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Como combater a violência no Brasil?

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               A questão da segurança pública é, sem dúvidas, a maior preocupação dos brasileiros em geral. Após a entrada em vigor do estatuto do desarmamento, em 2003, que diga-se de passagem, NÃO respeitou a consulta que fora feita a população brasileira à época e, não surtiu efeito desejado – muito pelo contrário, a violência foi ano após ano aumentando, e como se não bastasse a violência nas capitais, começou a onda de terror aos agricultores, donos de propriedades rurais através do conhecido MST – movimento sem-terra, que começou com sua onda de terror, e com o apoio do governo LULA e Dilma, sabiam que não seriam reprimidos e muito menos sofreriam sanções ou qualquer tipo de enfrentamento da área de segurança pública. Além de terem a certeza que, todos estariam desarmados. Além de tudo, não é segredo que esse movimento não passa de pessoas aproveitadoras, que se fingem de agricultores sem local para executar sua profissão, mas que no fundo são pessoas pagas para serem massas de manobras em manifestações políticas da esquerda.

               Sabendo de tudo isso, a pergunta que se faz é – Como combater a violência ‘endêmica’ que tem assolado o Brasil? Qual seria a melhor política a ser adotada, e qual seria o custo para o Estado? E, qual o motivo da violência? Para a esquerda brasileira a questão é a falta de educação, falta de oportunidades, economia e desemprego, etc; mas será que a explicação é realmente os fatos supracitados ou seria uma questão moral e ética? Bom, não sou e nem quero ser o dono da verdade, mas, apenas um trecho que será colado abaixo do filósofo, escritor e professor brasileiro Olavo de Carvalho refuta todo o argumento esquerdista. Vide.

"O sujeito trafica, assalta, mata e estupra porque é um excluído, um miserável, um favelado. É o que dizem. Mas - digo eu e dizem os fatos - se o excluído, o miserável, o favelado é também evangélico, ele não trafica, nem assalta, nem mata, nem estupra. Se fazia essas coisas antes da conversão, cessa de fazê-las imediatamente ao converter-se. Qual a diferença? Não é econômica, decerto. É cultural, é moral, é psicológica e espiritual. O sujeito, ao converter-se, sofre ainda o impacto cruel da miséria, da exclusão, do compressivo estreitamento de suas possibilidades de ação na sociedade. Apenas, deixou de acrescentar a esses males o mal ainda maior da prática do crime. Ele ainda está na mesma situação materialmente falando. Apenas, passou a interpretá-la segundo outros valores, outros símbolos, outros critérios. Isso faz, no pobre como no rico, toda a diferença entre o criminoso e o homem de bem"[1]

            
                Bom, como observado, o escritor citado, acredita que o problema não é por falta de oportunidades, mas meramente, cultural, moral, psicológica e espiritual. Esta também é a nossa posição.

