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WikiLeaks: Documentos vazados mostram como Soros investiu grandes quantias para influenciar as eleições europeias

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Documentos vazados da Open Society Foundations de George Soros revelam como Soros trabalha para derrotar candidatos populares e movimentos na Europa.

Soros, usa uma rede de organizações sem fins lucrativos e organizações parceiras em toda a Europa para tentar afetar os resultados das eleições em países estrangeiros, como mostram os documentos. (Aqui - em inglês)

Através de consultoria jurídica, campanhas de educação e a mídia influenciando projetos, Soros faz o seu melhor para afetar resultados eleitorais em todo o mundo em apoio à sua visão de mundo, de fronteiras abertas.

Os candidatos que se opõem à imigração em massa representam uma ameaça direta a essa visão de mundo.

A seguinte citação aparece em um documento da Open Society Foundations, em 2013, classificado como confidencial

As próximas eleições da União Europeia podem também levar mais populistas e extremistas ao Parlamento Europeu, o que poderia minar todas as nossas realizações até à data

Outros documento, apresentados a seguir, constam inúmeros dos pagamentos da organização de Soros, relacionados com as eleições para o Parlamento Europeu de 2014.




Open Society Foundations enviou US $ 35.000 para o Instituto Athena com propósito expresso de "Analisar e relatar as eleições europeias de 2014, combater as vozes políticas extremistas e populistas na Hungria."

Outros U$ 49.930, foram para o Instituto de Política Europeia para "assassinar a reputação e humilhar populismo nas campanhas eleitorais [do Parlamento Europeu]" na República Checa, Hungria e Eslováquia.

Mais U$ 27.049, foram dados ao Conselho de Diplomacia Pública da Catalunha para que uma organização influenciar "jornalistas e profissionais de mídia na Europa" alterassem suas narrativas afim de evitar que "movimentos populistas, xenófobos e euroescépticos" crescessem. 


NOTA: A mesma técnica é utilizada no Brasil, para minar movimentos conservadores e principalmente o nome de Jair Bolsonaro.

O objetivo declarado do workshop era "desencadear uma mudança na narrativa de jornalistas e profissionais de mídia para que eles apaziguassem certas ocorrências na  União Europeia, de forma que tais movimentos oposicionistas não pudessem crescer, se alimentando da crise instalada"

Um porta-voz da
Open Society Foundations disse que a organização "financiou esforços para incentivar a participação e a educação dos eleitores, incentivar a inovação de políticas e promover o jornalismo independente para ajudar governos de todos os tipos a serem mais transparentes e responsáveis perante as pessoas a quem servem. Open Society Foundations não apoia financeiramente candidatos para cargos públicos. " 

NOTA: O fenômeno das mídias independentes de esquerda no Brasil possuem o mesmo modus operandi, e se utilizam da mesma estratégia.

Open Society Foundations não pode apoiar financeiramente candidatos para cargos públicos, mas é claro a partir dos documentos demonstrado, ela apoiou organizações que se opuseram a candidatos que são contra seus objetivos.

Uma doação de U$ 46.840 ao Centro de Estudos da Paz, por exemplo, destinava-se a "estimular o apoio público e a participação eleitoral entre os eleitores mais alinhados a esquerda, a fim de impedir a eleição de candidatos xenófobas, racistas e radicais que representam a Croácia na UE".  


As restrições de apoio à imigração são tipicamente sinônimo de "xenofobia" nos documentos internos da Open Society Foundations. 

US $ 100.000 foram destinados à UNITED for Intercultural Action [um difusor do multiculturalismo na Europa] para "combater a eleição [dos deputados europeus] dos partidos populistas e de extrema-direita na Europa".

De acordo com os documentos, a UNITED fez parceria com a Rede Europeia Contra o Racismo (ENAR) e Hope not Hate [Esperança e não Ódio], para frear candidatos populistas nos 28 Estados-Membros da UE, concentrando-se especialmente em cinco países: França, Grécia, Hungria , Itália e Holanda.


"Grupos locais nestes cinco países serão formados para organizar reuniões e campanhas porta-a-porta antes das eleições do PE para (1) encorajar os eleitores a se filiarem e a votar; e (2) votar em candidatos não extremistas ", afirmam os documentos.

