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As histórias de Shin e Manuela são paralelas, mas se entrecruzam pela força da hipocrisia

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Shin Dong-hyuk nasceu na Coreia do Norte, em um campo de concentração, em 1982.

Manuela d'Ávila nasceu no Brasil, em Porto Alegre, em 1981.

Shin passou a infância comendo ratos e sendo torturado por oficiais da ditadura comunista de seu país.

Manuela passou a infância de cidade em cidade, porque sua mãe trabalhava como juíza. Falando em mãe, em 1996,

Shin foi torturado e delatou a sua para os responsáveis pelo campo de concentração. Ela pretendia fugir com o irmão, e ele temia ser punido por causa deles. A delação de Shin valeu a execução de sua mãe e de seu irmão.

Em 1999, Manuela se filiou a União da Juventude Socialista, e, em 2001, ao Partido Comunista do Brasil. Em 2004, Manuela foi eleita a vereadora mais jovem da história de POA.

Em 2005, Shin foi obrigado a trabalhar em uma cerca elétrica, por onde conseguiu fugir do Campo de Concentração.

Manuela passou os anos que se seguiram defendendo o PCdoB, as bandeiras de esquerda e disputando outros pleitos até ser a recordista de votos em sua eleição para deputada estadual, em 2014.

Shin passou os anos que se seguiram fugindo dos agentes comunistas e posteriormente se reintegrando socialmente ao mundo civilizado, na Coréia do Sul.

Manuela continua comunista, tendo crescido saudavelmente em um país livre. Shin continua oprimido pelos fantasmas do passado.

As histórias de Shin e Manuela são paralelas, mas se entrecruzam pela força da hipocrisia de quem só vende o comunismo idílico porque passou a vida a se empanturrar de capitalismo, e pela força da tragédia de quem teve sua vida despedaçada porque passou toda ela encarando o comunismo de verdade.

Manuela e Shin

Documentário - O Caminho dos Heróis - A Verdadeira história da FEB na Segunda Guerra Mundial

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O Caminho dos Heróis - A Verdadeira história da FEB na Segunda Guerra Mundial

Documentário com riqueza de detalhes sobre a participação da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Grande Guerra.



Documentário - O Caminho dos Heróis - A Verdadeira história da FEB na Segunda Guerra Mundial  



O Real Golpe

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Há momentos na história brasileira que são tão rápidos e decisivos, que quase ninguém nota ou percebe-os com olhos apurados e críticos. Um desses momentos históricos foi o dia 31 de agosto de 2016. Dia esse, que ficou marcado como o último dia da presidanta Dilma Vana Rousseff no poder do nosso querido Brasil[1]. Querido para nós, trabalhadores e pagadores de altos impostos. Já para a Ex-presidente, nunca foi querido, pois se o fosse, não teria saqueado a nação. Não teria mentido para os brasileiros, nem prometido mundo e fundos. Teria estudado economia, e não inventado que era doutora em economia pela Unicamp. Teria sido honesta com a nação brasileira, mas não foi.

Contudo, houve um momento de sensatez da Ex-presidente no dia 31 de agosto. Passou rápido, batido, quase ninguém o percebeu. Mas foi proferido com canseira. Um cansaço já virando esgotamento mental e físico da “De Uma”. Quem conhece bem as pérolas da “De Uma”, sabe muito bem que frases certas e coerentes da “Ex-Dilma”, são raras, muito raras mesmo[2]! É uma coisa tão inédita, que é mais fácil você achar uma nota de R$100,00 no chão do ônibus, do que ver a "De Uma" falar bem.

Assim, saiu a tal da frase modesta e simples dela, que foi dita da seguinte forma: "Quando a gente não tem razão, a gente diz que o que o outro está dizendo é mentira". Uau! E não é que a marmota fala coisa com coisa mesmo!?

Mas, queridas e queridos leitores, como já dizia a "De Uma", não fiquem tão felizes assim, ou tão tristes com tal frase da "De Uma". Essa frase foi uma tremenda ironia. Uma absurda ironia, que representou muito bem os 13 anos de desgoverno do PT[3]. E representou muito bem as eleições de 2014[4]. Representou tanto, que vale relembrar!