                Então, novamente a questão como combater a violência? A nossa proposta é simples e objetiva. Primeiramente, devemos colocar o exército brasileiro nas ruas, como está acontecendo no Rio Grande do Norte, onde o Presidente Interino Michel Temer autorizou o exército enfrentar a onda de violência que o estado está passando. Algumas pessoas podem achar ruim, mas sou daquele que defende a máxima, ‘quem não deve não teme’. É notória que a situação é crítica, mas atualmente o que tem chamado atenção é o que tem acontecido no Rio de Janeiro, onde as comunidades estão tomadas pela criminalidade. Então, como proceder nesse caso? Colocaria também o exército? Sim! Defendemos que – Deveria ser executada uma invasão nas comunidades (não que apenas as comunidades são violentas, aqui a opção é dirigida ao Estado do Rio de Janeiro), e a realização de ‘um limpa’ nas comunidades, tirar todos aqueles que de alguma forma contribuam com o tráfico, roubos, furtos etc; sem a preocupação de agradar ongs ou moradores locais, pois acredito que um líder deve fazer o que deve ser feito e não o que agrada e traz votos, pois penso que, – traficantes não são nada mais ou nada menos que; inimigos do Estado. Depois, as famílias deveriam ser retiradas dessas áreas, e levadas a um local em que o Governo federal em parceria com o Governo do Estado, teriam casas para abrigar e dar uma nova vida a essas pessoas, casas, como por exemplo as do CDHU que são feitas no Estado de São Paulo. Realizado a invasão e o processo de remoção, todas as casas deveriam ser destruídas, para que os traficantes não a ocupassem novamente, fazendo todo o trabalho de invasão ser inútil.  Nos locais onde não é necessário a destruição e remoção, não devemos cometer o mesmo erro que cometeram no morro do Alemão, onde criaram UPP e a onda de violência voltou pouco tempo depois, devemos manter o exército, pois os bandidos sabem que; o exército está ali para fazer o que é necessário e se preciso for eles não pensarão duas vezes em eliminar um mal elemento num confronto. E claro, manter também a polícia militar, mas, como auxiliar para prestar assistência ao exército, tudo em conjunto. Quando falamos em colocar o exército nas ruas e comunidades, estamos querendo dizer que – para haver PROGRESSO é necessário antes de tudo existir a ORDEM. Aumentar o policiamento, armar os policiais com fuzis e dar a eles total condição e proteção para que possam agir de forma firme e eficaz. Segundo, tudo acontece com planejamento, e uma das coisas que buscamos é uma educação de qualidade, e para isso, defendemos abertamente investimentos na área, como a capacitação de nossos professores e investimentos na infraestrutura educacional (prédios, materiais didáticos, incentivos, bolsas, etc), desde creches até o ensino superior. Apostamos também nas escolas MILITARES, tendo a certeza que em todos os lugares que existem escolas militares as notas e o aprendizado dos alunos são no mínimo excelentes, e não é preciso dizer que essas escolas não terão problemas com disciplina, pois o que admiro é justamente a disciplina nessas escolas. Outro investimento, seria em cursos técnicos, como os que são realizados nas ETCs, SESI, SENAI, etc; pois essas atingem aqueles que não podem cursar em uma faculdade, seja por falta de tempo ou qualquer outro motivo e possam ter a formação técnica que abriria a oportunidade de emprego, além de aumentar a renda daqueles que são empregados, mas não tem a formação técnica.  Terceiro, é necessário também o monitoramento de nossas fronteiras, pois é por onde entra as drogas ilícitas, armas e produtos contrabandeado para o Brasil, isso seria através de interação entre as FFAA e polícia militar e civil. Devemos com essa proposta enfrentar tudo o que pudesse passar em nossas fronteiras de forma irregular, e se necessário, eliminar os maus elementos que vivem do lucro desse tipo de atividade. Quando eu falo eliminar, vamos ao extremo, por exemplo, os aviões que passam pelas fronteiras que não responderem o chamado e não obedecer às ordens devem ser derrubados (sem mimimi), pois o cidadão de bem não hesitaria em responder quando fosse lhe chamado.  Quarto, nossas leis. Não é segredo que nossas leis hoje estão mais ajudando os bandidos, que os atrapalhando. Então o que defenderemos? Simples – defendemos a revogação total do estatuto da criança e do adolescente (ECA); a redução da maioridade penal para os 16 anos; a revogação do estatuto do desarmamento, pois o cidadão de bem hoje está desarmado e os bandidos armados até os dentes; defendemos que o cidadão de bem possa defender sua propriedade com força total se necessário; defendemos que os traficantes devam ter pena mínima de 25 anos de cadeia; defendemos que os presos devam trabalhar para pagar a sua estadia na cadeia, se não trabalhar não come; defendemos o fim das visitas intimas nos presídios; Defendemos pena de 45 anos para quem mata agentes da segurança pública, seja ele policial ou agente penitenciário. O nosso pensamento é que, quem rouba, furta, comete latrocínio, estupra, etc; não pode ser tratado como vítima, não pode ter mordomias, mas ser tratado como tal, obviamente respeitando os seus direitos, mas não ser tratados como super-heróis. Penas mais graves para esses elementos.