Nos Países Baixos, um documento separado
Open Society Foundations explicou que, foi um dos cinco "países prioritários", devido à ascensão do partido de extrema direita PPV [Partido para a Liberdade], liderado por Geert Wilders, derrotado recentemente nas eleições de 2017. 

A Open Society Foundations escolheu os Países Baixos porque as pesquisas mostraram que o PPV "terá um resultado muito bom nas eleições para o Parlamento Europeu, e porque é um dos motores do discurso anti-UE e anti-migração na Europa".

Outro documento, dois meses antes das eleições para o Parlamento Europeu em 2014, afirma que a estratégia da
Open Society Foundations nos Países Baixos era minar o sucesso da Wilders e do PPV. 

"O resultado das eleições para o Parlamento Europeu em maio de 2014, o desempenho do PPV, e de Geert Wilders, ajudará a determinar os próximos passos da [Open Society Foundations] na Holanda", afirmou o documento.

No total, Soros doou mais de US $ 6 milhões a 90 organizações parceiras, para influenciar o resultado das eleições para o Parlamento Europeu em 2014.
 


Os documentos questionam se Soros continua agindo nos bastidores, para tentar derrotar candidatos populistas, nas eleições europeias, como fez em 2014.

Ou seja, é uma questão pertinente, pois agora, novas eleições ocorrem na Europa, no qual os discursos de patriotismo são exatamente o que George Soros teme, pois ameaçam suas políticas globalistas. 

Na Itália, o primeiro-ministro, Matteo Renzi (centro-esquerda), anunciou sua renúncia em dezembro de 2016, após uma derrota "extraordinariamente clara" em um referendo constitucional que foi visto como uma vitória para as forças populistas e anti-UE no país. O movimento cívico 5-Star da Itália é uma ameaça ao establishment político na Itália. 

O partido de PPV de Geert Wilders - que Soros alvejou especificamente em 2014 - veio no segundo lugar nas eleições holandesas no mês de março de 2017. Um crescimento não muito esperado por Soros.

Como uma candidata quem se tornando cada vez mais popular, opondo-se à imigração em massa e desconfiado do extremismo islâmico, Le Pen é exatamente o tipo de candidata a que Soros investiu dinheiro em 2014 para não ganhar boa visibilidade.

Viktor Orban, primeiro-ministro da Hungria, vai assinar um projeto de lei que proíbe o financiamento estrangeiro de universidades na Hungria (fundada por Soros), incluindo outra universidade européia financiada por Soros. Acredita-se que o projeto seja uma tentativa de limitar a influência de Soros na Hungria.

Os documentos vazados foram publicados no último verão pela DC Leaks, a mesma organização que publicou os e-mails pessoais do ex-secretário de Estado e do general aposentado Colin Powell, dos EUA. As agências de inteligência dos EUA acreditam que a DC Leaks atuou como um grupo de frente para hackers russos. A Open Society Foundations confirmou a autenticidade dos documentos.

Os documentos inicialmente se tornaram públicos em 2016.

O portal The Daily Caller, que cobriu os vazamentos, revelou que:
Open Society Foundations secretamente pagou funcionários ligados ao primeiro-ministro da Moldávia, pró-UE, - enviando o dinheiro através de uma ONG alemãa, a fim de que fossem aprovadas determinadas leis na Moldávia; A Open Society Foundations financiou uma pesquisa da oposição sobre críticos do islamismo radical; para influenciar influenciar as decisões da Suprema Corte, com campanhas bem financiadas de relações públicas; além de uma campanha também financiada pela Open Society Foundations para influenciar [em inglês] o Papa Francisco, entre outras coisas.

Você pode encontrar alguns dos documentos aqui [em inglês] 

Grandes mídias como o New York Times - que periodicamente criticam o uso de dinheiro para influência políticas, ignoram completamente os vazamentos.

O portal de negócios Investor, em uma de suas matérias (agosto de 2016), fez a denuncia criticando o establishment:

"Não conseguimos encontrar uma única reportagem sobre os vazamentos no New York Times, a CNN, o Washington Post, a CBS News ou outros grandes sites de notícias, 'aparentemente' não notaram nada e tão pouco informaram aos seus leitores o há nestes documentos. Na verdade, a única mídia que parece estar examinando diligentemente todos os documentos é portal conservador Daily Caller, que, como resultado, apresentou uma série de denúncias reveladores"


Como é de esperar o establishment é pago para não noticiar. 
Antes mesmo dos vazamentos ocorrerem, Olavo de Carvalho já havia alertado sobre as organizações de George Soros e sua influência na política de vários países.  Confira os artigos, Uma dica sobre George Soros e Os inventores do mundo futuro.