Vamos lá então, relembrar um pouco os últimos e importantes fatos:

Desde o início das campanhas eleitorais de 2014, Dilma Rousseff não só mentiu descaradamente a respeito da real e grave situação econômica do país. Mas pior que isso, ela também manipulou todas as contas para fazer parecer que a crise era menos grave, ou, em outras palavras, para parecer que era uma “marolinha”, ou um reflexo “da crise exterior”, chavão clássico que usou para camuflar a causa da crise no país . A realidade econômica do Brasil foi jogada para escanteio. Mentiu, sonegou e calou, a ponto, aliás, de cometer delitos graves bem como sérios crimes de responsabilidade fiscal. Assim, ela deixava bem claro que não tinha nenhuma condição de entregar o "seu" plano econômico que prometia e defendia como o Diabo.

Como o roubo, a sonegação e a mentira são o modus operandi da esquerda, o projeto econômico petista da "De Uma" não foi, evidentemente, o que ela prometeu, marcando, assim, o mês de janeiro de 2015 como o início do fim. Ou seja, a partir do ano de 2015 até 2016 a política econômica adotada pelo PT foi a implementação, daquele plano econômico prometido por Aécio Neves.
Até aí, parecia que tudo estava às mil maravilhas: Era o PT na terra e o Diabo no Palácio da Alvorada. Muito lindo e muito fofo, porém a composição estava diferente. Não era como antes. Foi o real início do fim. A "De Uma", tentou colocar em ação a política derrotada nas urnas. Não conseguiu de forma alguma, pois foi totalmente impedida pela guerra que declarou com o Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Vale lembrar uma coisa de suma importância, e que infelizmente já foi esquecida por muitos:  Com o fim das apurações do pleito de 2014,  Dilma obteve 54.501.118 milhões de votos, correspondendo assim a 51,64% do leitorado nacional. Já o Aécio Neves recebeu 51.041.155 milhões de votos, correspondendo assim a 48,36%. Podemos concluir com isso que a diferença foi mínima, uma diferença de 3.459.963 milhões de votos. Assim sendo, se fosse uma ditadura (Um Golpe!, como costumam repetir ad infinitum), dane-se tudo e todos. Numa democracia ocidental é preciso compreender o que as urnas dizem com nítida clareza: o país escolheu um lado, mas a nação dividiu-se em dois blocos.

E é claro, não posso esquecer-me dos votos derrotados e dos que, supostamente, não foram contabilizados pelas urnas.

Quando a aliança foi formalizada com o PMDB, o PT não só garantiu a eleição. Mas isso também possibilitou ao PT a tomada do PMDB via ideologia e disseminação ideológica pelo país afora. Infelizmente (ou melhor, felizmente) o plano não deu muito certo.

Quem fez questão de lacrar o 13 no dia 5 de outubro e 26 de outubro, teve que encarar o rosto de "Mamãe De Uma" na urna eletrônica. Mas, muito antes de apertar o botãozinho verde do [CONFIRMA], pode ter escolhido acreditar que a imagem daquele senhorzinho chamado de Michel Temer, ali ao lado, não queria dizer absolutamente nada. Ledo engano. Isso dizia muito para os próximos anos, e não só garantiu a vitória do PT e da esquerda, como também definiu os próximos anos de todos nós, brasileiros.

O PT e a esquerda nacional fizeram uma grande escolha para garantir a sua eleição. Conseguiram. Mas, sua "sabia" escolha não só comprometeu todo o programa criminoso petista de poder, como cumpriu com o seu objetivo.

A melhor notícia a nação é que 1964 é o passado. Não estamos voltando para essa data, muito menos estamos copiando essa data.

A péssima notícia é que o Brasil não está resolvido, ou muito menos livre do julgo petista. Ou seja, não nos livramos da hegemonia cultural esquerdista, e muito menos do maldito Foro de São Paulo. Esse monstro ainda manda e desmanda no Brasil e nos brasileiros[5]. E, muito cuidado! A esquerda já está se reorganizando para uma nova estratégia de combate. O revisionismo histórico já está aparecendo e não pretende ser modesto ou simples dessa vez. Temos que combater a mentira todo santo dia!, e não podemos esquecer: o Ciro está por vir.

