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Mostrando postagens com marcador Ronald Reagan. Mostrar todas as postagens
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Discurso do Presidente Ronald Reagan contra o aborto legal

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Discurso do presidente Ronald Reagan em 1984 contra o aborto legalizado nos EUA, onde um bebê em gestação pode ser assassinado legalmente desde a concepção até o momento do parto. Em sua infame decisão Roe versus Wade, o Supremo Tribunal dos EUA impôs o aborto em todo o território americano.

Ronald Reagan


Discurso do Presidente Ronald Reagan contra o aborto legal



O legado de Ronald Reagan

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O ator que se elegeu presidente dos EUA tornou-se, ao lado de Margaret Thatcher, o porta-voz da mensagem de que o Estado deve ser menor e eficiente.

Reagan implementou políticas baseadas na economia pelo lado da oferta, defendeu a filosofia Laissez-faire (Laissez-faire é hoje expressão-símbolo do liberalismo econômico, na versão mais pura de capitalismo de que o mercado deve funcionar livremente, sem interferência, apenas com regulamentos suficientes para proteger os direitos de propriedade) e a política fiscal de livre mercado, e procurou estimular a economia com grandes cortes de impostos.

Citando as teorias econômicas de Arthur Laffer, promoveu os cortes de impostos propostos para potencialmente estimular a economia a expandir sua base tributária, compensando a perda de receitas causadas pela redução dos impostos pelo fato de que mais pessoas pagariam impostos.

No Brasil, onde a ideia de que o Estado é o pai de todos moldou gerações, muita gente ainda acha que reduzir o Estado é loucura, ou, numa versão muito popular na esquerda, “de empresários que querem comprar as estatais barato”.

Estamos vendo escancaradamente que nada desvaloriza mais uma estatal do que uma gestão feita por políticos, com políticos e para os políticos.

Ideologia à parte, a realidade do Brasil dos últimos anos é a seguinte: desde o Plano Real os gastos do Estado crescem mais do que o PIB (e, nos últimos anos, mais do que a arrecadação). O Governo plantou subsídios e colheu baixo investimento e estagflação, enquanto a gigantesca máquina pública foi ‘privatizada’ .

Até os que não gostam da política de Reagan deveriam se perguntar o óbvio: “Quanto é que cada um de nós paga ao Estado em impostos, e quanto recebe de volta em serviços? Que tarefas devem ser do Estado, e quais deveriam ser deixadas nas mãos da iniciativa privada? Quando o Estado dá uma moleza para A ou B, quem paga por isso?”

Ronald Reagan está morto, mas como o Brasil andou para trás, Reagan continua atual.

Ronald Reagan


Ronald Reagan

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Ronald Wilson Reagan (Tampico, 6 de fevereiro de 1911 — Los Angeles, 5 de junho de 2004) foi um ator e político norte-americano, o 40.º presidente dos Estados Unidos e o 33.º governador da Califórnia. Nascido e criado em pequenas cidades de Illinois, formou-se em economia e sociologia no Eureka College e em seguida trabalhou como radialista esportivo. Mudou-se para Hollywood em 1937, onde trabalhou como ator por quase três décadas, se tornou presidente da Screen Actors Guild (SAG) e porta-voz da General Electric (GE). Sua carreira política tem suas origens durante seu trabalho para a General Electric. Originalmente membro do Partido Democrata, mudou para o Partido Republicano em 1962, creditando tal atitude a mudanças ideológicas do Partido Democrata durante a década de 1950.

Após realizar o seu famoso discurso em apoio a candidatura de Barry Goldwater à presidência dos Estados Unidos em 1964, tornou-se um fenômeno no Partido Republicano, ganhando forte apoio entre os eleitores do partido e sendo persuadido a candidatar-se ao cargo de governador da Califórnia. Foi eleito para este cargo dois anos depois, em 1966. Como governador, transformou um déficit orçamentário em um excedente, ordenou que tropas da Guarda Nacional atuassem nos protestos do período, e foi reeleito em 1970. Participou das primárias republicanas para a escolha do candidato do partido à presidência em 1968 e 1976, sendo derrotado em ambas as vezes. No entanto, em 1980, foi escolhido como candidato republicano e elegeu-se presidente dos Estados Unidos após derrotar o candidato a reeleição Jimmy Carter.

Na presidência, implementou uma série de iniciativas econômicas e novas políticas. Sua política de recuperação econômica através do estímulo a oferta, popularmente conhecida como "Reaganomics", incluiu medidas de desregulamentação, redução dos gastos governamentais e cortes de impostos. Até o final do governo, a inflação reduziu significativamente, dezesseis milhões de empregos foram criados e o país cresceu a uma taxa média anual de 7,93%, mas a dívida pública quase triplicou. Em seu primeiro mandato, sobreviveu a uma tentativa de assassinato, defendeu a oração nas escolas, enfrentou sindicatos e iniciou uma guerra contra as drogas. Em 1984, foi reeleito com uma vitória esmagadora. Seu segundo mandato foi marcado principalmente por assuntos internacionais, tais como o término da Guerra Fria, o bombardeio da Líbia e a revelação do Caso Irã-Contras. Embora a relação com a União Soviética mudou em seu segundo mandato, descreveu publicamente o país em seu primeiro mandato como um "império do mal" e apoiou movimentos anti-comunistas em todo o mundo. Negociou com o líder soviético Mikhail Gorbachev, culminando no Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário e na diminuição dos arsenais nucleares de ambos os países. Durante seu famoso discurso no Portão de Brandemburgo, desafiou Gorbachev a "derrubar este muro!" Logo após o fim de seu mandato, o Muro de Berlim foi derrubado e a União Soviética entrou em colapso logo depois.

Reagan deixou a presidência no início de 1989, sendo sucedido por George H. W. Bush, seu vice-presidente. Em 1994, revelou que estava sofrendo da doença de Alzheimer e apareceu em público pela última vez no funeral de Richard Nixon, em abril daquele ano. Morreu dez anos depois, aos 93 anos de idade. Considerado um ícone entre os republicanos, ocupa um lugar de destaque nas classificações históricas dos presidentes dos Estados Unidos, e seu mandato contribuiu para o renascimento ideológico da direita norte-americana.

Ronald Wilson Reagan