler, vestindo-se como um civil, é visto nas fotografias visivelmente incomodado ao lado de um Mussolini vergando uma bem decorada farda militar.

Nessa época Mussolini já estava no poder na Itália há mais de 12 anos e, por isso, já era bem "formado" nas técnicas de ostentação, já Hitler tinha subido ao poder na Alemanha apenas há pouco mais de 1 ano.

A agenda principal da reunião rondava a Áustria. De acordo com testemunhas, Hitler, à beira da histeria, teria dito que:
"(...) É meu desejo, e desejo do povo alemão, que a Áustria se torne parte integrante do Reich!"
Ao que Mussolini teria respondido:
"E é do meu desejo que ela permaneça independente."

Os italianos tinham grandes pretensões na Suíça e viam com relutância e preocupação a expansão alemã para a fronteira daquele país através da anexação da Áustria.

No fim da reunião nenhum olhou nos olhos do outro. Despediram-se e afastaram-se rapidamente. Encontrariam-se mais tarde neste dia para um concerto de Wagner e para a habitual parada militar.

No aeroporto a despedida foi fria. Hitler acenou, Mussolini acenou de volta e viraram as costas.

Após o avião decolar Mussolini, perguntado sobre qual foi a sua impressão sobre Hitler, limitou-se a responder:
"Um macaquinho maluco."

Hitler sendo recebido por Mussolini em Veneza.


Hitler sendo recebido por Mussolini em Veneza.

Hitler sendo recebido por Mussolini em Veneza.

Hitler e Mussolini da varanda do Palácio Ducal, em Veneza.


Hitler e Mussolini em Veneza.
Já se nota ali uma certa tensão no ar.


Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/?fref=ts