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Mostrando postagens com marcador França. Mostrar todas as postagens
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Pesquisa: 61% dos franceses diz que o Islam é incompatível com sua sociedade

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Uma nova pesquisa da Ipsos (empresa do setor de inteligência e pesquisa de mercado) aponta que 61% dos franceses adultos dizem que o islamismo é incompatível com a sociedade francesa, comparado a apenas 17% que dizem o mesmo sobre o judaísmo, e apenas 6% que acreditam que o catolicismo é incompatível com a sociedade francesa.



A Lei Sharia que é aplicada a vestimentas islâmicas são especialmente impopulares na França.

A pesquisa descobriu que 77% por cento dos franceses querem que o burkini seja proibido em público, e 79%  querem que os vestes sejam proibidos nos campi universitários.

A pesquisa também mostrou que os católicos são os principais apoiadores de Le Pen, e que os muçulmanos optam por candidatos de esquerda.  

 
Com informações de Daily Caller, tradução e adaptação por Natan Falbo - Conservadores



https://apoia.se/conservadores

Le Pen diz que a União Européia "vai morrer", e os globalistas serão derrotados

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Marine Le Pen, candidata a presidência da França disse que a União Europeia vai desaparecer, em seu comício no domingo, dia 26 de março. 

Prometendo proteger a França do globalismo, ela vem impressionando cada vez mais seus apoiadores nessas últimas quadro semanas antes das eleições. 

Aprenda mais sobre o que é Globalismo, lendo Introdução a Nova Ordem Mundial

Impulsionada pela eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e pelo voto da Grã-Bretanha para deixar a UE, a líder do partido da Frente Nacional (FN), eurocéptico e anti-imigrante, disse no comício em Lille que a eleição francesa seria o próximo passo no que ela chamou de uma rebelião global do povo. 

"A União Europeia vai morrer porque as pessoas não a querem mais ... impérios arrogantes e hegemônicos estão destinados a perecer", disse Le Pen a altos elogios e aplausos. 

"Chegou a hora de derrotar os globalistas", disse ela, acusando seus principais rivais, o centrista Emmanuel Macron e Francois Fillon, de "traição" por suas políticas pró-UE e pró-mercado.

Com informações de InforWars, tradução e adptação por Natan Falbo - Conservadores



https://apoia.se/conservadores



O Conde d'Eu inicia sua viagem ao redor do Mundo

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O Conde d'Eu inicia sua viagem ao redor do Mundo no mês de Outubro de 1897 em Paris.

A vida da Família Imperial Brasileira no exílio oscilava entre o Castelo d’Eu na Normandia, afastado das regiões urbanas, e um apartamento em Boulogne-sur-Seine em Paris, onde a Família Imperial passava o inverno em um ambiente cosmopolita e animado.

Em Outubro de 1897 o Conde d’Eu quebra a rotina realizando uma viagem ao redor do Mundo, escrevendo diários. De volta à França Gastão de Orléans publica seus diários em francês contando suas aventuras.

Imagem: O conde d’Eu como um gaúcho, Augusto Amoretty, 1885.

Guerra da Criméia: A Última Cruzada

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Desde o fim do século XVIII, os russos tentavam aumentar a sua influência nos Balcãs. Em 1853, o czar Nicolau I invocou o direito de proteger os lugares santos para os cristãos em Jerusalém, então parte do Império Otomano. Sob esse pretexto, as suas tropas invadiram os principados otomanos do Danúbio (Moldávia e Valáquia, na atual Roménia). O Império Otomano, contando com o apoio do Reino Unido e da França, rejeitou as pretensões do czar, declarando guerra à Rússia. Mediante a declaração de guerra, a frota russa destruiu a frota turca na Batalha de Sinop.

O Reino Unido, sob a rainha Vitória, temia que uma possível queda de Constantinopla diante das tropas russas lhe pudesse retirar o controle estratégico dos estreitos de Bósforo e Dardanelos, cortando-lhe as comunicações com a Índia. Por outro lado, Napoleão III de França mostrava-se ansioso para mostrar que era o legítimo sucessor de seu tio, Napoleão I. Mediante a derrota naval dos turcos, ambas declararam guerra à Rússia no ano seguinte, seguidos pelo Reino da Sardenha (governado por Vítor Emanuel II e o seu primeiro-ministro Cavour). Em troca, os otomanos permitiriam a entrada de capitais ocidentais na Turquia.

O conflito iniciou-se em março de 1854. Em agosto, o Império Otomano, com o auxílio de seus aliados, já havia expulsado os invasores dos Balcãs. De forma a encerrar definitivamente o conflito, as frotas dos aliados convergiram sobre a península da Criméia, desembarcando tropas a 16 de setembro de 1854, iniciando o bloqueio naval e o cerco terrestre à cidade portuária fortificada de Sebastopol, sede da frota russa no mar Negro. Embora a Rússia tenha sido vencida em batalhas como a de Balaclava e em Inkerman, o conflito arrastou-se com sua recusa em aceitar os termos de paz.