A grande ironia é que o Golpe Petista, de certa forma, foi dada sobre eles mesmos. O feitiço voltou-se contra o feiticeiro.


Por: Salomão Campina

Bibliografia:

1. Não é a Mamãe: Para Entender a Era Dilma.  
2. Dilmês: O Idioma da Mulher Sapiens.
3.A Década Perdida: Dez Anos de PT no Poder.
4. Um País Partido - 2014 a Eleição Mais Suja da História.
5. A Hidra Vermelha.


O Preço da Vida no Brasil

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Quase tudo nessa vida têm um preço. Das coisas mais simples e comuns às mais complexas e belas que há nesse mundo, há um preço. Mas há coisas em que não podemos por à venda, que não podemos barganhar por outras, e muito menos esquecer ou deixar de lado.

Uma dessas coisas é o custo para se viver. O custo/preço que cada ocidental deverá pagar para se viver, para ter e usufruir de uma constante e plena paz individual, gozar de certa tranquilidade e liberdade, é a eterna vigília da democracia1. Só assim, com um acompanhamento constante e sábio da política, o povo não terá sua cultura, fé, literatura, e, principalmente, sua liberdade ameaçada e cerceada por nenhuma pessoa, grupo ou ideologia.

Lá na antiga Grécia, o berço das maiores ideias que já existiram nesse planeta, o grande filósofo Platão disse certa feita: “O preço a pagar pela tua não participação na política é seres governado por quem é inferior".

Do século IV até o século XXI, isso não mudou em nada, nem mudará tão cedo. Podemos ver, nesse transpassar da história humana, que a lenta e constante degeneração da civilização ocidental legou aos povos “grandes lideres”, os quais usaram e abusaram da psicopatia e do mau-caratismo para destruir tudo rapidamente, demolir com o que demorou décadas e décadas para se conquistar. Não poupou  ninguém nem a si mesmo.

Infelizmente, ou felizmente, o povo brasileiro não dá a mínima atenção aos mandos e desmandos do governo central. Não faltam exemplos na história desse “rebeldismo” contra o poder. Um exemplo recente e aterrorizante desses casos que há no nosso país foi a proibição do sal nas mesas dos bares, restaurantes, lanchonetes e similares.  Na crença burra e vil do governo federal, estadual e municipal, o sal na mesa incentivaria o uso exagerado do mesmo.

Quando vamos procurar a razão da defesa dessas medidas totalitárias e estúpidas, encontramos isso: “O objetivo da proposta é evitar o consumo de sal entre a população, como uma forma de prevenção de doenças2”. Quem lê isso de cara, não deixa de rir. Mas depois de passado o riso, a tristeza vem num só golpe: a tristeza de sermos governados por asnos, os quais acham que estão lidando com crianças, e que se sentem no legítimo direito total de mandar e desmandar, de controlar toda sua vida, de dizer como você deve comer e qual quantia você deve comer. Para isso, basta lembrar o regime comunista cubano, onde a comida é racionada. A dona de casa não pode passar da cota mensal estipulada pelo governo, e, dentre outras coisas, não pode comprar mais que alguns ovos e alguns quilos de carne durante o mês.

São medidas desse naipe, através das quais o Estado e seus asseclas tentam transformar o Brasil num país insano, fora da realidade, um país de incapazes, etc. A partir desses mandos e desmandos imbecis e humorísticos, o governo sempre visa suprimir mais e mais a liberdade individual, e potencializar a loucura pelo país afora, aumentando ainda mais sua força e seu controle, sendo que o mesmo não cumpre nem com suas obrigações básicas,   tais como a saúde, a segurança pública, a educação, entre outros serviços, os quais beneficiariam positivamente a população em geral.

O Estado
quer até controlar o que você usa e deixa de usar na sua comida.  Tá aí, na cara dura, a essência tirânica, explícita e descarada, a qual objetiva o controle total sobre todos, e trabalha constantemente para isso.