  
Com informações de Daily Caller, tradução e adaptação Natan Falbo - Conservadores

https://apoia.se/conservadores

O Lento Alvorecer

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Oh mia patria sì bella e perduta! [1]

Depois de ficar longas noites “trancafiado” na masmorra, o miserável e esgotado cidadão brasileiro, envolto em trapos, acha uma escapatória desse vil e gelado pesadelo a que foi condenado. Das longas e morosas décadas torturantes de puros erros e de falsas crenças a que foi induzido, só o levou a uma coisa: o aprisionamento. Preso fisicamente ou mentalmente, o que é pior? “O inferno é ambos, mas é também o mundo de angústia e tormento que o homem constrói para si mesmo ao longo da história”[2].

O crescimento vertical da esquerda revolucionária no Brasil fez surgir o histérico e nefasto império hegemônico das pseudo-ideias errôneas. Isso aconteceu assim que foram tomando cada parte do Estamento Burocrático e do dia a dia do cidadão brasileiro, moldando-os à sua imagem e semelhança. Assim, o Brasil foi feito refém de um maldito e insano reformismo sem noção, um esquema de controle mental e social, que beira a insanidade humana. Desta forma, alvoreceu a mentalidade em que prega a seguinte crença na sociedade brasileira: “O revolucionarismo deseja construir o futuro como se o passado jamais “existira”[3].

Quando o cidadão descobre o projeto maligno, e bate de frente com esse projeto cruel de dominação e aniquilação nacional, muitos ficam nervosos, afoitos e tensos, pois não sabem o que fazer, muito menos por onde começar a combater tal inimigo, de proporções imensas. "Mas se os bárbaros estão cá dentro, que podemos nós fazer? Denunciá-los e combatê-los, sem dúvidas. Mas também, sob outra estratégia, imitar os antigos monges sitiados, a fim de preservar e cultivar o que merece ser preservado e cultivado. A busca da beleza possível. Afluição dos domésticos prazeres: lugares, memórias, histórias. E a celebração do humor sobre os outros, sobre nós, sobretudo sobre nós       como uma forma suprema de 'salvação.'[4]“

Desta forma, os bárbaros aproveitaram nossa ingenuidade e descuido e invadiram na calada da noite, usurparam nossa formosa e linda nação. No presente momento, encontramo-nos como os judeus do Gueto de Varsóvia[5]: somos humilhados, vilipendiados e vigiados constantemente pelos algozes vermelhos. Não podemos exercer e bradar nossa real tradição, fé e crença. Nossa pátria foi ultrajada e largada. Mas, “longe vá... temor servil”[6]. Não podemos nos calar e consentir com o atual estado da nação e da sociedade, devemos combater. “Nós não somos donos da verdade. Nós temos o direito de lutar, o dever de lutar pela verdade”[7].

Todavia, os desafios são árduos e perniciosos, as provações físicas, mentais e morais são ad infinitum. “O homem sábio é livre, mesmo que seja um escravo, se souber restabelecer e reter sua liberdade eterna. Se ele for seu próprio senhor, então não terá um senhor. Nenhum humano pode intimida-ló”[8]. Assim, só os íntegros, honestos e estudiosos, resistirão às adversidades de nosso tempo e se libertarão dessa masmorra rumando ao alvorecer. Resistir como impávidos colossos.

Mas, se ousar em seguir outro caminho que não este, sofrerás duras consequências físicas, mentais e espirituais. “Não podemos pensar em fazer uma grande nação sem uma base religiosa 'sólida'[9].  Só com uma duradora base, que seja íntegra e pura no Catolicismo, poderemos resistir e combater as heresias e modernismo que invadem e ameaçam nosso país.