              Enfim, a nossa posição é a de valorizar aquilo que é essencial, valorizar a família, a moral e os bons costumes, queremos um Brasil livre da corrupção e livre da violência. Os brasileiros já não aguentam mais ficar trancados, presos, dentro do próprio lar, e quando saem as ruas não sabem se voltam para casa. Por essa razão defendemos uma política de enfrentamento, uma política firme, muitas vezes até mesmo dura, mas que se faz necessário. Nós acreditamos que o Brasil tem um potencial para ser a maior potência do mundo, por isso nunca desistiremos de nosso pais.

Posso errar, mas se o fizer, corrigi-lo-ei. Envie sua opinião.

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!

"Você tem inimigos? Bom. Significa que você brigou por algo, alguma vez na vida."
Winston Churchill

Por Mozarth Magro





[1]Olavo de Carvalho - https://www.facebook.com/carvalho.olavo/?fref=ts

Conquistas do Regime Militar

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Depois que ouvi o nobre deputado Sr. Jair Messias Bolsonaro falando sobre as mentiras e verdade ditas sobre o Regime Militar, realizei uma pesquisa sobre esse tema. E com essa, encontrei em blogs, sites, etc,  avanços e conquistas que ocorreram durante o Regime Militar e quero agora compartilhar a todos os amigos que nos acompanham no Blog – Conservadorismo do Brasil, como uma forma de conhecermos mais sobre o tema.

Abaixo estão algumas conquistas que aconteceram no Regime Militar.

- Criação de 13 milhões de empregos;
 - A Petrobrás aumentou a produção de 75 mil para 750 mil 

       
barris/dia de petróleo;
- Estruturação das grandes construtoras nacionais;
- Crescimento do PIB de 14%;
- Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
- Criação da Eletrobrás;
- Implantação do Programa Nuclear;
- Criação da Nuclebrás e subsidiárias;
- Criação da Embratel e Telebrás (antes, não havia 'orelhões' nas ruas nem se falava por telefone entre os Estados);
- Construção das Usinas Angra I e Angra II;
- Desenvolvimento das Industrias Aeronáutica e Naval (em 1971 o Brasil foi o 2º maior construtor de navios do mundo);
- Implantação do Pró-álcool em 1976 (em 1982, 95% dos carros no país rodavam a álcool);
- Construção das maiores hidrelétricas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú;
- Brutal incremento das exportações, que cresceram de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões; o país ficou menos   dependente do café, cujo valor das exportações passou de mais de 60% para menos de 20% do total;
- Rede de rodovias asfaltadas, que passou de 3 mil para 45 mil km;
- Redução da inflação galopante com a criação da Correção Monetária, sem controle de preços e sem massacre do funcionalismo público;
- Fomento e financiamento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;


- Aumento dos cursos de mestrado e doutorado;
- INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
- Criação do FUNRURAL - a previdência para os cidadãos do campo;
- Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
- Criação do FGTS, PIS, PASEP; (**)
- Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos); (**)
- Duplicação da rodovia Rio-Juiz de Fora;
- Criação da EBTU;
- Implementação do Metrô em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;
- Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);
- Implementação dos Pólos Petroquímicos em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
- Investimentos na prospecção de petróleo no fundo do mar que redundaram na descoberta da bacia de Campos em 1976;
- Construção do Porto de Itaquí e do terminal de minério da Ponta da Madeira, na Ilha de S. Luís, no Maranhão;
- Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país; 
- Promulgação do 'Estatuto da Terra', com o início da Reforma Agrária pacífica;
- Polícia Federal;
- Código Tributário Nacional;
- Código de Mineração;
- Implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus;
- IBDF - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
- Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
- Reforma do TCU;
- Estatuto do Magistério Superior;
- INDA - Instituto de Desenvolvimento Agrário;
- Criação do Banco Central (DEZ 64);
- SFH - Sistema Financeiro de Habitação;
- BNH - Banco Nacional de Habitação; (***)

- Construção de 4 milhões de moradias;
- Regulamentação do 13º salário;
- Banco da Amazônia;
- SUDAM;
- Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, Habitacional, Política e Universitária;
- Ferrovia da soja;
- Rede Ferroviária ampliada de 3 mil e remodelada para 11 mil Km;






Por Mozarth Magro