Bibliografia:

1. O Nascimento da Democracia Ateniense, de Chester G. Starr.
2. http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2016/06/guaruja-sp-proibe-sal-de-cozinha-em-mesas-de-bares-e-restaurantes.html
3. A Mão Pesada do Estado, em: http://salomaocampina.blogspot.com.br/2016/03/a-mao-pesada-do-estado.html

Por: Salomão Campina

Nióbio, a maior riqueza brasileira ?

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Nióbio (Nb)

Ao longo dos últimos anos, temos ouvido falar muito sobre um minério chamado Nióbio, que poucos conhecem. Ha todo tipo de boato sobre o assunto, desde contrabando a entreguismo do pais. Este artigo busca informar o leitor a respeito do assunto, alem de discorrer sobre alguns temas pertinentes e diretamente ligados ao tema.

Algumas informações básicas:

   O nióbio (Nb), nome derivado da deusa grega Niobe, filha de tântalo, e um dos metais mais resistentes a altas temperaturas e a corrosão, considerado um supercondutor. O mais leve dos metais refratários. Seu ponto de fusão e derretimento fica em torno dos 2468 graus Celsius e seu ponto de evaporação em torno de 4744 graus Celsius. O nióbio tem aplicação em diversas áreas, mas em sua maioria nas industrias automobilísticas, aeroespaciais, mecânica, naval, construção civil, nuclear, entre outras.

   O metal encontra-se no solo de diversos países ao redor do mundo, mas o Brasil possui as maiores reservas do planeta, detendo 98% de toda a reserva mundial, seguido por Canada (1,11%) e Austrália (0,46%). No Brasil, as maiores reservas estão em Minas Gerais (75,08% - Araxá e tapira), Amazonas (21,34% - São Gabriel da Cachoeira e Presidente Figueiredo) , e em Goias (3,58% - Catalão e Ouvidor). O Brasil, responsável por 90% de todo o nióbio comercializado no mundo, estima possuir reservas na ordem de 842.460.000 toneladas do minério.

   A mineração do Nióbio é a unica categoria do ramo minerador em que o Brasil é líder mundial, responsável por 90% do mercado. A mineração de ferro e manganês, por exemplo, onde o Brasil também ocupa posição de destaque, não chega a 20% da produção mundial.
   Um dos defensores mais ferrenhos e ilustres da exploração e regulamentação do mercado do nióbio pelo Brasil foi o Dr Enéas Carneiro, morto em 2007.  Enéas acreditava que apenas a riqueza do mineral já seria a base da riqueza nacional.

   O famoso caso Wikileaks, de 2010, vazou um documento do departamento de estado americano, que incluía as minas brasileiras de nióbio na lista de locais e infraestrutura imprescindíveis aos EUA. Em 2011 uma fatia de 30% da CBMM foi vendida a empresas chinesas, japonesas e sul coreanas por US$ 4 bilhões, causando polemica.

Politica de preços

   
O Nióbio no Brasil, é explorado predominantemente por duas empresas : A CBMM, nacional, controlada pela família Moreira Salles e responsável por mais da metade da produção mundial do minério, e pela Anglo American, conglomerado britânico que minera o equivalente a 10% do que a CBMM produz. Essa extração não é ilegal, alem de ser regulamentada e muito bem documentada pelo governo, como pode-se ver aqui. Analisando friamente, constatamos que quem dita o preço final é a CBMM, ou seja, somos nos, os brasileiros, que controlamos o preço internacional de mercado da commoditie.