Extirpar, evidenciar e lutar contra os traidores que habitam e rondam a Santa Igreja são as nossa missões. Sem isso, será impossível salvar o nosso querido Brasil. Pois nosso país só se tornou vulnerável ao socialismo/comunismo e a suas modernidades, quando ocorreu a corrupção do clero e o esvaziamento das igrejas, fiéis soltos, sem orientação e atenção, o que acabou por resultar na maciça perda de Fé e na lenta e graduação implosão da ordem nacional. É de suma importância lembrar e ressaltar uma grande lição de Nosso Senhor Jesus Cristo, em que dizia: “Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a “morte.[10]”

A crescente e contínua devastação do país fomentou a incredulidade dos brasileiros. Hoje quem prega uma retomada à fé católica e uma retomada ou conquista da sanidade, é considerado um radical ou louco. “A mensagem de Cristo é impossível, mas não louca. É antes a sanidade pregada num planeta de lunáticos.[11]”

Os abusos e as dilapidações que a esquerda e a modernidade praticaram no nosso Brasil ultrapassaram o tolerável. Somos ainda uma nação órfã de uma legitima e séria representação política. “E como não há nenhuma 'direita' conservadora atuante no país, me parece claro que ainda somos um povo sem voz, e, um povo sem voz, especialmente um povo sem representação, está fadado ao arbítrio dos ditadores e aventureiros imbuídos de ressentimentos e vontades de poder”[12].

A marcha rumo à plena libertação dos grilhões revolucionários é longa e difícil. A guerra cultural e o resgate da alta cultura só estão no seu alvorecer. O que está surgindo nesse momento são pequenas "mudas", que, em algumas décadas, seguramente serão imponentes e sólidas árvores, as quais arborizarão nessa terra devastada. Pois agora, "Memória e desejo, aviva[13]" essa nação.

O lento alvorecer nacional será marcado pela retomada da sanidade mental das classes sociais e a retomada da Igreja pelos homens bons e de boa-vontade, assim como diz o evangelho. Quando todos entenderem que “ser conservador é não ter nenhuma proposta de sociedade, é aceitar que a própria sociedade presente vá encontrando pouco a pouco a solução para cada um de seus males, sem jamais perder de vista o fato de que, para cada novo mal que seja vencido, novos males aparecerão. Ser conservador é não ser jamais o portador de um futuro radiante, é ser o porta-voz da prudência e da sabedoria”[14].

A libertação dessa masmorra é muito mais que um simples dever de todo homem sério e íntegro. É antes de tudo, a busca pela salvação do seu país, é resgatar o Brasil dos ratos e vermes que desfilam e se aplumam pelos quatro cantos do país. Esses e vários outros motivos, sólidos e testados, que brando vivamente e efusivamente pelos quatro cantos de minha nação:

Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil![15]


Por: Salomão Campina

Bibliografia:

1. Va Pensiero, de Giuseppe Fortunino Francesco Verdi.
2. O Código dos Códigos, de Northrop Frye.
3. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
4. Vamos ao que Interessa, de João Pereira Coutinho.
5. O Pianista, de Roman Polanski.
6. Hino do Império Brasileiro.
7. Alceu Amoroso Lima.
8. A Tradição Ocidental, de Eugen Joseph Weber.
9. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
10. João 14.
11. Twelve Types, de G. K. Chesterton.
12. Prof. Daniel Fernandes.
13.Trecho de Os Homens Ocos, de T. S. Eliot.
14. Olavo de Carvalho, entrevista a Bruno Garschagen.
15. Hino do Império Brasileiro.


Resistiremos Até o Fim

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Nas infindáveis tormentas das inquietantes noites que permeiam minha modesta e recatada vida, residem sérias malezas.  Assim, com minha mente tempestuosa, começo a me lembrar das infindáveis ruas desertas e bucólicas de minha cidade, que são tomadas por diversos transeuntes que vagueiam como cegos “zumbificados”, num puro reino do desconhecimento humano e de desgraça interior. "Nós somos os homens ocos"[1] que vagam desvairados e calados pela cidade insana e melancólica. Desta forma, observo sereno, calado e amedrontado, os inúmeros erros que habitam as ruas, avenidas, vielas, etc., de minha cidade.

