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Mostrando postagens com marcador Idiota Útil. Mostrar todas as postagens
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O que é um "idiota útil"?

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Se nunca ouviste falar do termo "idiota útil", fica a saber que era a atitude que Vladimir Lenin nutria pelos ocidentais que viam com bons olhos o avanço da Revolução de 1917.

Inventado pela Rússia Soviética, este termo descrevia pessoas que davam apoio a pessoas como Lenin e Stalin enquanto estes levavam a cabo atrocidades atrás de atrocidades.

Lenin e os comunistas olhavam para estas pessoas com grande desprezo mas apercebiam-se da sua utilidade na disseminação da propaganda comunista nos seus países.

Actualmente, esse termo refere-se a esquerdistas e outros "progressistas" existentes por todo o mundo - normalmente (mas não exclusivamente) estudantes e professores universitários, activistas homossexuais, feministas, ambientalistas radicais, líderes dos movimentos negro/índio/cigano/muçulmano, e outros.

Estas pessoas, em grande parte, não são idiotas no verdadeiro sentido do termo, mas sim pessoas que se alinharam com um movimento, assumindo que estão a trabalhar para um "mundo melhor".  Invariavelmente, quando descobrem que foram enganados, costuma ser tarde demais.

Eles são "idiotas" porque operam com informação parcial mas assumem que têm informação suficiente para saber como todas as outras pessoas existentes no mundo devem viver as suas vidas.

Depois da sua missão estar terminada [total subversão da ordem social], eles deixam de ser úteis e normalmente fazem parte do primeiro grupo a ser fisicamente eliminado pelas mesmas entidades para quem eles trabalharam.




Wagner Moura, um idiota útil

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Wagner Moura despontou para o estrelato não por suas opiniões e muito menos por um conjunto de interpretações memoráveis, mas sim por um único personagem: o Capitão Nascimento. Foi um azar, foi uma infelicidade, foi um tiro pela culatra. Ele e José Padilha, o diretor da obra, queriam mostrar a violência policial. Mostrar como os oficiais são uns trogloditas e como a "repressão" é inútil. Tivessem conseguido isso, Tropa de Elite seria engavetado junto com outras obras irrelevantes na miscelânea de vulgaridades caras que constitui a pornochanchada que é o cinema nacional financiado com recursos públicos.

Das intenções politicamente corretas da dupla, saiu a obra mais popular já feita no país. Quem foi ao cinema viu aquilo que seus autores jamais teriam a intenção de projetar: a visão dos policiais no combate ao crime, a cumplicidade criminosa de certos ativismos, a imbecilização e doutrinação nas universidades, entre outros tópicos relevantes e jamais explorados. O que o povão gostaria de ver rua, finalmente estava assistindo numa sala de cinema. E é a isso que se deve a notoriedade da obra nessa porra.

Wagner Moura se surpreendeu. José Padilha se surpreendeu. Deram declarações amenizando o filme. Fizeram uma continuação onde um deputado de extrema esquerda torna-se o ente de razão acima do "truculento" Nascimento. Não deu certo de novo. O deputado foi ignorado e Nascimento continuou o ícone Pop que Wagner Moura jamais gostaria que ele fosse. Cada vez que o ator abre a boca, o policial interpretado por ele se cobre de vergonha. E certamente, se interpretado e interprete se encontrassem, o Capitão não pensaria duas vezes antes de dizer a ele: "Tira essa roupa preta que você não merece usar. Você não é caveira, você é moleque."

Wagner Moura


Erros que você não deve cometer para não se tornar um idiota

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• pensar que Marx era um gênio;

• formar opiniões através de novelas;

• pensar que bandido é vítima da sociedade;

• odiar a segurança pública do seu próprio país;

• atribuir qualquer avanço das mulheres na sociedade ao feminismo;

• chamar alguém de preconceituoso quando não concordar com você;

• pensar que o Estado tem que ser um “Deus” cada vez mais poderoso;

• trocar conceitos comprovados em ciências biológicas por teorias sociais;

• atribuir-se à política de esquerda sem nunca ter estudado as ideologias políticas; 

• não saber que o marxismo reside em seu potencial a destruição de uma cultura, ideais e valores;

• fazer discurso de "ressocialização" sobre a cadeia, quando, na verdade, seu objetivo é tão somente punir;

• atribuir avanços que ocorreram em todo o mundo ao governo que estava no poder na época em que ocorreram;

• pensar que a destruição dos pilares do casamento (espécie, gênero e número) na sociedade não irá afetar sua vida;

• pensar que os pais devem criar seus filhos para serem gays e que não têm o direito de querer que eles sejam héteros se não serão homofóbicos;

• pensar que padrões são opressores quando, na verdade, são necessários para manter a ordem na sociedade, e ainda choramingar caso não se encaixe neles.

• usar drogas degenerativas, como a maconha, e dizer que ela não é droga, e, ainda, atingir o ápice de imbecilidade comparando-a ao açúcar ou ao chocolate;

• usar como pretexto que os seres humanos atuais têm "dívida histórica" por causa dos erros de seus ancestrais, gerando privilégios a determinadas classes na atualidade;

• pensar que aos 17 anos e 364 dias uma pessoa que comete crimes hediondos não sabe o que está fazendo, mas que, no dia seguinte, aos 18 anos, terá consciência como em um passe de mágica;

• chamar o Regime Militar do Brasil de ditadura só porque não podia ser bandido comunista e a lei era severa com estes, e ainda chamar ditaduras comunistas, como a de Cuba, de “democracia”.

Por: Everthon Garcia