   Muitos dizem que a extração de Nióbio esta diretamente ligada a demanda da industria aeroespacial. Outro mito. Claro que o Nióbio é importante e largamente aplicado nessa industria, mas não é dai que resulta a maior demanda e os maiores lucros. O que movimenta mesmo a produção de Nióbio é a industria do AÇO, ou seja, as obras de infraestrutura, construção de pontes, gasodutos, oleodutos, etc.   
 Por que usar Nióbio para estas coisas ? O Nióbio alem de ser mais leve e resistente que o Vanádio e o Titânio, na maioria das vezes, ele custa menos também. Então porque ele tem o preço tao baixo ? Aumentar demais o preço, pode fazer com que o Vanádio e o Titânio tornem-se mais atrativos para a industria, alem de não se produzir nada do que ele é usado o tempo todo, fazendo com que o preço flutue muito, acompanhando a demanda, igualmente flutuante.
“Quem consome nióbio são empresas transnacionais superespecializadas. É de se imaginar, portanto, que exista uma enorme pressão de fora para ter um produto que eles precisam a um preço acessível”, avalia o pesquisador Roberto Galery, professor da faculdade de engenharia de minas da UFMG.
Para Adriano Benayon, economista e autor do livro “Globalização versus Desenvolvimento”, com a produção restrita a dois grupos econômicos no Brasil é “evidente” que o interesse é exportar o nióbio do Brasil “ao menor preço possível”.
Pelos cálculos do pesquisador, autor de vários dos artigos sobre nióbio que circulam na internet, o Brasil poderia ganhar até 50 vezes mais o que recebe atualmente com as exportações de ferro-nióbio, caso ditasse o preço do produto no mercado mundial e aumentasse o consumo interno do mineral.
“A nacionalização impõe-se, porque ao Brasil importa valorizar o produto externamente e investir, com os recursos da exportação valorizada, em empresas para produzir com crescente incorporação de tecnologia e crescente valor agregado bens que elevem a qualidade dos empregos e o quantum da renda nacional”, argumenta Benayon.


Por que, então, tendo um metal raro e tão útil nós não vendemos por um preço mais alto? Por que apesar de, como dito, ele ser mais leve e resistente, ele também tem o melhor custo benefício. Não existe nenhum motivo para se usar nióbio senão esse. Se o Brasil tentasse subir artificialmente o preço desse metal as siderúrgicas ao redor do mundo simplesmente comprariam titânio e vanádio. O nióbio, quem diria?, não é a salvação da pátria.


Mitos e verdades sobre o Nióbio : 

1 -
O nióbio e um metal tão precioso e raro quanto o ouro.
  Mentira
. O nióbio e um metal raro e encontrado e poucos lugares do mundo. A concentração em que se encontra em nosso território e a mesma em que se encontra o ouro, 2,4%.  O valor porem não chega nem próximo ao valor do ouro. Em 2012, de acordo com dados oficiais, a liga ferro-nióbio foi vendida a US$ 26500,00 a tonelada, A onça do ouro (3,10 gramas) foi cotada no mesmo período a US$ 1700,00.

2 - A importância do nióbio equivale a do petróleo.

Em parte. Sua utilização esta mais ligada ao aumento de performance no que se refere a ligas de aço. Hoje esse minério e considerado essencial na industria aeroespacial, e de suma importância também no setor automotivo, naval, e de óleo e gás. porem, não se trata de uma fonte de energia primaria ou alternativa, de larga demanda e necessidade como o petróleo.

3 - O nióbio e essencial e insubstituível na industria.

Mais ou menos, eu diria. O nióbio, aplicado na proporção de gramas por tonelada, garante maior resistência ao aço. E empregado nas mais diversas áreas da industria, mas possui concorrentes equivalentes, como o vanádio, o tântalo e o titânio. A vantagem do nióbio é ser mais leve que todos os concorrentes,alem de normalmente ser mais barato.

4 - O nióbio só é encontrado no Brasil.

MENTIRA. Como já dito no inicio do artigo, o Brasil detêm 98% de toda a reserva de nióbio no mundo, isso e quase tudo o que existe, mas ainda assim o minério e encontrado na Austrália, Canada,Egito, Congo, Groenlândia, Estados Unidos, Russia, entre outros.Em quantidade MUITO inferior, e verdade.

 5 - O Nióbio Brasileiro desperta cobiça de outros países.