Das inumeráveis mazelas que residem e agridem minha cidade, malezas estas que me atormentam e atentam profundamente contra mim, que chegam a rasgar meus olhos e minha mente como um louco desvairado, numa busca sanha por me matar, executam de modo desfigurado a perda da beleza, a perda da noção de estética arquitetônica, a perda da boa e velha simetria. Há infindáveis fachadas e mais fachadas que esboçam uma “força” para perfilar, mas não o possuem, ou nunca possuirão ânimo nem força para tal ato. Tentam, assim, de todas as formas se manterem de pé, mas sabem que estão em puro declínio. Assim, nas suas irregularidades horripilantes, negras fachadas, tortas e mal planejadas residências que há em minha cidade, elas atormentam e gritam desvairadas contra as pobres almas que vagueiam nas calçadas. As retas incertas e suas irregularidades possuem um “poder místico”, ao ponto de me deixarem ficar mui constrangido por observar o brutal e avassalador erro. O belo e o sublime definitivamente já estão inexistentes em minha cidade.

Há, assim, em minha cidade, uma “riqueza” vasta de almas atormentadas e zumbificadas pelo sistema que impera, e para muitas delas, esse sistema passa despercebido, algo quase que inexiste a elas nesse canto do mundo. Mas, essa legião de desavisados é obrigada a conviver amontoada, numa imposição severa e brutal, em outras palavras, essa legião é uma espécie de cortiço modernista democrático. "Ah, meu amigo! A infelicidade é uma doença contagiosa…."[2]. Essa ignóbil e infame vida dos desconhecidos e incautos cidadãos brasileiros dá uma tremenda repulsa nos acordados, nos incomodados, nos despertados, os quais olham atentos e tristes, esse indecoroso sistema forjado por Sauron[3].

Alastra-se, por causa disso, em minha mente, como água derramada sobre a mesa, essas ideias e sensações horríveis e tenebrosas, ideias que me atormentam incansavelmente, sempre me atacam quando eu resolvo adentrar nas ruas negras. Ao simples pisar no chão, já sinto uma profunda dor em meu corpo, já sou tomado por um mal-estar e tontura incontroláveis. Todavia, foi por causa dessas batidas costumeiras da vida, que me despertei para o real mundo. E nesse despertar, deram-me uma espada que, desde o primeiro dia, uso contra o mal que ronda e espreita a mim e a meu país. Muitas dessas asquerosas e vis criaturas malignas, que controlam as engrenagens carcomidas dessa máquina colossal e animal, jamais foram indagadas com a seguinte frase: “Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil[4]? ”

Se houvesse um modo de lhes indagar isso, todos, sem expressão, imediatamente fugiriam dessa indagação franca. Rumariam às catacumbas, ou atacariam seus indagadores. Pois a verdade, além de incomodar, reabre os ferimentos nessas criaturas. Os lacaios do regime maquiavélico tratam logo de empinar seus mastodônticos narizes, desfilando suas corcundas e seus corpos calejados e cansados pelos suntuosos corredores do Estamento Burocrático. Muitos desses vermes creem piamente que os pobres e inválidos devem viver e conviverem sempre juntos. Amontoados, jogados e esquecidos. Tais lacaios ditadores legam ao povo restos das migalhas e, para satisfazerem suas sedes, dão ao povo o chorume que escorre de suas fossas bocais. O mal e o horrível os distribuam sem moderação e atenção aos desgraçados. Já aos honrosos e amiguinhos do sistema, distribua a lei e a ostentação.

Mas, em meio a esse dificultoso transpassar da longa tormenta mental e espiritual, misteriosamente tudo cessa de súbito. A neblina que antes envolvia as ruas e minha mente dissipa-se misteriosamente. As sensações horríveis desaparecem do meu corpo. Então, eis que surge uma radiante e simples Igreja Católica. Não perco muito o meu tempo, adentro a Igreja, caminho pela nave central, e trato logo de ir me sentando. Sento em um de seus longos bancos, que fica bem perto do altar. E outro mistério surge em mim:  O choro. Desabo-me em profundas e incessantes lágrimas e mais lágrimas, junto com o tremor de ser culpado, de ser omisso, de ficar, às vezes, calado, quando deveria falar, falar e muito. Logo me dou o seguinte veredito: culpado. Compactuei indiretamente com o atual estado, vi e convivi com o atual estado, e acabei consentindo. O peso de consentir e de me calar vem num só golpe. Tento rapidamente enxugar minhas lágrimas, e nessa rápida e triste ação, levanto, aos poucos, minha cabeça, a fim de mirrar a Santa Imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo.