Durante o memorável cerco a Sebastopol, um dos eventos mais lembrados da guerra, a doença cobrou um pesado tributo às tropas britânicas e francesas, tendo se destacado o heroico esforço de Florence Nightingale dirigindo o atendimento hospitalar de campanha. Sebastopol, em ruínas, só cedeu em setembro 1855.

Na imagem abaixo: “Defenda Sebastopol”, óleo sobre tela de Vasily Igorevich Nesterenko, 1967.

A Guerra Franco-Prussiana

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A Guerra Franco-Prussiana foi um conflito armado ocorrido entre 1870 e 1871 pelo controle da Alsácia-Lorena. Travada entre Prússia - com apoio da Confederação da Alemanha do Norte - e a França - comandada por Napoleão III - a guerra foi significativa para a queda do Segundo Império Francês e para a Unificação Alemã, estimulando, ainda, o revanchismo francês, um dos motivos da Primeira Guerra Mundial.

Após as Guerras Napoleônicas e a Guerra da Crimeia, Otto Von Bismarck, chanceler prussiano, iniciou um processo de unificação dos Estados Germânicos sobre a liderança da Prússia. Após a Guerra dos Ducados e a Guerra Austro-Prussiana, contra Dinamarca e Áustria respectivamente, restavam apenas os Estados do Sul para serem unificados. Bismarck chegou a conclusão de que o melhor meio para isso seria uma guerra contra a França, estimulando assim um nacionalismo alemão nos Estados sulistas.

Após uma crise envolvendo a sucessão do trono espanhol, na qual o principal candidato era prussiano - o que gerou um grande protesto francês - os franceses, através de Napoleão III, começaram a mandar cartas para o monarca prussiano Guilherme I, atacando o crescimento da Prússia. Bismarck, se aproveitando de uma carta escrita por Guilherme I, alterou o seu conteúdo, insultando o monarca francês e dando, assim, início à guerra.

A Prússia, contando com o apoio dos Estados Germânicos do Sul e com a presença do estrategista Helmuth von Moltke como chefe do Estado-Maior, avançou para dentro do território francês. Em contraste com a ineficácia da mobilização de tropas francesa, a ofensiva alemã foi extremamente eficiente, conseguindo expulsar as tropas francesas da Alsácia. Napoleão III em pessoa, passou, então, a liderar um exército destinado à libertação do general francês François Achille Bazaine, cercado em Metz. Todavia, acabou também cercado pelos alemães, na batalha de Sedan, que decidiu o conflito.

Capturado e desacreditado aos olhos franceses, Napoleão III deixou de ser Imperador. Um novo governo francês surgiu, estabeleceu a república e viu a sua capital, Paris, cercada e sitiada. O principal líder do novo governo, Léon Gambetta, fugiu de Paris em um balão rumo ao interior, de onde tentou reorganizar o exército. Surgiram 36 divisões, todas fracassadas. Em 28 de janeiro de 1871 ocorreu a capitulação oficial de Paris. Thiers, um político francês, assumiu como líder do executivo e solicitou, junto à Bismarck, um armistício. O acordo foi assinado em 26 de fevereiro e gerou revolta da população, que depôs Thiers e estabeleceu a Comuna de Paris.

Quanto à situação dos Estados Germânicos, a vitória em Sedan estimulou o nacionalismo no sul da Alemanha e os estados de Hesse, Baden, Baviera e Württemberg entraram na Confederação. A Unificação Alemã estava, finalmente, completa.



1 dia após a libertação de Paris, o General Charles de Gaulle descia pelo Champs Élysées

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26 de Agosto de 1944.

Neste dia, apenas 1 dia após a libertação de Paris, o General Charles de Gaulle descia pelo Champs Élysées na primeira parada da vitória na capital francesa após 4 anos de ocupação alemã.

A parada começou no Arco do Triunfo, mas poucos minutos depois alguns snipers alemães abriram fogo contra a multidão que se aglomerava na região.

Apesar do perigo, o General de Gaulle seguiu em frente, descendo calmamente o Champs Élysées até a Place de la Concorde.

Apesar da libertação, ainda haviam alguns pequenos focos de resistência alemã na cidade, com os snipers ceifando muitas vidas civis e militares.

O General Charles de Gaulle descendo o Champs Élysées, ignorando completamente os snipers alemães que ainda estavam ativos em Paris.

O General Charles de Gaulle descendo o Champs Élysées, ignorando completamente os snipers alemães que ainda estavam ativos em Paris.

O General Charles de Gaulle descendo o Champs Élysées, ignorando completamente os snipers alemães que ainda estavam ativos em Paris.

Parisienses procurando abrigo na Place de la Concorde diante do ataque de snipers alemães durante a parada do General Charles de Gaulle.

Fonte. Hoje na Segunda Guerra Mundial - Link: https://www.facebook.com/hojenasegundaguerramundial/