FATO. O Brasil detêm praticamente um monopólio deste metal, haja visto que 98% de toda a reserva mundial se encontra aqui. Alem disso, este "monopólio" também preocupa outros países, afinal, ninguém gosta de depender de um só fornecedor. Um documento do departamento de estado americano, que vazou em 2010 pelo WikiLeaks, cita as minas brasileiras como locais estratégicos para a sobrevivência dos EUA. Um grupo de companhias chinesas, japonesas e sul coreanas adquiriram em 2011, 30% do capital da CBMM, pagando US$ 4 bilhões.

6- Nióbio Brasileiro é vendido a preço de banana. O Brasil perde por não controlar os preços.   Ha controvérsias. A cotação do minério subiu de US$ 13 o quilo em 2001 para US$ 32 em 2008. Em 2012, valia em media US$ 26,50 o quilo. Os preços do Nióbio não são negociados em nenhuma bolsa, alem disso as produtoras possuem subsidiarias em outros países, por isso, existem muitas suspeitas ainda não comprovadas, de subfaturamento. Uma repentina alta, segundo as empresas, poderia causar a substituição do minério por outros materiais mais baratos, alem de causar uma corrida pela abertura de  novas minas. Explicamos mais detalhadamente no artigo que você leu acima.

7 - As reservas Brasileiras estão sendo dilapidadas. Corremos o risco de ter de importar o minério no futuro.MENTIRA. A CBMM, apenas em Araxá, explora jazidas que tem durabilidade estimada em 200 anos, se a demanda atual se mantiver. Agora, se formos colocar na conta todas as jazidas conhecidas no pais, chegamos ao montante de 842.460.000 toneladas. Ainda não ha previsões de exploração de novas minas em locais com reservas lavráveis já conhecidas, como Amazonas e Rondônia.

8 - Grande parte do Nióbio exportado, é contrabandeado.
Difícil dizer.O Nióbio é encontrado em regiões de fronteira, onde ocorrem pequenos garimpos, porem, em razão das difíceis condições de produção e transporte para os países consumidores, o governo considera estas suspeitas, infundadas.Sem falar que, para minerar 1 kg de Nióbio, deve-se processar 40kg de minério bruto, tornando totalmente inviável o contrabando do minério, para que seja feito sem ser notado, e em volume suficiente para gerar lucro.  

9 - As jazidas de Nióbio existentes são suficientes para nos tirar da crise e salvar a economia, tornando-nos um pais rico.
MENTIRA. O Brasil detendo 98% de toda a reserva mundial, deve ter seu "monopólio" garantido por muitos e muitos anos. Isso não quer dizer que o Nióbio, necessariamente, seja a salvacao da pátria. Apesar do aumento da demanda e da variedade de possíveis aplicações do minério, a sua relevância e valor de mercado ainda não podem se comparar ao petróleo e ao ouro, por exemplo.

10 - O Brasil não tira proveito de sua posição estratégica em relação ao Nióbio.
  VERDADE.  O governo não prevê nenhuma abordagem especifica para o Nióbio dentro da pauta do marco regulatório da mineração. A oferta de Nióbio esta inteiramente nas mãos de duas gigantes do setor privado que operam no pais, sem qualquer politica interna que busque a criação de um parque industrial interno consumidor do minério. Vendo por outro lado, a exportação do minério contribui para o saldo favorável da balança comercial, já que ocupa a terceira posição na pauta de minerais exportados.

 Claro que lucraríamos mais, tendo uma industria interna que pudesse beneficiar o minério e exportasse o produto final, mas creio estarmos longe disso, pelo menos por enquanto. O Deputado federal, Jair Bolsonaro (PSC/RJ), parece ser o único, no cenário atual, a preocupar-se com a situação atual do minério, subvalorizado e com potencial pouco aproveitado, segundo ele. Pre candidato a presidência em 2018, Bolsonaro pretende direcionar esforços afim de expandir e aperfeiçoar o a mineração de Nióbio, afim de melhor aproveitar o potencial do minério.

Para o pesquisador Roberto Galery, professor da faculdade de engenharia de minas da UFMG, o Brasil deveria usar o nióbio como um trunfo para atrair mais investimentos e transferência de tecnologia. “Se o Brasil parasse de produzir ou vender nióbio hoje, isso geraria certamente um caos”, afirma.