E começo a pensar comigo mesmo... quando o Santo Deus resolve sutilmente tocar as pessoas, um toque bem suave e muito certeiro, na quase totalidade das vezes, ele procura sempre tocá-las através de suas belas e sublimes obras. Sejam eles literárias, monumentos, milagres, ou mesmo pelas adversidades do cotidiano que há por aí e a beleza natural. Mas, quando você é tocado pelo Santo Deus através das adversidades do dia a dia, você é intimado a lutar, um chamado que te obriga a lutar pela restauração da normalidade. “O cristão, todavia, mesmo aquele que formalmente perdeu a Fé e vive fora da Igreja, não poderá ver impunemente o triunfo do mal. Reagirá, sempre, de um modo qualquer[5]“.

Desta forma, muito bem-feita e articulada por Deus, uma dessas obras toca-me profundamente, um toque inesquecível e revigorante para minha pobre alma. Esse toque foi relembrar a grandiosa obra: "O Senhor dos Anéis"[6], a monumental obra, baseada na Bíblia, escrita por nada mais nada menos que J. R. R. Tolkien. Se eu fosse tentar resumir a história da humanidade através dessas obras, certamente iria utilizar a esplendorosa passagem da épica batalha de Gandalf Vs Balrog.

Essa passagem se desenrolou da seguinte forma: Durante a travessia das Minas de Moria[7], onde o império da penumbra maligna alastrou-se e dominou, a sociedade do anel resolve adentrar nas minas e passar, cortando o caminho. Mas, infelizmente, não saiu tão bem como o planejado. Em Moria, travou-se uma das batalhas mais mortíferas e ferozes da Terra-média.  Um embate onde estava em jogo mais do que a autopreservação, mas sim a preservação dos seus semelhantes, a preservação de um mundo e de suas tradições. Assim, numa aventura homérica, o Grande Gandalf luta com todas as suas forças com um opoente descomunal, imensamente forte e poderoso. Mas o Cinzento não recua, não esmorece diante do seu algoz. Temer o mal, jamais! Luta até o fim de suas energias. E são dois os grandes ensinamentos que o Mago ensina aos atentos leitores: a) os verdadeiros guerreiros preferem tombar no campo de batalha do que ver sua terra devastada e arruinada pelo mal. b) Gandalf, no início da luta, profere uma das frases mais emblemáticas do épico: "You Shall Not Pass!". Parafraseando, essa frase quer dizer o seguinte: Jamais alguém, em sã consciência, deixará o inimigo adentrar os portões do império. Não permitirá mal algum, em sua terra natal.

Já na tradição da civilização judaico-cristã, há uma frase de suma importância do Nosso Senhor Jesus Cristo, que é a seguinte: "O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?[8]" Podemos, ao longo da vida, ou na maioria do tempo, (mas não todo o tempo de nossa existência) vagar no "vale das sombras". O cristão, em hipótese alguma, deve temer mal algum, seja ele a face que assumir: islâmicos, socialistas/comunistas, heresias, modernismos, Nova-Era, etc, etc. (Poderíamos seguir essa lista infindavelmente, pois o mal prolifera e se multiplica sobre a face da terra, assumindo as mais variadas formas e configurações ideológicas, políticas, religiosas, secularistas, filosóficas, etc.). Mas, diante de tudo isso, o nosso dever é: Temer nunca, lutar sempre! “O cristão sabe que a história será sempre um tecido de males e bens, de luz e de sombras, e que no dia do Juízo é que o joio será separado do trigo. Até lá, ambos crescerão juntos[9]”.

Desgastante será insano e maligno, vai ser esse vagar rumo ao céu, rumo à libertação individual. Mas, só os verdadeiros combatentes, aqueles que possuem Fé, que são tementes ao Santo Deus e a Santa Igreja Católica Apostólica Romana, aqueles que lutam todo santo dia, terão essa retribuição por todo esse tempo de combate. Ademais, vale ressaltar também o que o sapientíssimo Chesterton afirma: “quando os homens não acreditam em Deus, eles não passam a acreditar em nada; eles acreditam simplesmente em qualquer coisa[10]".

Jamais devemos esquecer nossas origens, nossas verdadeiras bases morais, intelectuais e espirituais. As reais tradições estão aí, basta procurá-las e se investir delas.  E nunca se rebelar contra a Santa Igreja, pois só ela construiu essa magnífica civilização chamada de Civilização Ocidental.

