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Mostrando postagens com marcador Exército Imperial. Mostrar todas as postagens
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Homenagem ao Conde d'Eu na Vila Militar

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Homenagem ao Conde d'Eu na Vila Militar no mês de Fevereiro de 1921 em Rio de Janeiro.

Em Fevereiro de 1921, após desembarcar no Brasil, pela primeira vez desde o Golpe de 15 de Novembro, para a transladação dos despojos do Imperador e da Imperatriz, o Conde d’Eu recebe uma grande homenagem na Vila Militar, no Rio de janeiro, com a presença do Ministro da Guerra Pandiá Calógeras.

Gastão de Orléans era um herói de guerra, tendo liderado todas as tropas da Tríplice Aliança durante o período final da Guerra do Paraguai e era muito respeitado por grande parte do Exército.

Durante a viagem pelo Brasil o Conde d’Eu estava muito fraco e abatido pela morte de dois de seus três filhos, além disso se emocionou demais com as lembranças, visitando os antigos Palácios em que residira e as praias que cavalgava com os filhos.

Imagem: O Conde d’Eu com oficiais do Exército Imperial, ao seu lado o Marechal Deodoro da Fonseca que proclamaria a República, Marc Ferrez, 1885


Batalha do Avaí

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Batalha do Avaí no dia 11 de Dezembro de 1868.

Prosseguindo em marcha, o Exército Imperial, liderado pelo Marquês de Caxias perseguiu o Coronel Paraguiao Caballero, que refez sua tropa com duas divisões vindas de Villeta na margem esquerda do Arroio Avaí. Ao invés de obedecer as ordens de Solano López, o Coronel não se aquartelou e resolveu enfrentar o Exército Imperial e o exército argentino.

O Exército Aliado cercava os Paraguaios e foram ajudados por uma chuva torrencial que dicultou as manobras Paraguaias. O General Osório, Barão do Herval iniciou um violento ataque com reforços de Caxias. O Coronel Caballero abandonou sua artilharia e tentou montaro Exército com três mil e quinhentos sobreviventes, em vão, conta-se que conseguiu escapar do cerco com mais 100 Paraguaios do seu Exército original de 5.593 soldados, enquanto o Exército Imperial teve somente 297 mortos.

Após a vitória no Avaí mais duas batalhas foram travadas até a entrada em Assunção, Lomas Valentinas, cuja fortificação foi atacada e a rendição sem combate do Forte de Angostura. Assunção foi evacuada pelos paraguaios e ocupada em 1.º de janeiro de 1869 por Tropas Imperiais a comando do Coronel Hermes Ernesto da Fonseca, dias depois Caxias entrava em Assunção.O Marquês de Caxias pediu licença para deixar seu posto devido a problema de saúde no dia 18 de janeiro.

Imagem: “A Batalha do Avaí”, Pedro Américo, 1872-1877, Museu Nacional de Belas Artes.

O Marquês de Caxias é nomeado Comandante-Chefe das Tropas Imperiais

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O Marquês de Caxias é nomeado Comandante-Chefe das Tropas Imperiais no dia 10 de outubro de 1866.

Após a vergonhosa derrota em Curupati a Argentina começa a ter uma participação menor na Guerra do Paraguai, assim como o Uruguai, com forças simbólicas ou representativas. O Comandante-Chefe do Exército General Osório, Barão do Herval, havia tido desentendimentos com o Presidente Argentino Bartolomeu Mitre no comando supremo das tropas da Tríplice Aliança e havia sofrido ferimentos na Batalha de Tuiuti, por isso o Imperador nomeia o Marquês de Caxias como Comandante-Chefe das tropas Imperiais.

Caxias encontra o exercito estagnado e mal organizado após a derrota. O Marquês o organiza o exército, organiza o corpo de saúde e abastecimento, acalmou a Esquadra Imperial que estava ressentida com o comando de Mitre e introduziu a estratégia de cerco para as trincheiras e fortes dominados pelos Paraguaios. De fato atuou como Comandante-Chefe Geral da tropas Aliadas com a ausência de Mitre, porém só foi oficializado em 9 de Fevereiro de 1868.

As ações do Exército Imperial só voltaram em Julho de 1867, neste meio tempo o Ditador López reorganizou suas tropas na Fortaleza de Humaitá.

Imagem: “retrato de Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias”, Joaquim da Rocha Fragoso, 1875.