A demanda mundial da liga ferro-nióbio varia entre 90.000 e 100.000 toneladas, tendo como principais consumidores os EUA (30%), China (23%), Japão (11%), países do Bloco do NAFTA (26%) e outros países (10%).


 Projeção futura



As projeções para o consumo do nióbio restringiram-se ao principal produto, a liga ferro-nióbio, tendo em vista que as empresas produtoras atuam de forma integrada, praticamente sem registrar comercialização, tanto no mercado interno como externo do minério e concentrado.

   A metodologia utilizada para as projeções via modelo explicativo da função consumo apontou uma demanda da liga ferro nióbio da ordem de 85 mil t para 2010 e de 188 t para 2030, o que corresponderiam a 140 mil t e 308 mil t respectivamente de produção do minério concentrado de nióbio, necessária ao atendimento da demanda prevista para esses anos.

  Considerando os valores projetados, a necessidade de investimentos para o atendimento da demanda global do nióbio - mercado interno e externo - são respectivamente da ordem de US$ 81,4 milhões para 2010 e de US$ 1.374 milhões para 2030 considerando-se um cenário normal para o comportamento do mercado do nióbio. Os investimentos projetados para a mineração com vistas à ampliação, proporcionam uma expectativa de 2.800 novos empregos gerados para 2010 e de 9.800 para 2030.



Produção de Nióbio no mundo :



Exportação


O produto mais exportado pelo Brasil é o Ferro-Nióbio com mais de 90% das exportações de Nióbio e derivados. Em 2008 o total exportado foi de 78.000 toneladas, com uma receita para o País de US$ 1,7 bilhão.






Consumo

Oitenta por cento da produção do Nióbio destina-se ao preparo de ligas Ferro-Nióbio, dotadas de elevados índices de elasticidade e alta resistência a choques, como devem ser os materiais usados em pontes, dutos, locomotivas etc. Em função das propriedades refratárias e da resistência à corrosão, o Nióbio é ainda solicitado para o preparo de superligas, usadas na indústria aeroespacial (turbinas a gás, canalizações etc.), bem como na construção de reatores nucleares e respectivos aparelhos de troca de calor. O Nióbio ainda entra na composição das ligas supracondutoras de eletricidade e, mais recentemente, no processo de produção de lentes óticas. O Nióbio também é utilizado na produção do aço inoxidável e na fabricação de magnetos para tomógrafos de ressonância magnética.

Considerações Finais

 Conhecer nossas virtudes e riquezas, nos ajuda sempre a extirpar o chamado "complexo de vira-latas". Temos um pais rico, não ha como negar; mas temos péssimos gestores públicos. Não aproveitamos nosso potencial, não desenvolvemos nossa industria, não aprimoramos nosso portfólio, não incentivamos a inovação. A ausência de uma politica de fomento é gritante. De que adianta tanta riqueza mineral, se os hospitais não tem leitos ? As cidades não tem infraestrutura, as escolas transformaram-se em antros marxistas, abandonadas. As universidades formam militantes... Do que nos serve ostentar estatais gigantescas, porem ineficientes, cujas contas a população, a duras penas, paga ? Sinto-me como se eu não desse conta de alimentar uma gigantesca vaca, da qual apenas meia duzia de privilegiados bebe o leite, sem contar que nos últimos tempos, a vaca quase foi para a churrasqueira. A unica coisa que o subsolo mais rico do mundo fez ate agora, foi sustentar, com muita eficiência, os políticos mais caros do mundo.  
 - Por Westerley Agnolin


 


   




A Artilharia brasileira em ação na Guerra do Paraguai

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Artilharia brasileira em ação na Guerra do Paraguai. As nossas forças de artilharia se mostrariam uma grande vantagem frente às forças terrestres paraguaias, basicamente compostas por cavalaria e infantaria leve. Parem de pensar nos fatos relacionados à imagem, e admirem os soldados da Pátria, homens! Não é necessário uma descrição longa para uma imagem tão emblemática.