E, antes que eu me esqueça, segue a definição do que nos une e nos convoca à luta como irmãos:  “O conservadorismo é a filosofia do vínculo afetivo. Estamos sentimentalmente ligados às coisas que amamos e que desejamos proteger contra a decadência. Sabemos, contudo, que tais coisas não podem durar para sempre. Enquanto isso devemos estudar os modos pelos quais podemos conservá-las durante todas as mudanças pelas quais devem inevitavelmente passar, de modo que nossas vidas continuem sendo vividas em um espírito de boa vontade e de gratidão[11]”.


Por: Salomão Campina

Bibliografia:

1. Trecho de Os Homens Ocos, de T.S. Eliot.
2. Gente Pobre, de Fiodor Dostoievski.
3. Sauron é o o principal inimigo do Mundo, tal como foi seu antecessor. Sendo o principal promotor da desgraça na Terra-média.
4. Trecho de Poema em Linha Reta, de Fernando Pessoa.
5. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
6. O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien.
7. O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel, de  J. R. R. Tolkien.
8. Salmos 23:4.
9. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
10. O Elogio do Conservadorismo, de João Camilo de Oliveira Torres.
11.  Como Ser um Conservador, de Sir Roger Scruton.


Em palestra de 1999 em São Paulo, Dr. Enéas Carneiro explica por que acredita em Deus

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Em palestra de 1999 em São Paulo, Dr. Enéas Carneiro explica por que acredita em Deus.
Duração: 7 min e 45 s
Temas: macrocosmos, microcosmos, matemática, biologia, genoma, cromossomo, programação

Aulas de encerramento completas (1988, 1991, 1995 e 1999):

Dr. Enéas Carneiro - 1988 - A História do Pensamento Científico - Belém do Pará (32 min e 10 s)
https://youtu.be/gZSopMFvtCQ

Dr. Enéas Carneiro - 1991 - A História do Pensamento Científico - São Paulo (30 min e 41 s)
https://youtu.be/m3XlYkzGdB8

Dr. Enéas Carneiro - 1995 - A História do Pensamento Científico - Goiânia (7 min e 39 s)
https://youtu.be/DJqH-D0_-HE

Dr. Enéas Carneiro - 1999 - A História do Pensamento Científico - São Paulo (45 min e 38 s)
https://youtu.be/BhPPTqDm4As

1 cromossomo humano tem ao redor de 5 bilhões de nucleotídeos e portanto em torno de 20 bilhões de bases nitrogenadas. Se admitirmos que cada base nitrogenada seja uma unidade de informação, em somente 1 cromossoma humano há aproximadamente 20 bilhões de unidades de informação. Sabidamente, 1 letra de qualquer alfabeto comum pode ser identificada através de 6 unidades de informação. Se dividirmos 20 bilhões por 6, teremos em torno de 3 bilhões de letras. Uma palavra, em média, precisa de 6 letras para ser escrita. Se dividirmos 3 bilhões por 6, teremos em torno de 500 milhões de palavras. Uma página de livro tem em média 300 palavras. Se dividirmos 500 milhões por 300, teremos algo em torno de 2 milhões de páginas. Se admitirmos que um livro médio tem 500 páginas, ao dividirmos 2 milhões por 500, teremos 4 mil livros. Portanto, um único cromossoma humano pode conter a informação de mais de 4 mil livros.

Enéas Carneiro

Em palestra de 1999, Dr. Enéas explica por que acredita em Deus



Os 7 melhores livros para entender o que é Revolução Cultural.

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A revolução socialista não será armada, mas sim cultural. Gramsci um dos mais brilhantes teóricos marxistas redesenhou o modelo revolucionário socialista. Diz Gramsci que é preciso quebrar a hegemonia cultural para que o socialismo seja implantando. Desde então seus seguidores esforçam-se para destruir a cultura vigente de um país e substituí-la por uma visão “socialista-humanista”.

01.    Nova Era a e Revolução Cultural – Olavo de Carvalho
Escrito a mais de 20 anos, sua primeira edição lançada em 1994 já denunciava a infiltração marxista na cultura e educação brasileira. Olavo demonstra como funciona o pensamento da esquerda brasileira na holística das ideias de Gramsci e Capra, além de mostrar como o conceito de “justiça social” tornou-se engrenagem principal da máquina de propaganda socialista.


