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Mostrando postagens com marcador Império Brasileiro. Mostrar todas as postagens
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A Capitania de Humaitá

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A Capitania de Humaitá, na qual peças de artilharia e sua munição esperam para serem carregadas e levadas pelos navios da Armada Imperial Brasileira (como era chamada a Marinha Brasileira à época) aos frontes de batalha no Paraguai, durante o conflito na região da Bacia do Prata chamado de "Guerra da Tríplice Aliança" ou simplesmente "Guerra do Paraguai". Note os mastros dos navios ao fundo da imagem, feita a partir da terra, e a bandeira brasileira da época do Império tremulando no mastro (canto superior esquerdo). O Império mantinha sempre suas Forças Armadas preparadas, embora uma invasão nunca fosse esperada. O estouro do conflito e a invasão à província do Mato Grosso (atualmente seriam Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) por tropas de Solano Lópes assustaram os brasileiros e levaram a uma resposta imediata de nossa Força mais bem preparada: A Armada Imperial Brasileira, segunda mais poderosa do mundo à sua época, só perdendo para o Império Britânico.

Imagem da Capitania de Humaitá

A Artilharia brasileira em ação na Guerra do Paraguai

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Artilharia brasileira em ação na Guerra do Paraguai. As nossas forças de artilharia se mostrariam uma grande vantagem frente às forças terrestres paraguaias, basicamente compostas por cavalaria e infantaria leve. Parem de pensar nos fatos relacionados à imagem, e admirem os soldados da Pátria, homens! Não é necessário uma descrição longa para uma imagem tão emblemática.


Soldados brasileiros curvam-se diante da estátua de Nossa Senhora da Conceição

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Soldados brasileiros curvam-se diante da estátua de Nossa Senhora da Conceição, durante procissão. Vale lembrar que a religiosidade é um dos maiores incentivadores nos tempos de guerra, sendo o Brasil um país, à época, de religião oficialmente Católica Apostólica Romana. Em nosso país, à época do Império (1822-1889), a liberdade de culto era grande, tendo diversos grupos religiosos que perduram até hoje imigrado para cá nestes tempos. Vale lembrar que, pela Constituição de 1824, redigida por Dom Pedro I do Brasil e IV de Portugal, o Imperador, embora adotasse como religião oficial a católica de Roma e seguisse todos os rituais, da coroação ao funeral, tinha o poder de aceitar que ordens do Vaticano, dadas pela pessoa do Papa, seriam aplicadas ou bloqueadas em nosso território, garantindo assim uma maior autonomia nacional e dando maiores poderes ao Imperador frente à Igreja.



Baile da Ilha Fiscal

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Baile da Ilha Fiscal no dia 9 de Novembro de 1889 em Ilha Fiscal.

Em oposição ao ânimo do Imperador Dom Pedro II, que detestava festas ainda mais as suntuosas, é realizado o um Baile no recém-inaugurado Palácio da Ilha Fiscal organizado pelo Gabinete Ministerial chefiado pelo Visconde de Ouro Preto em homenagem aos oficiais do navio chileno "Almirante Cochrane".

O evento, que fora adiado de 19 de Outubro para 9 de Novembro em razão do falecimento do Rei Dom Luís I de Portugal, foi a festa mais suntuosa que o Brasil já tinha visto. Entre 3 e 4 mil pessoas foram convidadas à festa que contou com seis salões de dança e um banquete servido em duas mesas em forma de ferradura para 500 convidados, tudo decorado com flores, balões venezianos, lanternas chinesas, vasos franceses e Bandeiras do Império e do Chile.

O baile teve início às oito e meia, porém a primeira parte da Família Imperial só desembarcou às 10 horas. Dom Pedro II estava de casaca preta de Almirante com a Ordem do Tosão de Ouro, Dona Teresa Cristina com vestido de renda de chantilly preta guarnecido de vidrilhos e Dom Pedro Augusto de casaca preta civil. A Princesa Imperial Dona Isabel e o Conde d’Eu chegaram poucos minutos depois. Dona Isabel estava com um vestido de moiré preto listado, colo alto bordado de ouro e usando um diadema de brilhantes. O Imperador Dom Pedro II dançou somente uma vez, com uma debutante, a filha do Barão Sampaio Vianna, já Dona Isabel foi uma das mais animadas da festa competindo com seu sobrinho, o Príncipe Dom Pedro Augusto que ficou dançando até o amanhecer.

A Família Imperial, com exceção de Dom Pedro Augusto, partiu pouco depois da meia noite, quando o banquete foi servido, vendo pouco da fatídica festa que marcaria o fim do sistema monárquico no país e da primeira grande festa na Corte desde 1852.

Imagem: Baile da Ilha Fiscal com alegorias republicanas, Francisco Figueiredo, séc. XX, atualmente no Museu Histórico Nacional.

Os primeiros cursos de Direito no Brasil

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São criados os cursos de Direito em São Paulo e Olinda no dia 11 de agosto de 1827.

O Imperador Dom Pedro I por meio da Lei Imperial de 11 de agosto de 1827 cria os primeiros cursos de Direito para o desenvolvimento do império. O interesse imperial era a formação de profissionais para atuarem no governo e na administração pública com o intuito de estruturar o Império Brasileiro.

Imagem: "Academia de Direito e Convento de São Francisco", Militão Augusto de Azevedo, 1862, atualmente na Biblioteca Mario de andrade.


2 de Dezembro - Nasce Dom Pedro II

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No dia 2 de dezembro de 1825 nascia o jovem Pedro de Alcântara, o sétimo filho de Dona Leopoldina da Áustria com Dom Pedro I do Brasil.

O jovem Pedro, com a abdicação do trono por seu pai quando este ainda tinha 5 anos, teve uma infância rápida, e um amadurecimento precoce, por vista de sua preparação como herdeiro do trono brasileiro.

Durante o período da regência ( em que o jovem Imperador não tinha idade para governar e o reino era comandado por alguns regentes, homens escolhidos por vínculos familiares ou riqueza) o garoto presenciou diversas disputas por poder e intrigas na corte.

Após o Golpe da Maioridade, em que assumiu o poder do trono ainda sem ter a idade adequada para tal, Dom Pedro II governou por longos 58 anos um Brasil inicialmente instável e quase desintegrado, que sob seu governo passou por sua Era do Ouro, na qual se tornaria unido, forte e no cenário internacional, uma potência emergente.

Dom Pedro II