02.    Futuro do Pensamento Brasileiro – Olavo de Carvalho
Uma coletânea de estudos sobre a tradição da intelectualidade brasileira. Olavo denuncia as lacunas do pensamento brasileiro e como tudo isso culminará em uma sombria realidade. Sua primeira edição, foi em 1997, e como um profeta, Olavo acerta precisamente, o abismo cultural que vivemos 20 anos após seu livro ser lançado.

 

03.    Desinformação – Ion Mihai Pacepa
A mais importante obra sobre estratégias de desinformação e subversão de valores. Pacepa é um agente treinado pela KGB, e com todas as letras demonstra como a desinformação é produzida e porque é tão pouco provável que se descubra a verdade antes que algum estrago seja feito. Pode-se dizer que quem controla a informação, controla o pensamento das massas. A mídia, o Governo, ONGS, empresas, instituições religiosas, entre outras são todos alvos do processo de desinformação.



 04.    Maquiavel Pedagogo – Pascal Bernardin
Quais são as razões da profunda crise na escola? É possível encontrar uma espécie de vírus no gene de nossa sociedade e de nosso sistema educativo? Podemos concluir que é urgente uma redefinição do papel da escola e de suas prioridades?
Bernardin irá demonstrar através de uma série de documentos como os órgãos internacionais querem destruir a educação e quais são seus objetivos ao implantaram novas diretrizes para reformular conceitos morais e sociais nas gerações mais novas.

 

05.    Pensadores da Nova Esquerda – Roger Scruton
Um verdadeiro raio-x  sobre os principais e mais atuais pensadores da nova esquerda que moldaram o século XX e estão alterando o curso do século XXI. Scruton que é famoso por suas duras críticas ao pensamento revolucionário demonstra como funciona a estratégia da Nova Esquerda, e o porque eles são tão bem sucedidos.



06.    Nossa Cultura... Ou o que Restou Dela - Theodore Dalrymple
Embora o livro trate do Reino Unido, é possível perceber claramente, que a mudança na cultura inglesa é idêntica a mudança que ocorre no Brasil. A exaltação da sexualidade, a morte da arte, a perda da masculinidade, o feminismo, a literatura vazia e demais assuntos são abordados de forma com maestria por Dalrymple. A questão é, quanto tempo falta até o Ocidente ruir?


07.    Quem controla as escolas governa o mundo - Gary DeMar
A leitura recomendada para todos aqueles que defendem o Escola Sem Partido. Há um dito popular: “A filosofia da sala de aula desta geração será a filosofia de vida da próxima geração”. Quem controla as escolas governa o mundo mostra como a educação pode ser usada como instrumento de mudança social desde Karl Marx e Adolf Hitler até o humanismo secular e o islamismo radical. Os oponentes da nossa cosmovisão entenderam que na educação se trava a guerra de ideias.

A popularidade de Jair Messias Bolsonaro está crescendo cada vez mais

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Jair Bolsonaro é um problema para a esquerda brasileira. Tanto pelo que diz quanto pelo que é. contra Bolsonaro não pesam acusações de ilicitudes, envolvimento em escândalos, participação em fatos nebulosos, nada que possa convertê-lo em mais um desses criminosos que abundam na política de Brasília.

Todas as vezes que o rosto ou o nome de Bolsonaro são mencionados, o são em matérias embasadas em uma narrativa pré-fabricada pela esquerda. Batem em ordem unida, relegando o contraditório a meros trechos devidamente editados de notinhas ou frases soltas de entrevistas coletivas.
Ainda assim, Bolsonaro não para de ver sua conta no Facebook engordar com novos e animados seguidores. Ele também é recebido por multidões em aeroportos, em atos que não são vistos sendo feitos para qualquer outro político brasileiro. Outro sinal de que sua imagem pública continua a se fortalecer são os resultados nas pequisas de opinião, onde ele já pontua com dois dígitos. A campanha contra ele tem se revelado um avassalador fracasso.

Na falta de alguma acusação, a ordem é pintá-lo como um monstro autoritário, um meganha de um pensamento fascista inerente na sociedade brasileira conservadora. A campanha que se descortinou contra Bolsonaro desde que ele anunciou sua intenção de concorrer na próxima eleição presidencial é a coisa mais abjeta, desonesta e mendaz que já se viu na política recente do país. E tudo isso em razão de uma coisa só: o medo que eles tem de seu sucesso.

Jair Messias Bolsonaro